Ramom Hardt, Autor em Patobah! https://antigo.patobah.com.br/author/ramom-hardt/ Site de jogos com notícias e reviews. Análises de games, tecnologia, retrogaming e entrevistas sobre o universo gamer em um só lugar. Wed, 18 Feb 2026 11:22:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/antigo.patobah.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-patobah-1000-x-1000-px-1-png.webp?fit=32%2C32&ssl=1 Ramom Hardt, Autor em Patobah! https://antigo.patobah.com.br/author/ramom-hardt/ 32 32 234808719 Impressões de Voidling Bound | PC (DEMO) https://antigo.patobah.com.br/impressoes-de-voidling-bound-pc-demo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=impressoes-de-voidling-bound-pc-demo https://antigo.patobah.com.br/impressoes-de-voidling-bound-pc-demo/#respond Wed, 18 Feb 2026 11:14:35 +0000 https://patobah.com.br/?p=70382 Confira as impressões de Hardt

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Agradeço ao grupo Patobah e ao estúdio Hatchery Games por me enviarem uma chave de acesso ao game.

Voidling Bound é o primeiro jogo do estúdio e eu fico muito feliz por ter recebido-o para review, é um jogo que me conquistou e eu mal posso esperar para jogá-lo quando estiver completo e vou compartilhar aqui a minha experiência com a demo.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

Tudo começa com a humanidade e seu desejo de explorar as estrelas, durante nossa jornada rumo ao desconhecido encontramos uma forma de vida, um parasita que foi chamado de “lesão”, esse parasita infectou todos os humanos abordo e estava se espalhando por toda a galáxia, mas o real perigo é que a lesão tem o poder de corromper qualquer ser vivo e os transforma em monstros poluidores, quando tudo parecia perdido é encontrado uma nova forma de vida: os voidling bound, animais que são imunes a corrupção e são capazes de restaurar quem foi corrompido, mas sozinhos não têm chance de vencer, portanto cientistas criaram um meio para um humano se conectar mentalmente com os voidling bound e usar suas habilidades para salvar os planetas, animais e plantas contaminados e é ai que nós entramos, somos conhecidos como “domador” e nossa missão é encontrar, estudar e aprimorar através de mutações genéticas as espécies que encontramos durante as missões.

A história pode não ser algo inédito, mas com certeza demonstra carinho e uma boa lição que os desenvolvedores quiseram passar, algo que gostaria de salientar é a presença de dublagem em PTBR que foi adicionada na última atualização, algo que ajuda e muito na imersão dos gamers brasileiros.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

O game mistura a captura de criaturas com shooter em terceira pessoa, o que gera dinamicidade e diversidade para a gameplay, o game apresenta diversos voidling bound, o primeiro que desbloqueamos é do tipo ave e possui a habilidades de correr rápido e pulo duplo além de atirar água como uma metralhadora, mas depois podemos evoluí-lo para trocar o elemento através de mutagênicos que encontramos e criar uma linha evolutiva de acordo com o elemento que escolhemos.

A gameplay é leve, divertida e rápida, lembrando muito jogos como Plants vs Zombies Garden Warfare. 

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

O game nos apresenta visuais simples e divertidos optando pelo estilo de arte cartunesco, o que combina bastante com a história e gameplay, o design do mundo e dos inimigos poderia ser mais diversificado, mas não é algo que incomoda ou atrapalha na experiência, mas sim que poderiam ser melhores e mais trabalhados. A trilha sonora é muito boa e possui músicas realmente boas e que agregam na imersão.

QUALIDADE TÉCNICA

Neste tópico eu poderia dividir o game em duas épocas, uma antes da última atualização e outra após visto que antes da atualização o game rodava a baixo dos 30 fps jogando com tudo no low e em 720p, mas depois da atualização o game passou a rodar em 60fps em 1080p, com as configurações ainda no low. Durante a minha gameplay não tive problemas de crashes ou bugs de progressão, apenas um bug de iluminação, mas nada que atrapalhe na experiência geral.

CONCLUSÃO

Voidling Bound é um game que me divertiu muito, a ideia de ser um biólogo espacial que pode controlar criaturas para lutar contra monstros é algo que me agradou demais, com certeza recomendo-o.

DEMOS NÃO RECEBEM NOTA

Licença enviada por:
Hatchery Games
Agradecemos pela oportunidade.

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Review de Mars 2120 | PS5 https://antigo.patobah.com.br/review-de-mars-2120-ps5/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-mars-2120-ps5 https://antigo.patobah.com.br/review-de-mars-2120-ps5/#respond Mon, 16 Feb 2026 19:44:52 +0000 https://patobah.com.br/?p=70287 Confira a review de Hardt

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Agradeço ao grupo Patobah e ao estúdio Qubyte Interactive por me concederem a chave de acesso ao game, minha review será baseada única e exclusivamente em minha gameplay.

