Agradecimentos à Konami pela licença e a Safezonegames pela oportunidade.
Você pode ler essa review na Safe também.
Versão de PC (Via Steam)

PREMISSA/NARRATIVA
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
O combate é a estrela. Cada um dos oito personagens jogáveis traz um estilo próprio que não é só cosmético: Shiki é um tanque ágil que usa gravidade para arremessar inimigos no ar ou esmagá-los no chão; Rebecca, com suas pistolas, transforma qualquer corredor em um festival de balas; Homura é o clássico “golpe de espada rápido e letal” que todo mundo ama, e por aí vai. Trocar entre eles durante as missões dá um gás na jogatina e impede aquela sensação de repetição.
Os ataques básicos se encadeiam em combos fluidos, mas o que realmente dá gosto é encher a barra para liberar os Ataques Finais ou ativar o Overboost. É nesse momento que a tela se transforma num show de luzes digno de Réveillon, e os inimigos viram estatística no contador de derrotados. Há ainda habilidades específicas chamadas Signature Actions, que adicionam aquele toque único a cada personagem e são perfeitas para virar a maré de uma luta difícil.
Mas Edens Zero não vive só de porradaria. Fora das batalhas, a nave funciona como um hub central cheio de recursos: dá para cozinhar pratos que aumentam status temporários, recrutar tripulantes (até ex-vilões que você derrotou no passado) e melhorar instalações que influenciam diretamente no desempenho em campo. O sistema de equipamento é outro ponto alto — são mais de 700 peças para coletar, que mudam tanto o visual quanto as estatísticas, permitindo desde criar um Shiki superdefensivo até uma Rebecca com dano crítico absurdo.
O jogo não te prende apenas ao conteúdo da obra, ele adiciona alguns bônus bem interessantes.
DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS
CONCLUSÃO









