Versão de Game Boy Advance

PREMISSA/NARRATIVA
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
A estrutura segue o formato Metroidvania clássico e você começa limitado, encontra habilidades que abrem novas áreas e, quando percebe, já está andando de um castelo para o outro como se fosse o vizinho da esquina. As batalhas contra chefes são um dos pontos altos: monstros gigantes ocupando metade da tela, padrões de ataque que exigem atenção e aquela sensação de “ok, agora eu tô ferrado” que só some quando você acerta o golpe final. Confesso que precisei de muitos potions várias vezes.
Se explorar castelos cheios de monstros é arte, Harmony of Dissonance é aquele quadro diferentão que você não entende, mas ama.
DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS
Os sprites são grandes e detalhados, Juste se movimenta com fluidez e os inimigos têm designs muito bem trabalhados, indo de esqueletos engraçadinhos a criaturas que parecem ter saído de um pesadelo surreal. O efeito de profundidade no cenário é outro ponto que me surpreendeu, principalmente para um jogo portátil da época.
CONCLUSÃO

