Destaque Entretenimento Exclusivo Geek

DREAMFEST 25 | ENTREVISTA COM RAQUEL, KRAQUELOW GAMES

Estivemos na DREAMFEST 25 e entrevistamos a RAQUEL da loja de retro game KRAQUELOW GAMES.
Lojista e expositora há mais de 10 anos, ela nos contou sua história e desafios.

Antes de conferir a entrevista se inscreva no canal da Raquel!

Como nasceu a paixão por videogame?

Raquel: Desde criança. Eu sempre digo: sou a única filha mulher, tenho cinco irmãos homens.
Quando eu era pequena, não tinha companhia para brincar de boneca. Os guris estavam jogando videogame e eu brincava com eles. Eu adorava fazer campeonatinhos com meus irmãos.
A minha mãe não gostava que eu ficasse no meio deles e dizia: “Vai brincar de boneca, vai brincar de casinha.”
E eu respondia: “Mãe, tu não me deu uma irmã, tu me deu cinco irmãos, agora aguenta!”
Então a paixão surgiu na infância, junto com vizinhos, amigos e principalmente meus irmãos.

E como os teus irmãos veem hoje o fato de tu ter virado a ‘nerd do videogame’?

Raquel: Hoje, adultos, meus irmãos não têm mais contato com videogames. Eles estão bem zoeiros, não jogam mais nada.
Mas eu tenho um canal no YouTube, o Kraquelow Games, e quando faço live eles entram e dizem: “Fui eu que ensinei ela a jogar!”
Eles adoram tirar sarro.

Quando isso deixou de ser hobby e virou algo sério na tua vida?

Raquel: Eu tenho contato com games desde criança, mas profissionalmente começou há uns dez anos, quando eu tinha o videogame como renda extra enquanto trabalhava em CLT.
Chegou um momento em que eu não estava mais confortável no CLT e os games começaram a tomar uma proporção maior.
Faz uns quatro ou cinco anos que eu vivo somente de videogames, trabalhando exclusivamente com isso.

Como o público reage quando chega no teu estande nos eventos?

Raquel: O que vocês veem aqui é só um pedacinho, porque minha coleção é enorme.
Eu queria muito conseguir filmar a reação das pessoas: chega gente de 50, 60 anos com filhos dizendo “Eu jogava isso!”.
Tenho até um telejogo ali, que o pessoal olha e pergunta: “Meu Deus, isso é um videogame? De madeira?”
O retro une gerações.
Tirei foto de crianças jogando Super Nintendo — crianças que nem estavam nos planos de nascer e já estão jogando aqui.
O legal do game retrô é que ele une todo mundo.

Mensagem final para quem está lendo no site Patobah

Raquel: Pessoal, sigam a página, acompanhem as novidades.
Acompanhem, deixem o like, se inscrevam ou sigam.
E, se quiserem me seguir e compartilhar meu conteúdo: Kraquelow Games.
Eventos como este ajudam a divulgar nosso trabalho e, mais que isso, mantêm viva a cultura geek e gamer da nossa região.
Muito obrigada!

Se você gostou dessa entrevista não esqueça de comentar e de SEGUIR A RAQUEL NAS REDES SOCIAIS

administrator
Fã de Star Wars, video game, roteirista, casado e pai. Que a força esteja com você!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *