Arquivo de Safezone - Patobah! https://antigo.patobah.com.br/category/parceiros/safesone/ Site de jogos com notícias e reviews. Análises de games, tecnologia, retrogaming e entrevistas sobre o universo gamer em um só lugar. Fri, 31 Oct 2025 23:15:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/antigo.patobah.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-patobah-1000-x-1000-px-1-png.webp?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivo de Safezone - Patobah! https://antigo.patobah.com.br/category/parceiros/safesone/ 32 32 234808719 Wedgetail: Entrevista exclusiva com a equipe de desenvolvimento https://antigo.patobah.com.br/wedgetail-entrevista-exclusiva-com-a-equipe-de-desenvolvimento/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=wedgetail-entrevista-exclusiva-com-a-equipe-de-desenvolvimento https://antigo.patobah.com.br/wedgetail-entrevista-exclusiva-com-a-equipe-de-desenvolvimento/#respond Wed, 22 Oct 2025 13:56:23 +0000 https://patobah.com.br/?p=61707 Entrevista exclusiva BGS 25 - WEDGETAIL

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Conheça Wedgetail, o hero shooter nacional, em entrevista exclusiva. Veja a versão escrita e vídeo com a equipe de desenvolvimento

Entrevistamos a equipe de desenvolvimento do Wedgetail, inovador hero shooter nacional que mistura ação aérea e gameplay diferenciada. Abaixo, você confere a entrevista escrita e o vídeo completo. 

O Wedgetail nasceu da vontade de trazer algo único ao cenário competitivo, unindo navegação aérea e mecânicas de heróis com habilidades distintas. A equipe revela que a ideia surgiu ao estudar o mercado e buscar inovação, evitando fórmulas já saturadas. 

Com 40% do jogo desenvolvido, o lançamento está previsto para o final de 2026 ou início de 2027. O jogo será free to play, com monetização focada em cosméticos, passes de batalha e eventos que manterão a comunidade engajada. 

A comunidade já pode participar dos play tests, acessando chaves pelo Discord e acompanhando o projeto pelo Instagram “Play Wedgetail”. A equipe destaca a importância do feedback dos jogadores para aprimorar o game e prevê torneios presenciais para fortalecer o cenário nacional antes da expansão internacional. 

Não perca a chance de conhecer esse título que promete revolucionar o mercado brasileiro de games. Confira abaixo a entrevista completa e o vídeo com a equipe. 

Entrevista

Kurama:
Eh, tô aqui com a Bruna Simões e o Thiago. 

Kurama:
Eu sou da Dungeon Zone, parceiro do Patobah e da Safe Zone. Queria saber se vocês podem me contar um pouquinho sobre o jogo, o desenvolvimento e o que vocês têm de perspectiva, né? Acho que a gente pode começar com a ideia: o que fez vocês terem essa ideia de juntar Hero Shooter com um jogo de nave. Podem falar um pouquinho, por favor? 

Bruna Simões:
Posso sim. Bom, a ideia é o seguinte: no começo, quando a gente estava desenvolvendo o jogo, antes de ser o Wedgetail, ele se chamava Cyber Sky. A gente estava estudando um pouco do mercado de cripto, do que queria fazer, e a aviação sempre foi um tema que a gente gostou muito, os nossos investidores também.
Mas, quando começamos a estudar mais o mercado, decidimos não vincular nenhum projeto a cripto, e sim ir para a indústria tradicional de jogos. A aviação sempre foi um tema muito legal, e a gente sempre quis entrar no mercado competitivo de eSports. Só que fazer um jogo competitivo igual aos outros, tipo FPS, não fazia sentido, porque já existem jogos muito bons e com muito investimento. Então, quisemos fazer um gênero novo!
Uma inspiração pra gente, que não é de nave, mas é de mecânica diferente, é o Rocket League, que são carros, e a gente começou a se inspirar nisso: como juntar a ideia de um Hero Shooter, com personagens e habilidades, a um mecanismo totalmente diferente de gameplay.
Não foi uma decisão do nada, mas resultado de testes, conceitos, pesquisa, e as coisas foram acontecendo. E cá estamos. 

Kurama:
Muito legal. Claro que imagino que, pra vocês, o cenário brasileiro não é o único que querem alcançar, mas também o internacional.
Vindo para o mercado nacional, vocês têm qual perspectiva? O jogo tem data de lançamento? Está em desenvolvimento? Onde as pessoas podem achá-lo? 

Bruna Simões:
Ele ainda está em desenvolvimento, estamos com cerca de 40% prontos.
Nossa perspectiva é lançar provavelmente no final do ano que vem ou no começo de 2027. A ideia de trazer o jogo aqui, ainda nessa fase inicial mas já jogável, é pra testarmos com o público, ver o que a galera acha, ouvir os feedbacks, e ele vai ser free to play.
Nosso objetivo agora é construir a comunidade, realizar torneios e sentir o momento certo para o lançamento. 

Kurama:
Muito legal. Eu não cheguei a jogar ainda, pretendo, mas dá pra perceber que a arte está muito bonita, a gameplay parece bem fluida também, e a gente sabe que, pra um jogo ser bom, gameplay conta muito.
Queria saber, o pessoal tem dado um feedback legal? O que vocês estão achando? 

Bruna Simões:
Deixo o Thiago responder essa. 