Mars2120 é um game indie feito por brasileiros do gênero Metroidvania que possui grande inspiração em Metroid Dredge.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

O game começa com a protagonista Sargento Anna recebendo um sinal de socorro em uma colônia humana em Marte, nossa missão é chegar a esta colônia e descobrir o que aconteceu, chegando lá descobrimos que o local está destruído e precisamos investigar, no decorrer do game desbloqueamos os elementos de eletricidade, gelo e fogo que vão servir para nos ajudar a explorar o mapa e atravessar obstáculos. O game não é expositivo e opta por contar a história através de audiologs que os cientistas deixaram antes de morrer.

DIREÇÃO DE ARTE

O game possui gráficos simples e básicos em 2.5D, criando uma mistura de verticalidade e side scrolling, porém o design dos inimigos, do cenário e das habilidades são genéricos e pouco inspirados. A trilha sonora por sua vez é competente e cumpre seu papel, mas nada marcante.

JOGABILIDADE

O game possui duas vertentes de combate: corpo-a-corpo usando socos e chutes para finalizar os inimigos de maneira mais rápida e a distância com as armas elementais que encontramos também temos acesso a habilidades como dash, saltar na parede e munições com efeitos variados. Utilizamos essas habilidades e elementos para alcançar novos lugares, seja congelando água para criar uma escada, ou usando a armadura de fogo para abrir portas vermelhas, ou a armadura de eletrecidade para abrir portas roxas.

A gameplay é básica, rasa e possui pouca diversidade e algumas escolhas questionáveis como não poder dar dano em inimigos do mesmo elemento que estamos equipados.

PARTE TÉCNICA

Durante minha gameplay não encontrei problemas graves de performance como bugs de progressão ou crashes, mas tive muitos bugs de colisão e bugs visuais e um problema em específico no qual sofria game over devido à falta de frames de invencibilidade após tomar dano o que resultava em tomar um dano qualquer e acabava morrendo, pois os inimigos continuavam atacando mesmo quando a personagem estava caída no chão.

CONCLUSÃO

Mars 2120 é um jogo sem profundidade, não convence a continuar explorando e se repete muito, sem falar dos chefes completamente esquecíveis, não é um jogo que eu possa recomendar.

HISTÓRIA

GRÁFICOS

SOM E MÚSICA

JOGABILIDADE

PARTE TÉCNICA

50
50
60
60
60

PATÔMETRO

56
Licença enviada por:
QUByte Interactive
Agradecemos pela oportunidade.

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Review de Rightfully Beary Arms | PC https://antigo.patobah.com.br/rightfully-beary-arms/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=rightfully-beary-arms https://antigo.patobah.com.br/rightfully-beary-arms/#respond Sun, 15 Feb 2026 13:57:38 +0000 https://patobah.com.br/?p=70180 Confira minha review.

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Agradeço ao grupo Patobah e ao estúdio Daylight Basement Studio LLC por me concederem a chave de acesso ao jogo.

Rightfully Beary Arms é um jogo indie roguelite focado em armas de fogo, aparentemente inspirado em Enter the gungeon, mas com um escopo e orçamento menor.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

A história do game é bastante vaga e é contada através de arquivos encontrados e falas do NPC raposa que também é o tutor para o nosso personagem e ensina as mecânicas básicas. Pouco sabemos sobre o mundo, sobre quem somos ou qual o nosso objetivo ou motivação, o que torna toda nossa jornada em algo vazio e sem emoção. Outro ponto negativo está na desconexão entre as fases, a primeira sendo numa nave espacial enfrentando robôs e em seguidas somos transportados sem explicação para um caís e enfrentamos abelhas com pistolas.

DIREÇÃO DE ARTE

O game conta com gráficos em pixel art, mas com um toque de desenho feito a mão, uma mistura interessante, mas que não funcionou, os designs tanto de inimigos, armas e chefes são genéricos e sem inspiração. As músicas por outro lado são divertidas e condizem com a sala que entramos, se é uma sala perigosa a música é tensa e rápida, mas quando entramos em algum lugar seguro a música é calma e tranquila.

JOGABILIDADE

O game é um roguelite portanto é preciso saber que você irá morrer e retornar pelos mesmos lugares e enfrentar os mesmos inimigos diversas vezes, porém o jogo abusa disso e se repete mais do que o normal, começando pelas fases que possuem sempre a mesma composição e tanto os inimigos quanto os chefes são repetitivos e desinteressantes, além da dificuldade desequilibrada que é causada pela falta de recompensas realmente úteis e droprate baixíssimo de armas novas. O game possui alguns tipos de upgrade, os permanentes, que adquirimos quando ganhamos inspirações e os upgrades temporários que encontramos durante a run e que perdemos ao morrer.

As lutas contra chefes possuem dificuldade elevada, porém é algo mal construído e completamente artificial, criado apenas com a intenção de prolongar um jogo curto.

PARTE TÉCNICA

O game conta com gráficos em pixel art, mas com um toque de desenho feito a mão, uma mistura interessante, mas que não funcionou, os designs tanto de inimigos, armas e chefes são genéricos e sem inspiração. As músicas por outro lado são divertidas e condizem com a sala que entramos, se é uma sala perigosa a música é tensa e rápida, mas quando entramos em algum lugar seguro a música é calma e tranquila.

CONCLUSÃO

Rightfully Beary Arms não é um jogo muito bom e tampouco nem terrível, mas sim medíocre, nada no game é original ou chama atenção, o jogo se apoia muito em um humor batido usando piadas de pum e comentários engraçadinhos dos NPCs

HISTÓRIA

GRÁFICOS

SOM E MÚSICA

JOGABILIDADE

PARTE TÉCNICA

50
60
70
70
60

PATÔMETRO

62
Licença enviada por:
Daylight Basement Studio LLC
Agradecemos pela oportunidade.

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Review de Code Vein II | PS5 https://antigo.patobah.com.br/review-de-code-vein-ii-ps5/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-code-vein-ii-ps5 https://antigo.patobah.com.br/review-de-code-vein-ii-ps5/#respond Mon, 09 Feb 2026 14:54:55 +0000 https://patobah.com.br/?p=69749 Confira a review de Hardt!

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Agradeço à equipe Bandai Namco e ao grupo Patobah por me concederem acesso antecipado ao game Code Vein 2.

Code Vein 2, uma sequência muito aguardada pelos fãs da franquia chegou recentemente para consoles de nova geração e PC e tem dividido opiniões recebendo notas mistas na Steam devido a sua otimização e história não ligada ao primeiro game, mas recebendo muitos elogios acerca de sua gameplay e personagens cativantes.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

A história se passa em um futuro pós apocalíptico no qual a maior parte da humanidade foi destruída devido a um evento catastrófico no qual surgiram espinhos gigantes debaixo da terra resultando na destruição de grande parte da superfície do planeta, como se não bastasse, monstros (conhecidos como “horrores”) apareceram e os humanos restantes tiveram que adotar medidas desesperadas para garantir sua sobrevivência, foi então que um cientista criou um parasita que deu poderes de regeneração, imortalidade e força sobre-humana para o hospedeiro, mas com um custo muito elevado, o hospedeiro precisa se manter alimentado de sangue humano para não perder a cabeça e manter o parasita sobre controle, os humanos que receberam o parasita ficaram conhecidos como “aparições” e conseguiram conter o avanço dos horrores, porém como humanos se tornaram escassos e as fontes de sangue secaram as aparições começaram a formar facções para se manterem vivos e controlarem as reservas de sangue, cabe ao protagonista achar uma forma de conter o parasita e salvar tanto as aparições quanto os humanos restantes. Essa é a premissa do primeiro game.

Em Code Vein 2 anos se passaram e surge uma nova ameaça chamada ressurgência que transforma tanto horrores quanto aparições e humanos em monstros terríveis e extremamente poderosos, então precisamos voltar no tempo com a ajuda de Lou, uma aparição amiga com poderes de viagem no tempo, para encontrar cinco heróis do passado que foram selados em casulos oferendo sua vida para conter a ressurgência em seu tempo, mas acabaram corrompidos por ela e precisamos encontrar a chave de seus selos para no presente os eliminarmos e criar novos heróis para vencer a ressurgência mais uma vez, sempre que vamos para o passado alteramos o presente e as mudanças ficam bastante evidentes, como por exemplo na cidade submersa que atualmente está com a água poluída e tóxica, ao destruir a fonte dessa poluição no passado a água no presente fica limpa de novo.

O game conta com um elenco de personagens muito interessantes e carismáticos como a lady Lavinia, Josée, Noah, Lou, Holly e Vincent que possuem seus próprios objetivos e não sabemos a certeza de suas ações, o que traz uma dinâmica muito interessante e divertida para o enredo.

DIREÇÃO DE ARTE

Code Vein conta com dois estilos de arte, cel shading 3D para os personagens e para o cenário opta pelo realismo, uma mistura que casou muito bem e proporcionou uma belíssima arte. Algo que me incomodou bastante durante o game foi a escolha para designs da maioria das personagens femininas do jogo e o excesso de fan service que o estúdio apresentou, principalmente com a cena de introdução no quarto da Josée, aquilo me deixou extremamente desconfortável, sem falar que o mundo, os bosses e os inimigos comuns são muito genéricos e repetitivos. Por outro lado, temos a trilha sonora que é um show aparte, as músicas passam exatamente o sentimento que imaginamos quando vemos o que está acontecendo, como a luta contra o primeiro dos heróis, a música poderia ser de ação genérica, mas ela é triste, pesada e/ melancólica, o que casa perfeitamente com a história do personagem.

