HISTÓRIA/PREMISSA
Perennial Order não perde tempo tentando explicar muita coisa. Você é jogado em um mundo estranho, cheio de criaturas esquisitas que parecem uma mistura de planta com pesadelo. A sensação é mais de estar perdido em um lugar proibido do que de ser um herói salvador.
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
Aqui vem a parte curiosa: atacar usando o analógico. No começo é bem estranho, parece que você está lutando contra o controle em vez do inimigo. Depois de um tempo até dá para se acostumar, mas não é o sistema mais natural do mundo. Fora isso, a dificuldade é mediana. Você morre, aprende, mas não chega a ser aquele sofrimento eterno dos soulslike mais pesados.
DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA
A arte é, de longe, o ponto mais marcante. Tudo é desenhado à mão, bonito e sombrio ao mesmo tempo. É aquele estilo que dá vontade de parar e reparar nos detalhes, mesmo quando você está no meio da tensão. A trilha sonora e a ambientação completam bem, deixando o jogo com bastante personalidade.






CONCLUSÃO
No fim, Perennial Order é um jogo diferente, que não tenta ser cópia de outros soulslike. A jogabilidade com o analógico pode parecer esquisita no começo, mas a arte compensa e o desafio é justo, sem ser impossível. Não é perfeito, mas é do tipo que você respeita pelo estilo único e pelo clima que transmite.
PATÔMETRO