Thiago:
Oi, prazer, meu nome é Thiago, sou programador aqui no Wedgetail, responsável por alguns setores do jogo.
A melhor parte é o público, na verdade, entender o que está certo e o que está errado, porque nem tudo sai perfeito, a melhor parte é coletar os feedbacks da galera e trazer melhorias pro jogo. O pessoal pode acessar o nosso servidor no Discord, solicitar uma chave e baixar o jogo na Steam.
A gente sempre abre play tests fechados, a comunidade é muito presente, entra, testa, dá feedback, e a gente corrige. 
Também estamos entrando no cenário de eSports com algumas equipes (não posso revelar quais ainda).
Na parte técnica, o jogo está em versão alfa, como a Bruna mencionou, cerca de 40%, a versão final deve ser no final do ano que vem, e no meio do ano deve sair uma versão beta aberta na Steam e outras plataformas. 

Kurama:
Bacana. Você comentou que o jogo será gratuito, né? E a gente sabe que, quando o jogo é gratuito, ele precisa se sustentar de alguma forma. Quais as perspectivas de monetização? Vão trazer eventos, cosméticos, Battle Pass? 

Bruna Simões:
Sim, exatamente. É quase um “Ctrl C + Ctrl V” do Fortnite no sentido de monetização, a gente admira a estrutura de design e monetização deles.
O jogo será free to play, sem pay to win, tudo será cosmético, passes de batalha, seasons, eventos, parcerias com marcas, algumas já estão em conversa.
Nossa ideia é fazer torneios presenciais e, nos próximos dois ou três anos, consolidar o jogo aqui no Brasil antes de lançá-lo internacionalmente. 

Kurama:
Bacana. Onde podemos encontrar o Wedgetail, pra jogar e colocar na lista de desejos?

Bruna Simões:
A lista de desejos está na Steam. Mas vocês podem entrar no nosso Instagram, que é “Play Wedgetail”. Lá tem links pro Discord, pra comunidade do WhatsApp e tudo mais.
Quem entra no Discord pode pedir uma chave privada, mas o jogo não fica aberto o tempo todo. A gente libera em momentos específicos pra testar builds, fazer campeonatos, etc. 

Kurama:
Maravilha. Vi que você citou o Discord. A comunidade é forte lá, e isso ajuda muito na divulgação.
Você comentou sobre planos de dois, três anos, algo de médio a longo prazo.
Quero parabenizar vocês. Não é fácil produzir, ainda mais numa indústria tão competitiva. E o jogo de vocês é realmente inovador, um Hero Shooter de naves é algo que eu nunca vi. 

Bruna Simões:
Não tem mesmo. (risos) 

Kurama:
Então dá pra ver que é algo diferente. Parabéns por conquistarem o espaço que estão conquistando, por ouvir o público e desenvolver com tanto cuidado.
Meus parabéns de verdade. 

Bruna Simões:
Obrigada. Quero agradecer pela entrevista, é sempre uma oportunidade poder falar sobre o projeto e ouvir pessoas interessadas.
Quem quiser conhecer mais e participar dos play tests, estamos sempre abertos.
A construção da comunidade, ouvindo a comunidade, é como a gente, brasileiros, constrói algo pra gente mesmo.
Sejam bem-vindos ao Wedgetail. Vamos nos ver muito ainda, podem ter certeza. 

Kurama: 
Gente, muito obrigado, viu? Meus parabéns. Sucesso. 

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BGS 25 | Entrevista com Tommy Williams, diretor de comunicações da Konami, na BGS 2025 https://antigo.patobah.com.br/bgs-25-entrevista-com-tommy-williams-diretor-de-comunicacoes-da-konami-na-bgs-2025/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bgs-25-entrevista-com-tommy-williams-diretor-de-comunicacoes-da-konami-na-bgs-2025 https://antigo.patobah.com.br/bgs-25-entrevista-com-tommy-williams-diretor-de-comunicacoes-da-konami-na-bgs-2025/#respond Tue, 14 Oct 2025 21:38:31 +0000 https://patobah.com.br/?p=60973 Na BGS, Konami destacou Efootball e Yu-Gi-Oh, reforçando os laços com fãs brasileiros e demonstrou mais de como tem sido a experiencia no mercado nacional.

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Na BGS 2025, a Konami destacou eFootball e Yu-Gi-Oh!, reforçando os laços com os fãs brasileiros e mostrando como tem sido sua experiência no mercado nacional.

Após quase uma década sem presença oficial na Brasil Game Show, a Konami voltou em grande estilo. A empresa japonesa marcou território com eFootball e um crossover inédito com Yu-Gi-Oh!, celebrando o público brasileiro e o crescimento de suas franquias no país.

Durante o evento, a marca apresentou novidades do jogo e lembrou colaborações anteriores, como com Blue Lock e Tsubasa, antes de unir forças com Yu-Gi-Oh! — um movimento que reforça o peso dessas franquias no Brasil, onde o público é apaixonado tanto pelo futebol quanto pelo clássico dos duelos de cartas.

Gabriel conversou com Tommy Williams, diretor de comunicações da Konami, sobre a volta da empresa à BGS, o sucesso de eFootball, a relação com os fãs brasileiros e o futuro de outras franquias como Metal Gear e Silent Hill.

H&G: Tommy, é um prazer falar contigo. Você é um dos representantes da Konami aqui na BGS, certo? Qual é o seu cargo na empresa?