JOGABILIDADE

Code Vein é um soulslike, portanto esquivar, atacar e defender é o que mais fazemos durante o jogo, porém aqui a velocidade de movimentação e implementação de habilidades para criar combos é um fator que o diferencia de outros soulslikes e o aproxima de jogos Hack n Slash como Nier. A gameplay pode parecer muito confusa e quase impossível de se lembrar de tudo que o jogo te apresenta, pois temos diversos menus cada um com a sua função e também uma gama muito ampla de itens e status, demandando tempo para que o jogador leia a descrição dos mesmos e saiba onde e quando usa-los, sabendo disso os desenvolvedores adicionaram um botão de ajuda em cada menu que explica o que cada status significa e qual a sua mudança real na gameplay. Outra mecânica presente que é preciso domínio é o sistema de parceiros e seus códigos de sangue, os parceiros são aparições que irão ajudar em combate e acompanharão durante a exploração e os códigos de sangue são vínculos que fazemos com essas aparições, os códigos de sangue são o que determinam nossos status, por ex. O código de sangue da Josée te fornece um ganho maior em força e destreza acima dos outros atributos, já o código da Lou é especializado no atributo “mente”, portanto cabe ao jogador decidir qual ele irá utilizar, mas também é possível fazer combinações como por ex. utilizar a Lou como parceira ao mesmo tempo que usamos o código do Noah. Tanto os códigos de sangue quanto os companheiros possuem nível de afinidade e esse nível sobe conforme derrotamos inimigos com eles equipados, ao subir de nível os companheiros desbloqueiam habilidades passivas como aumento de defesa enquanto os códigos de sangue aumentam seus atributos e limite de equipamento.

Também é possível entregar presentes para os NPCs e receber itens em troca além de aumentar ainda mais o nível de intimidade com o personagem escolhido. Entre os equipamentos disponíveis temos as Formae, armas mágicas que possuem grande poder e servem tanto para defesa quanto para ataque, as Celas que são usadas para quebrar a postura dos inimigos e recuperar pontos de mana e por fim as armas comuns podendo haver armas de fogo ou armas brancas e cada uma possuindo quatro slots de personalização, em cada slot podemos colocar habilidades que encontramos pelo mundo ou compramos de vendedores.

PARTE TÉCNICA

A qualidade técnica é razoável, apesar de não ter encontrado nenhum bug que afetasse diretamente a minha gameplay como crashes ou bugs de progressão, senti muitas quedas de FPS e muita instabilidade enquanto explorava o mundo aberto andando de moto, a ponto de ter alguns micro travamentos ao passar por alguns inimigos em alta velocidade. Eu joguei a versão de Playstation 5 e aparentemente é a versão com melhor otimização.

CONCLUSÃO

Code Vein 2 é um jogo muito bom, mas que poderia ser excelente se não fosse pela repetição de inimigos e lutas contra chefes desequilibradas, nas quais os chefes ficam spammando golpes sem parar e não abrem janelas para contra-ataques, em todas lutas para ganhar eu deixava o boss distraído com meu companheiro para conseguir atacar, além de suas dungeons serem extremamente genéricas e sem graça. Sua história, personagens, gameplay, direção de arte e a customização de personagens são incríveis e merecem elogio com certeza, os fãs mais conservadores não gostaram tanto das mudanças apresentadas, mas na minha visão foram muito bem vindas.

HISTÓRIA

GRÁFICOS

SOM E MÚSICA

JOGABILIDADE

PARTE TÉCNICA

90
70
90
80
60

PATÔMETRO

78
Licença enviada por:
Bandai Namco
Agradecemos pela oportunidade.

O post Review de Code Vein II | PS5 apareceu primeiro em Patobah!.

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Review de Rightfully Beary Arms | PC (DEMO) https://antigo.patobah.com.br/review-de-rightfully-beary-arms-pc-demo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-rightfully-beary-arms-pc-demo https://antigo.patobah.com.br/review-de-rightfully-beary-arms-pc-demo/#respond Sun, 01 Feb 2026 13:09:31 +0000 https://patobah.com.br/?p=69161 Confira as impressões de Hardt sobre essa demo.

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Agradeço ao grupo Patobah e ao time do estúdio Daylight Basement Studio LLC por me enviarem uma key de acesso antecipado a demonstração do game e confirmo que minha review será baseada na jornada que eu tive no jogo.

Rightfully Beary Arms é um game que claramente é inspirado em outros jogos e faz isso de uma maneira que agrada os fãs de outras franquias como Enter the gungeon e Hotline Miami, se você gosta de algum desses títulos, recomendo que fique atento a este game.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

História/Premissa: Temos poucas pistas de quem somos ou qual o nosso objetivo, já que o jogo não deixa isso claro, mas conta através de textos enigmáticos que encontramos no decorrer das fases, tudo que sabemos de início é que devemos escolher uma arma, entrar em portais e matar dezenas de inimigos em um sistema de andares como em Enter the gungeon e similares, ao final de cada fase enfrentaremos um chefe e liberamos melhorias para facilitar nossa próxima run.

Claramente o foco do game não está em criar um enredo complexo ou te deixar imerso na história, o foco está no sistema de progressão e na gameplay.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Como dito anteriormente, o game é muito inspirado em Hotline Miami, um clássico dos jogos indie, mas com um sistema roguelite, no qual as armas que encontramos em nossa jornada são aleatórias assim como as recompensas por limpar cada tela e até mesmo nossas desvantagens, visto que ao finalizar um boss temos que obrigatoriamente escolher uma desvantagem para prosseguir, algo que realmente não entendi o sentido, afinal não era pra ganharmos uma recompensa que nos beneficia ao invés de uma que nos prejudica?

