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Review de Atomic Owl

Agradecimentos à Keymailer/Game.press pela chave
Versão de PC
Análise escrita por: Maronezi

Data de lançamento: 31 de julho de 2025;
Plataformas: PC;
Desenvolvedor: Monster Theater;
Distribuidor: Eastasiasoft Limited;
Gênero: Roquelike, 2D.

Oi! Me chamo Maronezi e tive o prazer de escrever minha primeira review — e nada melhor do que começar falando de Atomic Owl. Espero que gostem!


PREMISSA/NARRATIVA

No começo do jogo estamos em um bar, curtindo um momento com nossos amigos. Mas, quando a reunião termina e todos estão prestes a sair, surge o vilão Omega Wing. Ele usa uma pena mergulhada em um tipo de poço maligno, capaz de influenciar e corromper a mente dos companheiros do protagonista, Hidalgo. Assim, os amigos acabam sofrendo uma lavagem cerebral e se voltando contra você.

Hidalgo então é aprisionado em uma árvore afastada, onde permanece preso por dois anos. Até que, de repente, sua espada ganha vida e começa a falar com ele, despertando o início da nossa grande aventura.

Personagens

O grupo principal de amigos é formado por:

Hidalgo (você)

Redvolt

Goliam

Kaze

Mesmo com pouco tempo, os personagens conseguem passar personalidade e estilo.

Única crítica sobre a historia: é um pouco apressada, quase “rushada”, sem dar tanto espaço para mais explicações ou desenvolvimento.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Simplesmente uma das melhores jogabilidades que já experimentei. A movimentação é fluida, rápida e ágil, deixando o combate dinâmico e viciante. O dash funciona de forma muito parecida com o Manto Negro de Hollow Knight, o que me agradou demais — adoro mecânicas de esquiva bem trabalhadas, ainda mais quando não penalizam o jogador com dano.

Armas

Martelo: perfeito para quando preciso ganhar distância e ainda causar um bom dano.

Espada (padrão): ótima para combates rápidos; cada hit aumenta +1 de dano no inimigo.

Flatterwing: grande poder de impacto, excelente para interromper ataques carregados e ainda mais letal quando o inimigo já está com pouca vida.

Corrente (estilo Castlevania): lembra bastante o clássico chicote da franquia Castlevania. Achei maravilhosa para empurrar inimigos e manter distância, mas acabei não usando por muito tempo.

Armadura

Um detalhe que merece destaque é a Void Crow Armor. Que armadura! Além de extremamente forte, é rápida — e para mim, armadura com ataque veloz é sempre um sonho em qualquer jogo.

Mecânica Rogue-like

O jogo traz elementos de Rogue-like, um estilo que, sinceramente, eu não estava muito acostumado a jogar. Mas foi uma das formas mais interessantes de provar o gosto desse modo: repetição, aprendizado e começar tudo de novo para ficar cada vez mais esperto.

Por ser a primeira vez que mergulhei nesse estilo, fiquei até espantado em morrer e ter que recomeçar do zero. Mas nada disso me desanimou — pelo contrário, só me fez jogar com ainda mais vontade (e um pouco de raiva também 😂).

Boss Fights

As lutas contra chefes merecem um destaque especial. Cada amigo possui ataques próprios e estilos únicos, deixando as batalhas não só desafiadoras, mas também memoráveis.

Goliam: ataques pesados, mas relativamente fáceis de memorizar. Foi o primeiro boss que derrotei sem muita dificuldade, mas já deu para perceber que o jogo não seguiria tão tranquilo assim.

Kaze: aqui o negócio complicou. Rápida, ágil e com golpes quase impossíveis de prever. Mesmo quando você já espera o ataque, acaba tomando o hit. Foi uma das lutas que mais me fez passar raiva.

Redvolt: veloz e insano, com lâminas rápidas que pressionam o jogador o tempo todo. Apesar de ser “papel” (sofrendo bastante dano), ele não para de atacar, e quando você percebe, já está com 2 de HP, tentando adivinhar o próximo movimento.

Omega Wing (Final Boss): essa luta foi de tirar o fôlego. Muita coisa acontecendo na tela e pouco tempo para reagir na primeira tentativa. A sensação de não saber o que fazer é intensa, mas a mecânica Rogue-like mostra sua força: morrer, voltar e aprender. Mesmo após derrotá-lo, a história não acaba de vez — o jogo ainda te leva para mais fases, onde reencontramos os amigos já libertos da maldição. A segunda batalha contra ele não foi tão difícil, já que você passa a prever boa parte dos ataques, mas ainda assim mantém a grandiosidade.

No geral, as boss fights são um dos pontos mais altos do jogo, misturando desafio, estilo e muita personalidade.

Simplesmente uma das melhores jogabilidades que já experimentei. A movimentação é fluida, rápida e ágil, deixando o combate dinâmico e viciante.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

A arte desse jogo é simplesmente um espetáculo. A estética mistura cyberpunk com influência japonesa, e esse contraste foi uma das coisas que mais me chamou atenção. Os brilhos chamativos, as lutas cheias de detalhe e o cuidado em fazer cada inimigo se destacar deixam tudo ainda mais único.

O mais interessante é como até inimigos comuns, que não são chefes, carregam identidade própria. Depois de morrer algumas vezes para o mesmo inimigo, você já consegue identificá-lo só pelo brilho e pela forma como a arma dele funciona.

No quesito arte, não tem nem o que discutir: 10/10.

Pontos Negativos

O único grande ponto negativo é o fato de boa parte da equipe ser brasileira e ainda não ter tradução para PT-BR. Isso realmente fez falta: não sou muito bom em inglês e, por causa disso, não consegui entender bem a história em alguns momentos. De qualquer forma, serviu para aprender palavras novas — mas fica aqui o conselho de coração para que adicionem a tradução futuramente.

CONCLUSÃO

ONDE COMPRAR?

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