Tommy: Eu sou o diretor de comunicações da Konami e represento todas as nossas franquias e jogos. Hoje estamos aqui focados em eFootball e no nosso crossover com Yu-Gi-Oh!, mas também represento Metal Gear, Silent Hill e todos os nossos títulos.

A energia única do público brasileiro

H&G: Fale um pouco sobre a BGS. Qual é a importância dessa presença da Konami no Brasil e no evento?

Tommy: Cara, a energia do Brasil é única! Os fãs, as pessoas… não tem nada igual. São amáveis, incríveis! E amamos isso.
E não é só sobre eFootball, mas sobre todos os nossos jogos. O Brasil é muito importante para nós.
Fazia mais de dez anos que não estávamos oficialmente na BGS, e a comunidade do eFootball só cresceu.
A comunidade de Yu-Gi-Oh! também é enorme, e muita gente nem imagina o tamanho dela por aqui.
Esse crossover entre as duas franquias é algo especial — tivemos colaborações anteriores com Blue Lock e Tsubasa, e agora com Yu-Gi-Oh! (que é uma das nossas próprias marcas), parecia destinado a acontecer.

H&G: Muitos fãs esperavam ver Metal Gear e Silent Hill F na feira. Por que esses títulos não apareceram na BGS?

Tommy: Tem muitos motivos, sabe? O principal é o momento. Tivemos grandes lançamentos neste ano — dois títulos AAA — e passamos boa parte do tempo nos preparando para eles, enquanto seguimos atualizando eFootball.
Infelizmente, não conseguimos trazer Metal Gear e Silent Hill desta vez, mas isso não significa que sejam menos importantes.
Fizemos o possível para garantir presença na BGS e estar com nossos fãs, mesmo que não pudéssemos apresentar tudo.
Amamos o público brasileiro tanto quanto qualquer outro mercado, e certamente teremos novos momentos para compartilhar essas franquias aqui.

H&G: O eFootball vem crescendo muito no Brasil e na América Latina. Como tem sido essa experiência, especialmente com o formato gratuito e o suporte mobile?

Tommy: É difícil comparar diretamente com os concorrentes, mas posso dizer que a comunidade de eFootball no Brasil é muito forte.
Durante a feira, tivemos Denílson no palco com Junichi Taya, um dos produtores que veio do Japão, conversando diretamente com os fãs.
Isso é algo que valorizamos muito — ouvir o público e receber feedbacks reais.

Nosso objetivo é melhorar o jogo continuamente. Por ser um live service, eFootball está sempre evoluindo, e queremos mantê-lo acessível e interessante tanto para novos jogadores quanto para os veteranos.

H&G: Sei que você é fã da NFL. Aqui no Brasil, o futebol americano tem crescido muito. Chegou a acompanhar o jogo da liga que aconteceu aqui este ano?

Tommy: Sim! Vi que os Chiefs e os Chargers jogaram aqui. Foi incrível ver o entusiasmo do público brasileiro.

H&G: E o que você prefere — futebol ou futebol americano?

Tommy: Eu gosto de todos os esportes, mas o basquete é o meu favorito.
(risos) E, pra gente, “futebol americano” é só “futebol”. Esse termo é meio engraçado pra nós.

H&G: Aqui a gente precisa diferenciar, já que “football” virou “futebol”.

Tommy: (risos) Entendo! Mas eu também amo o futebol tradicional.

H&G: Tem algum time preferido?

Tommy: Cada país tem o seu, né? Quando viajo, tento assistir a um jogo local.
Mas, nos Estados Unidos, a maioria é fã do Manchester United, mesmo que não saiba o nome de dois jogadores. (risos)
Quando era criança, eu via o Milan jogar — Kaká, Shevchenko, Dida… aquele time era incrível.

H&G: O lendário Maldini também!

Tommy: Exato! Maldini era um líder. Tenho muito respeito por ele.

H&G: Muito obrigado pela entrevista, Tommy. Foi um prazer conversar contigo!

Tommy: O prazer foi meu! Adoro o público brasileiro — e prometo que ainda vamos voltar com muitas novidades.

📸 Entrevista realizada por Gabriel (História e Games)
Publicada originalmente nos portais Safe Zone e Dungeon Zone.

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Review de Metal Gear Solid Delta: Snake Eater https://antigo.patobah.com.br/review-de-metal-gear-solid-delta-snake-eater/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-metal-gear-solid-delta-snake-eater https://antigo.patobah.com.br/review-de-metal-gear-solid-delta-snake-eater/#respond Fri, 22 Aug 2025 17:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=56468 Confira a nossa análise de Metal Gear Solid Delta. A chave do game foi cedida pela Konami para esta missão ultra secreta! E missão dada é missão cumprida!

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Metal Gear Solid voltou! Mas ele ainda é tão bom como você lembrava?
Análise cedida por Safe Zone Games / Dungeon Zone

Essa análise pode conter spoilers menores que não são importantes para o game | Plataforma jogada: Steam | O game foi jogado em PT-BR

Escrito por: Griffith, fundador da DungeonZone

Você abandonaria tudo que ama pelo seu país? Teria a capacidade de viver uma vida dupla? e esconder o que faz das pessoas que você ama? E o mais importante, você consegue conviver com suas escolhas?

O que é Metal Gear Solid: Delta?

