Estou aqui pra contar uma novidade quentíssima que tá dando o que falar no mundo dos games: a campanha FreedomToBuy.games, lançada pela GOG no dia 31 de julho de 2025. Essa iniciativa é um soco no estômago da censura e uma defesa braba da liberdade dos jogadores. Bora entender essa treta e por que ela é tão importante?
Acesse: https://freedomtobuy.games/
A GOG, aquela plataforma foda que todo mundo ama por seus jogos sem DRM e por salvar clássicos do esquecimento, resolveu botar a boca no trombone contra a censura nos jogos digitais. O site FreedomToBuy.games é o palco dessa batalha, criado pra protestar contra a remoção de jogos de lojas como Steam e Itch.io só porque alguém achou o conteúdo “ofensivo” ou “desconfortável”. Sério, gente, desde quando banco ou grupo moralista decide o que a gente pode jogar?
A campanha veio com uma ideia clara: se um jogo é legal e foi feito de boa, o jogador tem o direito de comprar e guardar ele pra sempre. E pra mostrar que não tá de brincadeira, a GOG liberou, por 48 horas (de 31 de julho a 3 de agosto de 2025), um pacotão com 13 jogos grátis, incluindo uns títulos que já foram banidos ou causaram polêmica em outras plataformas. É o tipo de coisa que faz a gente gritar: “Toma essa, censura!”
Os jogos da polêmica! Quer saber quais jogos entraram nessa? A lista é uma mistura de títulos com temas adultos, humor pesado ou simplesmente aquele tipo de jogo que faz moralista torcer o nariz:
- POSTAL 2: O clássico do caos, cheio de violência exagerada e humor ácido.
- Agony + Agony UNRATED: Um terror psicológico com vibes bem pesadas.
- HuniePop: Um dating sim com aquele toque de anime e puzzles.
- House Party: Uma festa virtual onde rola de tudo (e um pouco mais).
- Being a DIK – Season 1: Um visual novel com escolhas que vão te fazer suar.
- Leap of Love, Leap of Faith, Lust Theory, Treasure of Nadia, Summer’s Gone – Season 1, Fetish Locator Week One e Sapphire Safari: Jogos com narrativas adultas, muitos deles visual novels ou adventures com foco em relacionamentos.
Teve um tal de Helping the Hotties que apareceu em algumas listas, mas não deu as caras no site. E, claro, todos esses jogos são sem DRM, ou seja, você baixa na GOG, guarda o instalador e joga quando quiser, sem depender de internet ou servidor.
Agora, deixa eu te contar o contexto dessa treta. Nos últimos anos, várias plataformas começaram a tirar jogos do ar, especialmente os com conteúdo adulto ou temas “polêmicos”, porque empresas de pagamento como Mastercard, Visa e PayPal tavam pressionando. Grupos tipo o Collective Shout, que são contra pornografia, também tavam metendo o bedelho, pedindo pra banir jogos que, na real, são legais e feitos por desenvolvedores que só querem contar suas histórias.
Isso é perigoso pra caramba. Quando jogos começam a sumir por causa de pressão externa, a gente perde não só o acesso a eles, mas também a diversidade de ideias e a liberdade de criação. A GOG tá batendo na tecla que “liberdade de compra é liberdade de criação”. Se ninguém pode comprar um jogo, como é que os desenvolvedores vão continuar criando?
E tem mais: quando um jogo é removido de uma loja digital, ele vira pó. Diferente de um cartucho velho que você acha no sebo, jogos digitais dependem de servidores. Se a plataforma apaga, adeus. É aí que entra a pegada da GOG de preservar os jogos, algo que eles já fazem com o GOG Preservation Program, que adapta clássicos como Diablo e Resident Evil pra rodar nos PCs de hoje.
