Agradecimentos à PressEngine pela licença
Versão de PC

PREMISSA/NARRATIVA
Na pele de Lili, uma jovem guarda que carrega mais peso nas costas do que saco de arroz de 25kg, e acompanhada do monge arcano Sadi, o jogo nos coloca no mundo de Atarassia, que tá indo direto pro buraco graças a uma corrupção sinistra chamada Void. A trama até tenta pegar pesado em alguns momentos, com temas de perda, legado e redenção, mas no geral ela funciona mais como pano de fundo pra exploração e quebra-cabeças. Nada revolucionário, mas também nada mal-feito. A narrativa se desenrola aos poucos e de forma minimalista, o que pode agradar quem curte desvendar a história por conta própria, mas talvez frustre quem espera diálogos dramáticos e cenas cinematográficas.
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
Lili usa espada, arco e bombas, enquanto Sadi manipula magias que criam pontes, plataformas e escudos arcanos. As combinações são bem engenhosas. Tinha puzzle que me fez coçar a cabeça por uns bons minutos e, quando resolvi, senti aquele orgulho nerd que só bons jogos de puzzle sabem proporcionar.
Minimalista, honesto tanto nas coisas boas, quanto nas ruins.
DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS
O design sonoro acompanha bem. Trilha calma, efeitos discretos, e uma vibe que convida a relaxar… até a próxima dungeon dar um nó no seu cérebro. No entanto, tecnicamente o jogo ainda tá cru. A performance em alguns momentos desce ladeira abaixo, e a falta de polimento em interfaces e tutoriais pode atrapalhar jogadores menos pacientes. Faltam elementos de acessibilidade.
É bonito, mas precisa de um polimento fino pra brilhar de verdade.
CONCLUSÃO
A combinação entre Lili e Sadi me prendeu do início ao fim. O jogo conseguiu me cativar com simplicidade e atmosfera, apesar de seus tropeços técnicos e narrativos. Fico na expectativa de que os devs consigam dar aquele tapa técnico que ele tanto merece.

Texto escrito por mim. Revisado por IA.