Metal Gear Solid: Delta é um remake de um dos games mais incríveis do PlayStation 2: Metal Gear Solid 3: Snake Eater, lançado originalmente em 2004. Trata-se de um jogo de ação e aventura muito aclamado pelos fãs, com foco em stealth. O remake traz novos modos, melhorias gráficas, localização em PT-BR e, claro, muita nostalgia.

A história de Metal Gear Delta

Apesar de não ser o primeiro jogo lançado da franquia, ele é tecnicamente o primeiro em ordem cronológica, passando-se no início dos anos 60, em plena Guerra Fria. Você assume o papel de Snake, ou pelo menos esse é o nome que utiliza. Sua missão é resgatar um cientista soviético envolvido em projetos balísticos e, claro, enfrentar a ameaça do famigerado Shagohod, uma arma extremamente poderosa que poderia mudar os rumos da guerra a favor dos russos. Além disso, será preciso derrotar inimigos peculiares, mas perigosos: agentes com diferentes habilidades, treinados para cumprir seus objetivos a qualquer custo.

História de respeito!

Em Delta, testemunhamos o nascimento de uma lenda, uma lenda construída a partir de uma mentira contada por um mártir que pagou um preço altíssimo. Para mim, talvez esse seja o personagem mais importante do jogo, e um dos mais marcantes de toda a franquia. E não, não estou falando de Snake… Mas não irei me aprofundar nesse ponto. Mesmo após mais de 20 anos, considero essa revelação uma das experiências mais impactantes em um jogo. O momento em que a verdade vem à tona pode ser cruel demais para alguns, e é justamente isso que o torna tão mágico.

Jogabilidade única

Metal Gear Solid segue a mesma fórmula aclamada criada pelo gênio Hideo Kojima. Os controles podem parecer um pouco peculiares para quem é novo na franquia, mas isso não significa que o jogo seja difícil. A lógica ainda prevalece, o que facilita bastante a jogatina em diversos momentos. O game é em terceira pessoa, com uma câmera um pouco afastada do personagem. Porém, no remake, é possível optar por uma câmera over the shoulder, no melhor estilo “PlayStation”, ou seja, bem próxima do jogador, dando a sensação de um jogo de aventura mais tradicional. Mas não se engane: em alguns momentos essa câmera pode atrapalhar, como em combates corpo a corpo contra certos chefes ou em situações com muitos inimigos próximos. Fora isso, não encontrei grandes problemas.

Olha essa geometria Kojima, o que você fez?

O jogo é perfeito para quem ama filmes de espionagem, boas doses de ação, personagens carismáticos e intrigantes, além, é claro, de uma história incrível. O cenário é interligado, funcionando como várias áreas menores conectadas entre si. Dentro delas, encontramos animais que podem ser caçados e depois devorados para saciar a fome, sim, Snake precisa comer, afinal, ele não é de ferro! Se não se alimentar, em algum momento ficará sem stamina. Só não recomendo provar a comida russa… por algum motivo, ninguém gosta dela.

Se o personagem se machucar de alguma forma, seja quebrando um osso ou levando um tiro, será necessário curá-lo. O sistema de cura é bem interessante. Por exemplo: se você levar um tiro e a bala ficar alojada no braço, será preciso desinfetar o ferimento, remover a bala, fechar o machucado e seguir todo o processo de tratamento. Eu acho isso incrível! Às vezes, inclusive, aparece uma pequena janela nesse menu mostrando uma animação do Snake fazendo o curativo.

Ah… E toda vez que você vai salvar o jogo, você precisa sintonizar em uma frequência de rádio específica, e a a moça do outro lado do rádio vai conversar com você sobre filmes como 007, Godzilla, e vários outros assuntos interessantes, eu adoro esses momentos…

Como este é um jogo de espionagem tática, você precisa estar sempre atento e usar o ambiente ao seu redor para se camuflar e se esconder, seja em troncos, arbustos, rios ou até dentro de armários. Não importa, você vai ter que se virar. E, claro, não pode sair fazendo barulho: é preciso jogar de forma sorrateira. Para isso, o jogo oferece silenciadores, facas e, claro, o famoso estilo de combate marcial desenvolvido por Snake e sua tutora, e acredite, ele é bem eficaz. Temos também inúmeras ferramentas que nos ajudam nas missões, como por exemplo: radar que identifica movimento, uma caixa para se esconder, uma pílula que faz o seu personagem se fingir de morto, itens de cura, diversas armas pesadas, além de vários itens coletáveis escondidos pelo cenário, revistas e bonecos animados para ser mais exato.

Confira o trailer de lançamento destacando essa versão do game!

Também temos o sistema de camuflagem das roupas de Snake, em que as cores e até a maquiagem do personagem são usadas para se misturar à vegetação ou ao ambiente ao redor. É uma ideia muito inteligente! Afinal, quem desconfiaria de um jacaré passeando pelo meio de uma base militar? Sim, você pode literalmente se vestir de jacaré… E usar disfarces no game é algo que me diverte demais.

Hideo Kojima, o criador do game original, já afirmou em entrevistas que é totalmente contrário a conflitos armados, muito por conta do passado do Japão. Por isso, é fácil entender a ênfase que ele dá a temas envolvendo potências militares lutando pela dominação global e exibindo suas armas nucleares, capazes de exterminar milhões de vidas em questão de segundos. Essa mensagem anti-guerra não está presente apenas em Metal Gear Delta, mas permeia praticamente todos os jogos de Kojima. E não para por aí: o game também passa a ideia de que você deve agir com bondade. Se decidir sair matando todos os inimigos, isso pode ter consequências no futuro… Não vou revelar exatamente quais, mas digamos que não é uma boa ideia.

As batalhas contra os chefes são muito bem elaboradas e dinâmicas. Cada um deles possui sua própria arena e representa uma emoção ou ação humana, com nomes que carregam mensagens explícitas relacionadas aos temas do jogo. Vou citar apenas um exemplo, talvez o mais icônico do game, e até da franquia. Trata-se de um franco-atirador extremamente idoso, com mais de 100 anos, chamado The End (em português, “O Fim”). Irônico, não acha? Mas não se engane: apesar da idade, ele é altamente treinado e, no menor descuido, pode te eliminar com sua poderosa sniper. No entanto, o jogo também permite que você se aproxime sorrateiramente dele, até mesmo por trás, para rendê-lo e receber sua camuflagem como forma de humilhação por ter sido pego desprevenido. São esses pequenos detalhes que tornam a experiência tão marcante.

Mas afinal, o que temos no Remake?

Algumas coisas me chamaram a atenção nessa versão do game, vou citar elas de forma avulsa, acho que não precisam de uma explicação muito precisa:

  • O antigo game do PS2 pesava em torno de uns 8GB algo do tipo, o novo game pesa mais de 100GB no seu SSD.
  • Apesar do game ter sido desenvolvido na Unreal Engine 5, raramente tive problemas de desempenho como Stuttering ou Crashes.
  • Os gráficos são lindos, é uma melhoria bem significativa em comparação com os games anteriores.
  • As cutscenes parecem estar bem leais ao game original, acho que quase não tem diferença.
  • A movimentação é basicamente a mesma do game original, não notei muita diferença.
  • Podemos alternar a câmera para clássica ou Acima do ombro.
  • Temos várias opções de acessibilidade no game.
  • Temos o modo Snake contra Macaco (o modo retornou, bom, não dava para deixar de fora né).
  • Temos um outro modo chamado Guy Savage, e ele só é liberado após finalizar o game, prefiro não comentar sobre ele porque achei bem interessante e acho que para que não jogou o game original, esse modo deve ser uma grata surpresa, digamos que ele é um modo “hack-and-slash” bem legal).
  • Temos o Novo Game +, que é liberado ao finalizar a campanha principal.
  • Na aba “extras” no menu principal, teremos como revisitar cutscenes do game, ler um pouco sobre as “comidas” e animais que encontramos durante a jogatina, também podemos apreciar os uniformes e camuflagens usadas durante o game, e claro, temos também uma opção de verificar informações sobre personagens relevantes da história, e estava quase esquecendo, até mesmo da para ver suas estatísticas.
  • O game está em português do Brasil!
  • Metal Gear Delta é bem divertido, da mesma forma que ele era lá nas gerações antigas.
A IGN postou esse vídeo mostrando as diferenças entre alguns chefes do game, e as mudanças são bem relevantes

Trilha Sonora

A trilha sonora é excelente e se encaixa perfeitamente em todos os momentos do jogo. Não me refiro apenas às músicas das cutscenes, mas a toda a ambientação sonora: os passos na lama ou em plataformas de metal, o som dos animais durante as passagens pela floresta, as conversas entre personagens, a estática do rádio quando precisamos nos comunicar, o barulho das armas… tudo é muito bem feito, sem causar qualquer desconforto nesse aspecto. Como joguei o original pela última vez no ano retrasado e o remaster no ano passado, não percebi mudanças significativas em relação às músicas dentro do game. Portanto, peço desculpas caso tenha deixado passar algum detalhe.

Receba esse poster incrível, ele é uma homenagem ao estilo clássico de arte normalmente encontrado para os games do nosso querido Kojima.

Sim, eu tive que parar a sua leitura para estampar esse poster incrível do game.

Opiniões

Os times da Konami e da Virtuos fizeram um ótimo trabalho com o game. Só tenho pontos positivos a destacar: os gráficos estão lindos, a jogabilidade continua tão boa e diferenciada quanto eu lembrava, as vozes (em inglês) são excelentes, a trilha sonora é impecável e os inimigos principais seguem intrigantes e carismáticos. Aliás, pensando bem, como este é o primeiro jogo em ordem cronológica, acredito que pode servir como uma ótima porta de entrada na franquia para novos jogadores. E, claro, se o game tiver sucesso financeiro, eu ficaria muito feliz em jogar um remake de Metal Gear Solid 2. Não vejo problema nisso. Mas também preciso ser honesto: os títulos antigos ainda se mantêm muito bem, mesmo décadas após o lançamento.

Post aleatório do meu X para te deixar pensativo

Acho que a ideia da Konami é trazer mais pessoas para conhecer a franquia, mas principalmente, a nova geração de gamers, afinal, Metal Gear Solid 3 foi um dos grandes games da era PS2, e por isso ganhou o coração de milhões de jogadores ao redor do mundo.

Horários e datas de lançamento para o game!

Quando criança, eu sempre assistia aos filmes do James Bond, o famoso 007, além de Três Espiãs Demais. Também jogava Syphon Filter no meu PlayStation 1 e ficava maravilhado com as possibilidades. Então, quando tive a oportunidade de jogar Metal Gear Solid 1 no meu PlayStation, fiquei chocado: o game era muito avançado para a época. Eu ficava maluco só de pensar nas estratégias necessárias para passar pelos inimigos sem ser visto, coletar cartões de segurança dos guardas para acessar outras salas, evitar câmeras e muito mais. O que me deixa feliz é que aquele mesmo sentimento que eu tinha quando criança não foi embora; ele permanece vivo até hoje, com o remake do 3, tantos anos depois. Se a ideia da Konami era me convencer de que está de volta, posso dizer que eles conseguiram.

Eu tenho as duas coleções da franquia, a do PS5 e a do PS3.

Kojima e Konami…

Vi que muitas pessoas já estavam criticando o game só de olhar o trailer, e eu entendo o motivo. Entendo essa relação complicada entre o Kojima e a Konami, as coisas que não deram certo no passado. Mas uma coisa que muitos não levam em consideração é que o tempo passa, as coisas mudam, e não podemos viver apenas do passado: precisamos focar no futuro. Tanto a Konami quanto o Kojima encontraram sucesso em seus caminhos. Eu gosto de ambos, e ambos foram parte importante da minha infância. E hoje em 2025, você pode aproveitar Death Stranding e Metal Gear ao mesmo tempo.

Acho que, às vezes, as pessoas poderiam fazer o mesmo. Afinal, acredito que só dá para falar sobre algo quando se tem conhecimento de causa, e, nesse caso, é preciso jogar para tirar suas próprias conclusões. Como disse, eu entendo o sentimento das pessoas, mas também entendo que a vida é assim: precisamos seguir em frente e focar nas coisas boas. Para a minha sorte, Metal Gear Delta é um game incrível e, após mais de 15 horas de jogo, posso dizer: ele é tão bom quanto eu lembrava.

Eu não me lembrava disso…

Metal Gear Delta tem, ao menos na minha visão, uma das mensagens mais marcantes que já testemunhei em um jogo. Ele fala sobre sacrifício por um bem maior, sobre nunca desistir, mesmo que às vezes pareça impossível. Se é algo que vale a pena lutar, então precisamos ir até o fim. E, de fato, nem tudo é o que parece e, independentemente do lado em que você esteja, sempre haverá pontos positivos e negativos. Cabe a você não se corromper em meio ao caos.

Nosso veredito:

Recomendado para quem deseja reviver a nostalgia de um dos maiores games da era PS2, agora com gráficos aprimorados e diversas opções de dificuldade e acessibilidade. Talvez este seja o game mais divertido da franquia aos meus olhos e, para mim, valeu a pena jogá-lo novamente e reviver essa história incrível, criada originalmente por Hideo Kojima.

Uma última informação, olha essa hud, ela é bem tática não é mesmo?

Conclusão:

  • Se você tem a versão HD que saiu recentemente para PS5, XBOX e Steam, talvez não precise jogar essa
  • Os gráficos são insamente lindos
  • A Unreal Engine 5 não atrapalhou o desempenho do game, o que foi surpreendente para mim, tive um desempenho muito satisfatório no game
  • O preço é um pouco salgado para um remake que tirando certas mudanças, é bem próximo de um remaster
  • Antes que as teorias da conspiração rolem novamente, sim, o nome de Kojima está nos créditos e na intro do game.
  • Não encontrei nenhum bug
  • Não crashou uma vez sequer
  • O game está muito divertido, e as vezes, é só isso que importa!
  • Virtualmente a movimentação dos personagens e jogabilidade permanece a mesma
  • Se você gosta de uma geometria bem feita, recomendo jogar Metal Gear Delta!

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Review de Edens Zero – Um jogo que realmente respeita sua obra original https://antigo.patobah.com.br/review-de-edens-zero/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-edens-zero https://antigo.patobah.com.br/review-de-edens-zero/#respond Sat, 09 Aug 2025 13:29:02 +0000 https://patobah.com.br/?p=55422 A Konami mostra competência em uma área que eu não conhecia dela.

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Agradecimentos à Konami pela licença e a Safezonegames pela oportunidade.
Você pode ler essa review na Safe também.
Versão de PC (Via Steam)

Data de lançamento: 15 de julho de 2025
Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X/S e Microsoft Windows;
Desenvolvedor: Konami;
Distribuidor: Konami;
Gênero: RPG de ação.


PREMISSA/NARRATIVA

Entrar no universo de Edens Zero é como embarcar numa nave espacial cheia de glitter cósmico, briga de bar e conversas sobre amizade que poderiam muito bem acontecer numa mesa de boteco, só que no espaço. A história segue Shiki, um cara com poderes de gravidade que vive para ajudar os outros e arrumar confusão, acompanhado pela Rebecca (influencer intergaláctica) e o gato robótico Happy, que é basicamente a definição de carisma felino em forma digital.

O jogo não se limita a simplesmente jogar na sua cara os acontecimentos do mangá e do anime. A Konami decidiu inserir conteúdo extra, incluindo missões inéditas e momentos que expandem o lore. É o tipo de adaptação que agrada tanto quem já conhece o universo quanto quem chegou de paraquedas, porque consegue manter o espírito original e ainda oferecer algo novo para explorar.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

A jogabilidade de Edens Zero é o tipo de experiência que te prende não só pelo combate, mas também pelo ritmo de progressão e variedade de atividades. Aqui, a Konami acertou ao misturar um sistema de ação rápida com mecânicas de personalização e gerenciamento que fazem diferença real na aventura.

