Agradecimentos à Keymailer/Game.press pela licença
Versão de PlayStation 5

Eu sempre tento ser mente aberta. Acredito que jogos de videogame tem total liberdade para fazer críticas sociais e por pessoas de mente pequena no seu devido lugar. Porém, só ter uma mensagem poderosa não basta. Drug Dealer Simulator veio pra mim em uma manhã de domingo. E pela primeira vez na minha vida, eu desejei ter ido trabalhar em uma segunda feira chuvosa do que passar o dia jogando videogame para fazer uma análise. Gráficos ruins, jogabilidade terrível, direção de arte inexistente, personagens mal-feitos e ambientação inexistente . É um jogo que tenta a todo custo zombar da sua inteligência, enquanto posa de descolado simplesmente porque o narrador solta alguns palavrões e finge lutar contra um suposto sistema do qual ele inevitavelmente, acaba fazendo parte dele.
PREMISSA/NARRATIVA
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
Drug Dealer Simulator é minha punição por qualquer brincadeira de mal gosto que fiz ao meu gerente de imprensa. Feio, problemático e com comandos tão ruins e menus tão pouco intuitivos que o maior segredo dessa análise aqui é como eu suportei uma hora jogando.
DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS
Eu me lembro da música do menu de GTA San Andreas no momento em que escrevo essa análise. Porque é só isso. Não há outro tipo de música além dessa mais estereotipada. Os efeitos sonoros são simples e estão lá para cumprir sua função ainda que até passos do cara que você controla as vezes não sincronizam com a ação do jogo ou o som dos passos suma em alguns momentos.
Parte técnica? Inexistente. Por duas vezes o menu parou de funcionar e eu tive de reiniciar o jogo. Eu não conseguia entregar a droga pro cliente. O cara querendo fumar um e eu simplesmente congelo e não consegui repassar a verdinha. Lamentável.
Serrilhados, Frames por segundo oscilando, iluminação bugando a rodo… sei lá, ao menos ele sai do menu inicial, deve contar.
CONCLUSÃO









