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Por que dropei Dreams of Another?

HISTÓRIA/PREMISSA

O jogo conta a história de dois personagens: O homem de pijamas e o O soldado errante. Você efetivamente joga com o homem de pijamas que é quem anda e usa uma arma para “abrir caminho” e “reconstruir os sonhos”. Os tiros ao invés de destruírem as coisas eles constroem os objetos e cenários.

O soldado errante, que é pacifista, tem um papel apenas de fornecer melhorias ao seu personagem e munição para suas granadas.

Os personagens exploram um mundo surreal (e ponha surreal nisso) de sonhos, interagindo com objetos que falam, tais como portas, pianos, árvores, postes de luz etc.

O jogo segue uma narrativa não linear. Todo o tempo, você vai alterar cenários e histórias a medida que vai as completando. Achei bem esquisito pra ser sincero.

As cenas e memórias do jogo, são fragmentos da mente do homem de pijamas com reflexões sobre a vida. Os sonhos, terminam abruptamente e retornam ao menu. A primeira vez, eu achei até que tinha morrido de tão bizarro que é.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Diria que esse jogo tem apelo a dois públicos: amantes de walking simulators e contemplativos. Mesmo assim, com bastante restrições.

Achei a gameplay enfadonha. Por momentos, cheguei a cochilar com o controle nas mãos. Achei muito chato. Se for para jogar algo narrativo, prefiro sem sombra de dúvidas, algo da Telltale ou Dispatch.

O jogo é um walking e powerwasher simulator, uma vez que sua arma funciona quase como o jato de água, lavando o cenário e o reconstruindo. A gameplay portanto é, andar, atirar nos objetos e no cenário, falar com uns NPCs e seguir a história. De vez em quando tem algo se se assemelha a um minijogo e você precisa fazer alguma ação levemente diferente. Tudo bastante óbvio.

TÉCNICA

Diria que esse jogo tem apelo a dois públicos: amantes de walking simulators e contemplativos. Mesmo assim, com bastante restrições.

Achei a gameplay enfadonha. Por momentos, cheguei a cochilar com o controle nas mãos. Achei muito chato. Se for para jogar algo narrativo, prefiro sem sombra de dúvidas, algo da Telltale ou Dispatch.

O jogo é um walking e powerwasher simulator, uma vez que sua arma funciona quase como o jato de água, lavando o cenário e o reconstruindo. A gameplay portanto é, andar, atirar nos objetos e no cenário, falar com uns NPCs e seguir a história. De vez em quando tem algo se se assemelha a um minijogo e você precisa fazer alguma ação levemente diferente. Tudo bastante óbvio.

CONCLUSÃO

Não gostei. Gameplay enfadonha, daquela de dormir segurando o controle. Gráficos com estilo que não me agradaram.

Levei 3 horas para dropar o jogo. Olhando o how long to beat e as conquistas, acho que mais 2 horas de tortura dariam para terminar. Só consigo indicar o jogo para quem gosta mesmo de walking simulator. Quando e se chegar no Playstation Plus, jogue se for seu estilo. Comprando, não dá.

Quer uma nota? 46

Licença enviada por:
Q-Games Ltd.
Agradecemos pela oportunidade.

Review de Jogos / Criador de Conteúdo
Ex empresário e professor de Assembly, atualmente vive em Portugal e adora passar o tempo nos seus joguinhos, com o gênero RPG de turno como seu preferido. Além de videogames, adora viajar e curtir uma boa gastronomia.

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