Destaque Exclusivo Jogos

ATACADÃO DO ASTRO – Jogos que joguei nos últimos meses

Nos últimos três meses (junho, julho e agosto), consegui fechar uma lista bem variada de jogos. Teve de tudo: decepção que virou paixão, remakes, narrativas emocionantes e até um retorno inesperado de um clássico dos arcades. Bora conferir minhas impressões:

Cyberpunk 2077 – Nota 10

Quando lançou, Cyberpunk 2077 foi minha maior decepção. Dropei o jogo várias vezes e quase deixei pra lá. Mas esse ano decidi insistir e ir até o fim. Foi aí que a experiência mudou: me emocionei de verdade, chorei e vibrei em várias partes. O destaque fica para a história e os personagens cativantes, que são o coração do game. No fim, valeu muito a pena.

The Last of Us Part II Remastered – Nota 10

Tecnicamente é um primor. O remaster entrega um nível gráfico impressionante, mas o que realmente pega é a narrativa. O jogo consegue tratar de forma intensa temas como amor, vingança, medo e culpa, sem perder o ritmo. É um daqueles games que mexem com a gente tanto na parte visual quanto emocional.

Star Wars Battlefront II – Nota 9

Confesso: a campanha de Battlefront II me surpreendeu demais. É completa, redonda e traz uma qualidade gráfica muito bonita e competente. O uso dos personagens icônicos da saga não é só fan service, mas sim um elemento que aumenta o impacto da história e traz aquela dose de nostalgia que todo fã de Star Wars adora.

The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered – Nota 8,0

Aqui o sentimento foi misto. Oblivion Remastered está lindo graficamente e continua sendo um RPG com a cara da Bethesda, cheio de possibilidades. Mas os problemas técnicos da Unreal Engine 5 atrapalham um pouco e podem causar dor de cabeça durante a jogatina. Ainda assim, foi bom revisitar esse clássico.

Shadow Labyrinth – Nota 8,0

Um retorno ousado e criativo. Shadow Labyrinth reimagina o universo de Pac-Man e já tinha me chamado a atenção desde o anúncio. Fiquei ainda mais empolgado por ter sido convidado pela Konami para jogar. A experiência é divertida e mostra como é possível reinventar uma franquia clássica sem perder sua essência.

Alone in the Dark – Nota 7,0

Um jogo que tem seus altos e baixos. O roteiro é bom e a ambientação imersiva lembra a pegada de Alan Wake 2, mas com uma direção de arte própria. O estúdio fez um trabalho interessante dentro das suas limitações financeiras, mesmo que os gráficos apresentem problemas no acabamento geral.

A gameplay é básica, os puzzles não chegam a ser desafiadores, mas a exploração é bem recompensada. A campanha é curta (zerei em cerca de 8 horas), mas ainda assim consegui aproveitar bastante.

O que achei

Esse trimestre foi cheio de experiências diferentes. Teve jogos que marcaram pela emoção, outros pelo impacto técnico e alguns que entregaram nostalgia. O que ficou claro é que, mesmo com altos e baixos, sempre vale dar uma segunda chance para um game que ficou pelo caminho — às vezes, a surpresa pode ser enorme.

administrator
Fã de Star Wars, video game, roteirista, casado e pai. Que a força esteja com você!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *