A Capcom apresentou um jogo completamente inovador. Além de impressionar pela beleza e pelos gráficos, o tema espacial — que sempre funcionou muito bem nos games — ganha aqui um diferencial interessante ao ser combinado com algo tão atual quanto a inteligência artificial. Tudo isso é inserido de forma inteligente e envolvente, sem parecer forçado.
O jogo é em terceira pessoa e, nas primeiras impressões, acompanhamos um humano ao lado de uma menina que parece se identificar como um androide ou uma IA incorporada. O grande diferencial está na jogabilidade, que foge totalmente do padrão. Agora, você controla os dois personagens ao mesmo tempo: enquanto mira e combate com o humano, a menina ativa um painel visor para analisar os inimigos, codificando pontos estratégicos e expondo seus pontos fracos. Esse sistema é algo realmente novo e surpreendente — não é algo que se vê todo dia.
A demo deixa claro o alto nível de polimento. A otimização está excelente, as lutas são intensas e bem construídas, e o boss apresentado é muito bem desenhado, tanto visualmente quanto mecanicamente. O desafio é equilibrado, os gráficos são lindos e o jogo já passa aquela sensação de que a história ainda vai entregar grandes surpresas.
O hype, com certeza, está mais do que justificado.