O combate é a estrela. Cada um dos oito personagens jogáveis traz um estilo próprio que não é só cosmético: Shiki é um tanque ágil que usa gravidade para arremessar inimigos no ar ou esmagá-los no chão; Rebecca, com suas pistolas, transforma qualquer corredor em um festival de balas; Homura é o clássico “golpe de espada rápido e letal” que todo mundo ama, e por aí vai. Trocar entre eles durante as missões dá um gás na jogatina e impede aquela sensação de repetição.

Os ataques básicos se encadeiam em combos fluidos, mas o que realmente dá gosto é encher a barra para liberar os Ataques Finais ou ativar o Overboost. É nesse momento que a tela se transforma num show de luzes digno de Réveillon, e os inimigos viram estatística no contador de derrotados. Há ainda habilidades específicas chamadas Signature Actions, que adicionam aquele toque único a cada personagem e são perfeitas para virar a maré de uma luta difícil.

Mas Edens Zero não vive só de porradaria. Fora das batalhas, a nave funciona como um hub central cheio de recursos: dá para cozinhar pratos que aumentam status temporários, recrutar tripulantes (até ex-vilões que você derrotou no passado) e melhorar instalações que influenciam diretamente no desempenho em campo. O sistema de equipamento é outro ponto alto — são mais de 700 peças para coletar, que mudam tanto o visual quanto as estatísticas, permitindo desde criar um Shiki superdefensivo até uma Rebecca com dano crítico absurdo.

As missões secundárias não são só “pega e entrega”: muitas trazem combates específicos, histórias curtas e até encontros com personagens que não aparecem na campanha principal. Somando isso a mais de 200 missões totais, colecionáveis e exploração de planetas variados, o jogo entrega conteúdo suficiente para deixar qualquer jogador ocupado por semanas, sem aquela sensação de estar enrolando só para esticar a duração.

O jogo não te prende apenas ao conteúdo da obra, ele adiciona alguns bônus bem interessantes.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

O jogo tem aquele visual vibrante que grita “Hiro Mashima” a cada frame. As cores são intensas, os cenários variam de cidades futuristas a florestas alienígenas, e tudo tem um brilho de anime moderno que não chega a ser exagerado a ponto de cansar. Os modelos dos personagens são extremamente fiéis às artes originais, mas com animações que os deixam mais expressivos durante o combate e as cutscenes.

Tecnicamente, a performance é estável, sem quedas bruscas de FPS mesmo quando a tela vira um carnaval de efeitos. A trilha sonora mescla músicas orquestradas com batidas eletrônicas, criando um clima de aventura espacial épica. É aquele tipo de OST que você acaba deixando tocando de fundo só para sentir que está num anime enquanto lava a louça.

CONCLUSÃO

Edens Zero não é só mais uma adaptação preguiçosa de anime para jogo. É um RPG de ação robusto, com conteúdo para manter qualquer fã ocupado por dezenas de horas e, mais importante, respeitando a obra original enquanto acrescenta algo a ela. A jogabilidade é sólida, a variedade de personagens mantém o frescor, e a direção de arte entrega o pacote visual que os fãs merecem.

Se você é fã do mangá ou anime, é praticamente obrigatório. Se não conhece nada do universo, ainda assim pode ser uma ótima porta de entrada, já que tudo é explicado e desenvolvido de forma natural. No meu caso, terminei querendo revisitar a série inteira e, claro, passar mais tempo voando pela galáxia com essa tripulação maluca.

Seria possível fazer diferente? Talvez, eu acredito que um game de luta seria o ideal nesse caso, até para fugir um pouco dessa receita que lembra um pouco a estética e gameplay famosa pela Bandai, porém… Temos muita qualidade e acertos nesse título.

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World of Warcraft Classic: Criação de personagens https://antigo.patobah.com.br/world-of-warcraft-classic-criacao-de-personagens/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=world-of-warcraft-classic-criacao-de-personagens https://antigo.patobah.com.br/world-of-warcraft-classic-criacao-de-personagens/#respond Sat, 14 Jun 2025 12:43:52 +0000 https://patobah.com.br/?p=51012 “Saudações, aventureiros de Azeroth! Que os ventos da magia e os tambores da guerra nos guiem nesta jornada, eu sou o Astrobit e hoje estou aqui para dar início junto com vocês a essa jornada em WoW Classic, para revivermos juntos o maior MMORPG da história”.  chave fornecida e cpnteúdo em colab com SAFE ZONE […]

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“Saudações, aventureiros de Azeroth! Que os ventos da magia e os tambores da guerra nos guiem nesta jornada, eu sou o Astrobit e hoje estou aqui para dar início junto com vocês a essa jornada em WoW Classic, para revivermos juntos o maior MMORPG da história”. 

chave fornecida e cpnteúdo em colab com SAFE ZONE GAMES

World of Warcraft Classic é a versão fiel ao WoW original de 2004, trazendo a experiência pura do MMORPG sem as facilidades e mudanças das expansões modernas. Se você está começando agora ou quer relembrar essa jornada épica, este guia vai te ajudar a dar os primeiros passos! 

A História por Trás de WoW Classic 

WoW Classic se passa logo após os eventos de Warcraft III: The Frozen Throne. Azeroth ainda se recupera das Guerras entre a Aliança e a Horda, enquanto novas ameaças surgem no horizonte. Sem a presença de grandes expansões, os jogadores vivem um mundo onde as terras de Kalimdor e dos Reinos do Leste estão repletas de desafios, mas também de oportunidades para aventureiros em ascensão. 