Exemplos de vantagens e desvantagens que poderemos encontrar

+ Melhoria de cadência para armas no inventário

– Não poder receber dinheiro ao derrotar inimigos

No game podemos escolher uma arma principal e uma secundária, as armas podem possuir efeitos únicos como a arma de peido que deixa uma poça de veneno no chão e causa dano aos inimigos e armas comuns como pistolas e shotguns de cano serrado e cada arma possui status diferentes além de descrições únicas.

Um ponto negativo sobre o game está em sua dificuldade desbalanceada, o caminho até o chefe é fácil e os inimigos possuem pouquíssima vida, ao contrário dos chefes que são muito mais difíceis e possuem um HP muito elevado, o que cria um cenário desbalanceado. Outra coisa que me incomodou foi a velocidade do game, achei muito lento para o gênero, mas nada que comprometa a jogabilidade.

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

O game apresenta um gráfico humilde e uma iluminação que deixa a desejar, mas compensa com designs bem legais seja de inimigos, armas ou NPCs que encontramos. A trilha sonora é bastante competente e traz uma imersão positiva para o game, as salas possuem música própria dependendo da finalidade da tela, se for uma sala segura como a loja, a música é calma e alegre, mas em conflitos é acelerada e tensa e em chefes o ritmo acelera ainda mais trazendo sensação de perigo e alerta, encaixa muito bem com a situação que nos encontramos.

 

Apesar de bastante simples e de aparência leve, o game precisa passar por polimento na questão do FPS, que para manter em 60 com leves quedas, tive que colocar o jogo em 1080p com qualidade low e ainda assim usava muito do meu processador, além disso encontrei alguns bugs leves de colisão, mas nada grave e nem bugs de progressão, crashes ou glitches.

CONCLUSÃO

Eu me diverti com o game, mas sinto que fica repetitivo muito rápido, as salas são muito parecidas umas com as outras, os inimigos não são cativantes e o game possui pouca diversidade, mas tem potencial e imagino que quando for finalizado estará muito melhor e maior, portanto recomendo ficarem de olho no trabalho do estúdio daqui para frente. 

DEMOS NÃO RECEBEM NOTA

Licença enviada por:
Daylight Basement Studio LLC
Agradecemos pela oportunidade.

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Review do Pacotaço Exo-Fauna e Pacotaço Boreal | Overwatch 2 https://antigo.patobah.com.br/review-do-pacotaco-exo-fauna-e-pacotaco-boreal-overwatch-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-do-pacotaco-exo-fauna-e-pacotaco-boreal-overwatch-2 https://antigo.patobah.com.br/review-do-pacotaco-exo-fauna-e-pacotaco-boreal-overwatch-2/#respond Sun, 01 Feb 2026 04:20:23 +0000 https://patobah.com.br/?p=69185 O que Hardt achou dos pacotaços?

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Agradeço ao grupo Patobah e a Blizzard por me enviarem a chave de acesso desses pacotes de cosméticos.

 

Exo-Fauna

O pacote Exo-Fauna traz 5 skins lendárias seguindo um tema muito interessante misturando animais com máquinas.

As skins e seus animais são: 

Ashe exo-l2pus (coelha) 

Brigitte exo-l5o (leoa) 

Hazard exo-urs4 (urso-polar) 

Kiriko exo-vu7pes (raposa) 

Vendetta exo-pant6ra (pantera-negra) 

Conclusão: Com certeza esse é um dos meus pacotes favoritos apesar de não utilizar todos os personagens, as skins são muito bonitas e detalhadas, apesar de achar que a skin da Vendetta deixa um pouco a desejar. Com certeza recomendaria para os jogadores que possuem esses heróis como favoritos.

88

Pacotaço Boreal Overwatch 2

O pacote Boreal chegou com o tema de Aurora Boreal composto por cores frias com uma colorização baseada na Aurora o que traz uma combinação belíssima.

Os heróis que receberam skins lendárias foram:

>Wuyang 

Mercy 

Soujorn 

Life-weaver 

Echo

Como eu uso a maioria dos personagens que receberam skins eu gostei ainda mais do pacote e com certeza o recomendo, principalmente para os jogadores de suporte, assim como eu.

Um ponto a se levantar é o preço do pacote, como consumidor preciso apontar que as skins de overwatch possuem preço elevado e que o jogador precisa pensar se vale ou não, afinal os itens são meramente cosméticos e não afetam a jogabilidade.

80

Agradecimentos a Blizzard Brasil pela chaves

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Review de Nocturnal 2 | PC (DEMO) https://antigo.patobah.com.br/review-de-nocturnal-2-pc-demo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-nocturnal-2-pc-demo https://antigo.patobah.com.br/review-de-nocturnal-2-pc-demo/#respond Fri, 30 Jan 2026 20:08:34 +0000 https://patobah.com.br/?p=69081 Confira essa análise de DEMO feita por Hardt.

