Agradeço ao grupo Patobah e ao estúdio Daylight Basement Studio LLC por me concederem a chave de acesso ao jogo.
Rightfully Beary Arms é um jogo indie roguelite focado em armas de fogo, aparentemente inspirado em Enter the gungeon, mas com um escopo e orçamento menor.
HISTÓRIA/PREMISSA
A história do game é bastante vaga e é contada através de arquivos encontrados e falas do NPC raposa que também é o tutor para o nosso personagem e ensina as mecânicas básicas. Pouco sabemos sobre o mundo, sobre quem somos ou qual o nosso objetivo ou motivação, o que torna toda nossa jornada em algo vazio e sem emoção. Outro ponto negativo está na desconexão entre as fases, a primeira sendo numa nave espacial enfrentando robôs e em seguidas somos transportados sem explicação para um caís e enfrentamos abelhas com pistolas.
DIREÇÃO DE ARTE
O game conta com gráficos em pixel art, mas com um toque de desenho feito a mão, uma mistura interessante, mas que não funcionou, os designs tanto de inimigos, armas e chefes são genéricos e sem inspiração. As músicas por outro lado são divertidas e condizem com a sala que entramos, se é uma sala perigosa a música é tensa e rápida, mas quando entramos em algum lugar seguro a música é calma e tranquila.
JOGABILIDADE
O game é um roguelite portanto é preciso saber que você irá morrer e retornar pelos mesmos lugares e enfrentar os mesmos inimigos diversas vezes, porém o jogo abusa disso e se repete mais do que o normal, começando pelas fases que possuem sempre a mesma composição e tanto os inimigos quanto os chefes são repetitivos e desinteressantes, além da dificuldade desequilibrada que é causada pela falta de recompensas realmente úteis e droprate baixíssimo de armas novas. O game possui alguns tipos de upgrade, os permanentes, que adquirimos quando ganhamos inspirações e os upgrades temporários que encontramos durante a run e que perdemos ao morrer.
As lutas contra chefes possuem dificuldade elevada, porém é algo mal construído e completamente artificial, criado apenas com a intenção de prolongar um jogo curto.
PARTE TÉCNICA
O game conta com gráficos em pixel art, mas com um toque de desenho feito a mão, uma mistura interessante, mas que não funcionou, os designs tanto de inimigos, armas e chefes são genéricos e sem inspiração. As músicas por outro lado são divertidas e condizem com a sala que entramos, se é uma sala perigosa a música é tensa e rápida, mas quando entramos em algum lugar seguro a música é calma e tranquila.






CONCLUSÃO
Rightfully Beary Arms não é um jogo muito bom e tampouco nem terrível, mas sim medíocre, nada no game é original ou chama atenção, o jogo se apoia muito em um humor batido usando piadas de pum e comentários engraçadinhos dos NPCs
HISTÓRIA
GRÁFICOS
SOM E MÚSICA
JOGABILIDADE
PARTE TÉCNICA
PATÔMETRO
