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Review de Call of Duty: Black Ops 7 | PC

HISTÓRIA/PREMISSA

Call of Duty 7 aposta numa proposta bem diferente dos jogos anteriores da série. Aqui, você lidera um esquadrão de quatro soldados em uma missão que rapidamente foge do padrão “guerra tradicional”. Logo no início, surge um inimigo que o seu personagem acreditava ter eliminado anos atrás — e isso te joga num suspense constante, tentando entender se aquilo é real ou alguma ilusão. A campanha gira em torno desse mistério, enquanto acontecimentos cada vez mais estranhos começam a afetar o mundo. É uma história que te deixa sempre na dúvida sobre o que está acontecendo de verdade.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Ao contrário dos CoDs clássicos, esse jogo não gira em torno de batalhas militares diretas. Você se movimenta por uma espécie de mapa semiaberto, escolhendo os pontos de missão para avançar, alternando entre áreas amplas e ambientes fechados como laboratórios e prédios. Em certos momentos, o jogo te joga em cenários tão bizarros que você nem sabe se está numa simulação, numa outra dimensão ou numa alucinação — e isso faz parte da proposta.

O combate permite alternar entre primeira e terceira pessoa, e os inimigos vão além dos soldados comuns: você realmente enfrenta criaturas e monstros. A progressão funciona pelo uso das armas — quanto mais usa, mais fortes elas ficam. Pelo caminho, você encontra baús com munição, armas e equipamentos, podendo sempre carregar apenas duas escolhas principais, o que obriga a pensar estrategicamente. É uma mistura de sobrevivência, ação e um toque de horror dimensional.

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

As cutscenes são bem feitas e chamam atenção logo de cara, mas o visual durante o gameplay deixa a desejar. As texturas às vezes carregam na sua frente e parecem inacabadas, tirando um pouco da imersão. A direção de arte tenta criar ambientes mais surreais e sombrios, mas tecnicamente poderia estar bem melhor.

CONCLUSÃO

Call of Duty 7 acaba deixando o jogador com a sensação de estar jogando algo que não parece exatamente “um CoD”. A série sempre foi marcada por campanhas épicas e guerras bem construídas, mas aqui tudo parece ter se afastado demais da essência que tornou a franquia famosa.

Além disso, o jogo frustra bastante por não permitir salvar o progresso, mesmo tendo uma campanha relativamente curta. Você é obrigado a repetir campanha inteira caso precise parar — algo totalmente fora de época e que quebra o ritmo de qualquer jogador.

Outro ponto que incomoda é a obrigatoriedade de estar conectado à internet, mesmo para jogar sozinho. Isso limita quem quer aproveitar a campanha no seu próprio tempo ou simplesmente não tem uma conexão estável.

No fim, apesar de tentar inovar em atmosfera, o jogo tropeça em decisões que poderiam ter sido evitadas e deixa a sensação de que faltou polimento e identidade.

PATÔMETRO

40
Licença enviada por:
Activision
Agradecemos pela oportunidade.

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