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Agradeço a equipe do Patobah e ao estúdio Sunnyside Games por confiarem em mim para avaliar esta Demo.

Nocturnal 2 é um game metroidvania com uma proposta bem interessante e uma ambientação melancólica e misteriosa.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

Durante a demo não temos muitos detalhes de quem somos, tudo que sabemos é que estamos em Ytash, uma cidade fictícia conhecida por suas luzes eternas, mas que devido a um acontecimento misterioso as chamas da cidade foram completamente apagadas e seus moradores tiveram um fim trágico, nosso objetivo é reacender as chamas de Ytash utilizando nossas armas banhadas a fogo. Como armas temos espada para curta distância e adagas para atirar e como acendemos as chamas? Simples, ache tochas pelo caminho e bata nelas com sua espada, o progresso do game depende da quantidade de fogo que geramos, na demo tive que alcançar 25% das chamas para avançar até a luta final contra o chefe.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

A gameplay segue o padrão estabelecido para games desse gênero: avance pelo mapa, encontre obstáculos, ache uma habilidade para passar pelo obstáculo e retorne até ele e avance mais, mas em Nocturnal 2 as habilidades não possuem utilidade apenas para avançar por obstáculos, mas também durante o combate para criarmos combos e derrotar inimigos mais facilmente sem falar que as habilidades possuem design original e autêntico sem falar nos belíssimos efeitos proporcionados pelo fogo em nossas armas. O game também conta com resolução de puzzles simples, mas que se tornam desafiadores devido a presença de inimigos.

Um ponto negativo sobre a gameplay é a movimentação do personagem, achei ela muito lenta e pesada, sem falar que algumas vezes eu apertava um botão e o comando não era realizado.

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

Devo dizer que amei a arte e a ambientação do game, a cidade é vazia e sem vida, nada além de cadáveres, espíritos malignos, escuridão e armadilhas, sem falar na névoa causada pelo vapor das máquinas que funcionam com as chamas que é a cereja do bolo. As músicas são simples e bem-feitas, aguçam nosso senso de solidão e perigo, mas de uma forma sutil sem se expor muito. Ótimo trabalho da equipe de arte desse game.

Qualidade técnica: Encontrei poucos problemas durante minha gameplay, apenas algumas quedas de FPS e a falha nos comandos que relatei acima, mas nada que estragou minha experiência.

CONCLUSÃO

Recomendo fortemente para jogadores fãs de metroidvania como Hollow Knight e até mesmo para jogadores que ainda não conhecem o gênero.

Duração da demo: Aproximadamente 1 hora.

DEMOS NÃO RECEBEM NOTA

Agradecimentos pela licença de DEMO antecipada
Sunnyside Games
Agradecemos pela oportunidade.

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Review de City Tales – Medieval Era (Ver 1.0) | PC https://antigo.patobah.com.br/review-de-city-tales-medieval-era-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-city-tales-medieval-era-pc https://antigo.patobah.com.br/review-de-city-tales-medieval-era-pc/#respond Mon, 26 Jan 2026 00:47:28 +0000 https://patobah.com.br/?p=68748 Confira a review de Hardt!

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Agradeço ao grupo Patobah e aos estúdios Irregular Shapes e Firesquid por me enviarem uma chave de acesso ao jogo.

City Tales – Medieval Era é um jogo com uma proposta de gameplay e história simples, mas traz uma direção de arte maravilhosa.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

City Tales nos coloca na pele de um filho da realeza que recebe terras para fundar sua própria cidade e gerenciá-la junto de seu grupo de amigos. A princípio temos um conselheiro nos ajudando e orientando como evoluir a cidade, construindo casas para os moradores, locais de extração de recursos naturais e locais de trabalho para transformar a matéria-prima em produtos, utilizamos esses produtos para evoluir as casas dos aldeões e aumentar a população para avançarmos na história. Precisamos escolher entre nossos amigos que farão cada trabalho e com o passar do tempo vão evoluindo suas técnicas e assim melhorando a qualidade de vida da cidade. Conforme vamos progredindo na história, mais personagens chegam a nossa vila e se aliam a nós, apesar de ser um simulador de gerenciamento acho que falta um pouco de liberdade nas nossas ações e diversidade para o game, poderiam ter eventos como invasões, doenças ou rebeliões, o game é bastante linear para o gênero dele.

GRÁFICOS/DIREÇÃO DE ARTE

Os gráficos do game são em arte cartunesca, mas muito bem detalhada, quando aproximamos a câmera de uma pedreira, por exemplo, podemos ver os trabalhadores realmente quebrando e armazenando as pedras, quando demos zoom no teatro ou no mercado é possível escutar sons das apresentações e das conversas, prova de que a imersão foi bem pensada. Sobre a trilha sonora, as músicas tem uma ótima composição, possuem qualidade elevada e criam uma ótima ambientação temática do período medieval combinado com o gênero relaxante.

JOGABILIDADE

As mecânicas são bem simples e diretas, ao iniciar o game escolhemos qual tipo de terreno queremos construir nossa cidade, eu optei pelo terreno de planície, mas também há outras opções. No game devemos construir estruturas como: poços de água, escolas, igrejas, teatros, mercados e farmácias e todos esses elementos precisam estar em harmonia para evoluir as moradias, mas antes precisamos separar um lote para construção e podemos colocar apenas duas estruturas dessa por lote, o restante do espaço será designado para construção de casas. O game possui um alto número de construções disponíveis e cada uma com a sua função, no decorrer do game desbloqueamos novas estruturas e as usamos para realizar missões dos NPCs que encontramos e também de nossos amigos, as missões são bacanas e possuem mensagens como construir casas para imigrantes e mais.

QUALIDADE TÉCNICA

Não há que se falar em bugs ou problemas técnicos, o game é muito bem otimizado, não encontrei bugs de progressão, glitches ou coisas do tipo, apenas algum bug ou outro de colisão, mas facilmente contornável.

CONCLUSÃO

Me surpreendi com esse game, não esperava tamanha qualidade de um simulador de construir cidade, eu tinha preconceito com esse tipo de jogo, mas me encontro completamente viciado em City Tales – Medieval Era. Sem falar que os desenvolvedores disseram que ainda haverão mais conteúdos e novidades.

História: 7/10
Gameplay: 8/10
Gráficos: 8/10
Músicas: 9/10
Qualidade técnica: 8/10

PATÔMETRO

80
Licença enviada por:
Firesquid
Agradecemos pela oportunidade.

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Preview de Super Alloy Crush (DEMO) | PC https://antigo.patobah.com.br/preview-de-super-alloy-crush-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=preview-de-super-alloy-crush-pc https://antigo.patobah.com.br/preview-de-super-alloy-crush-pc/#respond Fri, 23 Jan 2026 22:18:21 +0000 https://patobah.com.br/?p=68699 Preview DEMO escrita por Hardt.

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Introdução

Agradeço ao grupo Patobah e ao estúdio Alloy Mushroom por me enviarem uma chave de acesso a demonstração de Super Alloy Crush, o segundo game do estúdio.

Joguei por volta de 1 hora na steam e durante esse tempo finalizei a demo duas vezes, uma com cada personagem disponível, e finalizei o modo roguelike com o personagem Kelly.

Durante essa review vou focar apenas em elementos da direção de arte, gameplay e qualidade técnica, já que tive pouquíssimo acesso sobre a história (apenas uma cena de perseguição espacial sem muitos detalhes do que estava acontecendo)

Direção de arte

O jogo possui uma linda pixel art em cores vibrantes e chamativas, faz bastante referência a Megaman em sua arte e designs tanto dos protagonistas quanto dos inimigos robôs. O que eu mais gostei da arte sem dúvida são os efeitos dos poderes especiais de cada personagem, pois possuem uma estética linda e exagerada de videogames dos anos 90, durante o jogo vemos armas gigantescas, maletas cheias de dinheiro, barris vermelhos que explodem e chefes característicos da época. As músicas eletrônicas e frenéticas dão um charme a mais para o jogo trazendo mais emoção para as batalhas e deixando-o bastante divertido.

Gameplay

Podemos dividir a gameplay entre os personagens disponíveis. Kelly possui combate a distância com alguns golpes corpo-a-corpo, é o personagem que mais possui variedades tendo um arsenal com granadas, uma moto irada que ele usa para atropelar os inimigos, armas de fogo e golpes como um dragon punch saído diretamente de street fighter e sua rasteira. Por outro lado temos Muu, perita em ataques velozes e a curta distância com suas garras de metal, perfeita para realizar combos e destruir rapidamente qualquer inimigo, apesar de não possuir uma grande variedade de golpes como Kelly, Muu ainda é muito divertida de se jogar pela velocidade e letalidade.

Algo que me incomodou foi a dificuldade, o jogo é extremamente fácil e a única vez que eu tive dificuldade foi contra o primeiro chefe, pois ainda não conhecia muito bem os comandos e devido a falta de frames de invencibilidade ao ser golpeado, muitas vezes eu caía num golpe e antes de levantar já tomava outro, o que me frustrou, mas mesmo assim durante a Demo tive pouquíssimas mortes, outro ponto é a velocidade dos protagonistas, são tão rápidos em movimento e atacando que os inimigos não têm chance de reação, o que tira um pouco da graça do combate. Isso no modo história, no modo roguelike as coisas são um pouco diferentes, visto que lutamos em um espaço curto e os inimigos são muito mais fortes e os upgrades que encontramos na run não facilitam tanto a nossa vida.

Qualidade técnica

Não encontrei problemas de performance, glitches ou bug de progressão, o que é ótimo, mas encontrei pequenos bugs em relação a hitboxes mal posicionadas e acredito que eu tenha encontrado um exploit que deixou meu personagem ainda mais rápido.

Explicação do exploit: Ao usar o dash em uma borda e pular, alcancei uma velocidade absurda até parar de andar e voltar ao normal.

