Licença comprada via PlayStation Store
Versão de PlayStation 5

Uma aventura familiar e clássica onde seu maior triunfo é ser tão envolvente que os problemas de performance e bugs ficam em segundo plano.
PREMISSA/NARRATIVA
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
O sistema de níveis, muito criticado na versão original, recebeu uma leve repaginada. Jogadores criticavam porque subir de nível não significava um personagem muito superior, já que seus inimigos também evoluíam com a mesma perícia. Se você vacilasse e evoluísse habilidades “subjetivas” como acrobacia e atletismo, você poderia “perder” a campanha. Imagine um guerreiro hábil em pular e correr, mas sem manejo de armas contundentes, lâminas ou magia?
Agora você pode investir até 12 pontos de vantagem em diversos segmentos que ajudarão seu personagem, sendo o máximo de 5 pontos por nível em cada um. Vida, vigor e magia são os atributos básicos, mas você também pode investir em outros menos urgentes, como carisma e sorte (este último exige 4 pontos por vez). Esse sistema, aliado às habilidades subjetivas extras, é extremamente viciante, porque tudo que você faz e treina contribui para seu fortalecimento. É um guerreiro furtivo? Que tal focar em pontaria e magias que aumentam suas perícias ilusionistas? É um guerreiro clássico? Priorize vida, vigor e, quem sabe, encantamentos de cura aliados a magias destrutivas?
A parte legal é que você pode buscar treinamentos com NPCs também, caso tenha dinheiro, e acelerar esse processo. Oblivion pede variedade e que se “leia” o combate, as habilidades principais e as PASSIVAS para tornar sua jornada mais tranquila. E aqui, felizmente, posso dizer que funciona melhor que o ORIGINAL. Terminei a campanha no nível 35 e, graças a equipamentos certos e “leitura” de jogo, não morri nenhuma vez no trecho final. O único pormenor da jogabilidade é o impacto das armas e magias, onde a idade do jogo se mostra. Porém, o problema é ínfimo.
DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS
Pois bem, não para mim. Romantizar algo ruim porque faz parte da “cultura da empresa” é algo que não faço nem farei. Eu entendo o quão importante Elder Scrolls pode ser para você. ENTENDO que você cresceu jogando, mas sou crítico e não vou mentir para minha audiência. Elder Scrolls IV: Oblivion é um dos jogos mais bugados e mal otimizados que já joguei. Coisa de top 3. E falo isso com propriedade.
NPCs que não te seguem em momentos cruciais, NPCs com inteligência nula que morrem antes da missão começar devido a um escalonamento de nível não resolvido do jogo anterior. Inimigos que são bobos demais. Armas que somem do inventário ou interações que não funcionam mesmo apertando o botão de ação. Resoluções baixas nos modos de performance, travadas violentas no mundo aberto e o mais irritante: crashes.
Ah, mas isso deve ser da versão que você jogou… ERRADO. Todas as versões sofrem problemas graves a ponto de você literalmente ter que desativar o save automático entre fases, porque ele causava tantos fechamentos repentinos que você ficou com medo de deletar seu save no processo. Repetir seções inteiras da última sessão da guilda dos ladrões porque seu personagem, repentinamente, mesmo invisível, era visível. Contando aqui, corrigindo meus problemas, nas 102 horas de jornada, tive 20 crashes. Um deles corrompeu um autosave que, por sorte, eu tinha um manual 2 minutos antes dele ocorrer, senão eu teria perdido 1 hora de jogo.
No momento, a versão de patch do jogo está na 1.02. Joguei toda a experiência na 1.01 e apenas o trecho final na nova atualização. Continua extremamente desafiador entender por que amamos tanto esse jogo. Caso ainda assim você queira experimentar, recomendo desativar o save automático entre telas e usar um atalho para isso. E bem, sobre os crashes… é suportar.
CONCLUSÃO

Texto escrito por mim. Revisado por IA.