Conclusão

Super Alloy Crush é um game muito divertido e se inspira demais nos videogames de plataforma dos anos 90-2000, estou entusiasmado para jogar a versão completa quando for lançada, até lá tentarei bater meu tempo na Demo. Recomendo demais para amantes do gênero e para quem curte retro gaming.

DEMOSTRAÇÕES NÃO RECEBEM NOTA

Licença de demonstração enviada por:
Alloy Mushroom
Agradecemos pela oportunidade.

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Review de Mythrealm (Acesso Antecipado) | PC https://antigo.patobah.com.br/review-de-mythrealm-acesso-antecipado-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-mythrealm-acesso-antecipado-pc https://antigo.patobah.com.br/review-de-mythrealm-acesso-antecipado-pc/#respond Wed, 21 Jan 2026 18:02:23 +0000 https://patobah.com.br/?p=68284 Confira a review de Hardt!

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Agradeço ao grupo Patobah e os responsáveis pela distribuição do game por me concederem uma key de acesso antecipado do game e confirmo que minha análise será baseada na minha jogatina.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

A história gira entorno de um acontecimento marcante e trágico para o mundo, existiam magos por todo o reino de Zelenar e do absoluto nada todos desapareceram, anos se passam e demônios começaram a aparecer no mundo, perturbando a paz e sem os magos a humanidade está condenada, então somos apresentados a nossa protagonista Alaris que tem como missão investigar uma torre estranha que pode estar ligada ao sumiço dos magos, mas não será uma jornada simples, pois a torre está infestada de inimigos.

A história é bem simples e vai direto ao ponto, o que não é algo ruim, mas que falta profundidade e desenvolvimento de certos elementos, não é criado estímulo ao jogador para que ele busque saber mais sobre aquele mundo, que por sinal é vazio e não entrega muito em quesito de variedade. Faltam também personagens para interagir além de vendedores esporádicos.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Em termos de gameplay, o game nos traz inovações no combate e nas partes nas quais o game vira quase um jogo de plataforma 3D, proporcionando desafios ao pular em direção do abismo sem certeza de que vai alcançar o outro lado, em relação ao combate, temos dois modos de câmera: o modo exploração e o modo luta. O foco está no modo de luta e como ele funciona, ao virarmos a câmera para esquerda, direita, baixo e cima podemos realizar ataques diferentes para cada direção.

A gameplay no geral é bem simples e de fácil aprendizado e traz boas inovações, como sistema de combate, sessões de plataforma e nas peças de armadura que possuem o status “dodge”, ou seja, determinadas peças dão ao jogador uma possibilidade de esquivar automaticamente de ataques inimigos. O sistema de classes e builds difere um pouco dos soulslikes conhecidos, visto que suas builds e classes não dependem de colocar um ponto de atributo em determinado status, mas sim nas armas e armaduras.

DIREÇÃO DE ARTE

Mythealm nos traz gráficos em cell shading, estilo de arte famoso por compor jogos como Borderlands, porém aqui o jogo recebe um tom mais cartunesco, o que não é ruim quando bem feito, mas ainda há muito que ser trabalhado, principalmente as bordas que parecem borradas, o que causa estranheza e falta de polimento. O design dos inimigos e elementos do cenário são fracos e genéricos, o design das armaduras e das armas e escudos são até legais, mas falta diversidade. Outro ponto negativo é a animação, dos inimigos que se movem deslizando no ar ou escalando estruturas que não deveriam ser possíveis, a movimentação da protagonista é levemente mais bem feita, mas ainda falta polimento e fluidez. A trilha sonora é interessante e bem feita, apesar de não ter muitas músicas, as que eu ouvi eram bem feitas, agradáveis e combinam com a estética e história de fantasia medieval, mesmo não sendo memoráveis.

QUALIDADE TÉCNICA

Não tive problemas com crashes nem bugs de progressão, os problemas estão em sua maioria relacionados a movimentação tanto de inimigos quanto da protagonista, as hitboxes são confusas e mal planejadas, o pulo e a corrida são inconsistentes, o que gera maiores desafios nas sessões de plataformas, mas também houve muitos problemas envolvendo a navegação entre menus quando usei o controle ao invés do mouse e teclado.

CONCLUSÃO

Sabe a sensação de gostar de algo ruim? Foi o que eu senti com esse jogo, por muitos momentos eu coloquei a mão na consciência e pensei “é sério que estou jogando isso?” mas ao mesmo tempo sentia curiosidade para ver aonde aquele jogo me levaria e o que eu encontraria, o que me tirou uma sincera risada apesar do estado que o game se encontra. Mythrealm não é um jogo que eu possa recomendar para alguém devido ao alto número de problemas de otimização e em sua gameplay, nesse momento o jogo se encontra em acesso antecipado e pode passar por melhorias, mas o estado atual beira ao injogável.

JOGOS EM ACESSO ANTECIPADO NÃO TEM NOTA

Licença enviada por:
indie.io
Agradecemos pela oportunidade.

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