Os principais conflitos envolvem: 

  • A rivalidade contínua entre Aliança e Horda
  • O ressurgimento de inimigos como os Dragões Negros, os Trolls das Selvas e as forças demoníacas remanescentes da Legião Ardente
  • Masmorras e Raides desafiadoras, como Molten Core e Blackwing Lair, que testam a coragem dos jogadores de alto nível. 

Agora que você conhece o cenário, vamos para a criação do seu personagem! 

Criação de Personagem: Raças e Classes

Aliança 

A Aliança é formada por civilizações mais organizadas e tradicionais, prezando a honra e a luz. Suas raças disponíveis são: 

  • Humanos – Versáteis, ótimos para qualquer classe. Têm bônus em Espadas e Maças. 
  • Anões – Resistência a Gelo e habilidade de encontrar baús escondidos. Ótimos como Paladinos e Guerreiros. 
  • Elfos Noturnos – Agilidade e furtividade naturais. Perfeitos para Caçadores e Druidas. 
  • Gnomos – Inteligência elevada, ideal para Magos e Bruxos. Resistência natural a Magia. 
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Horda

A Horda é formada por tribos e clãs guerreiros, que valorizam a sobrevivência e a força. Suas raças são:

  • Orcs – Grande bônus em ataque físico, excelente para Guerreiros e Xamãs. 
  • Tauren – Resistência alta e uma habilidade de atordoamento em área. Ótimos como Druidas ou Guerreiros. 
  • Trolls – Regeneração acelerada e dano extra contra feras. Fortes como Caçadores ou Ladinos. 
  • Mortos-Vivos – Imunidade a Medo e outras habilidades de controle. Ótimos como Bruxos e Magos.
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Classes Disponíveis

Cada raça tem suas próprias restrições de classe, mas o WoW Classic oferece:

🗡 Guerreiro – Classe tanque e dano físico, versátil para PvE e PvP. 
🏹 Caçador – Usa pets e ataques à distância, excelente para quem joga solo. 
🛡 Paladino (somente Aliança) – Tanque, cura e dano em uma única classe. 
⚡ Xamã (somente Horda) – Traz totens poderosos para suporte e ataque. 
🦅 Druida – A classe mais versátil, podendo ser tanque, curandeiro, dano físico ou mágico. 
💀 Bruxo – Invoca demônios e usa dano ao longo do tempo para vencer inimigos. 
🧙‍♂️ Mago – Especialista em dano mágico, pode criar comida e teletransportes. 
🗡 Ladino – Ataques furtivos e grande dano em combate corpo a corpo. 
💉 Sacerdote – Melhor classe de cura, essencial para grupos e raides. 

Diferenças nas Raças e Classes de WoW Classic vs. Expansões Atuais

1. Restrições de Raças e Classes 

  • WoW Classic: Cada raça tem um número limitado de classes disponíveis. Por exemplo, Paladinos só existem na Aliança, e Xamãs apenas na Horda
  • WoW Atual: Quase todas as classes podem ser jogadas por qualquer raça, eliminando restrições antigas. 

2. Habilidades Raciais 

  • WoW Classic: Habilidades raciais são muito impactantes no desempenho do personagem. Exemplo: “Will of the Forsaken” (Mortos-Vivos) concede imunidade ao medo, tornando-os ótimos no PvP. 
  • WoW Atual: Muitas habilidades raciais foram balanceadas ou perderam impacto significativo no jogo. 

3. Progressão das Classes 

  • WoW Classic: O sistema de talentos é mais aprofundado e permite variações dentro da mesma classe. Além disso, magias e habilidades são aprendidas com treinadores. 
  • WoW Atual: O sistema de talentos é mais flexível e simplificado, com árvores atualizadas a cada expansão. 

4. Jogabilidade e Papel das Classes 

  • WoW Classic: Algumas classes são extremamente limitadas. Por exemplo, Druidas e Paladinos têm dificuldades em causar dano efetivo, sendo mais focados em suporte. 
  • WoW Atual: Todas as classes podem desempenhar bem seus papéis de DPS, tanque ou cura, independentemente da expansão. 

5. Novas Raças e Classes 

  • WoW Classic: Apenas as raças e classes originais de 2004. 
  • WoW Atual: Introdução de Raças Aliadas, como Draeneis, Elfos Caóticos, Vulperas, e classes como Cavaleiro da Morte, Monge e Caçador de Demônios

Enquanto WoW Classic mantém um estilo tradicional e desafiador, o WoW Atual trouxe mais flexibilidade e variedade para jogadores novos e veteranos. A escolha entre os dois depende do tipo de experiência que você busca em Azeroth! 

Agora que você conhece as opções, qual escolher? 

Melhor Opção para Iniciantes

Se você está começando no WoW Classic, algumas classes são mais fáceis de aprender: 

  • Caçador – Ideal para quem joga sozinho, pois seu pet ajuda a lutar. Ótima mobilidade e dano. 
  • Paladino (Aliança) / Xamã (Horda) – São híbridos e têm habilidades de sobrevivência, tornando o jogo mais tranquilo. 
  • Mago – Fácil de upar e ótimo para farmar ouro, mas pode ser frágil no início. 

Evite classes como Ladino e Guerreiro, pois exigem mais paciência e equipamentos melhores para evoluir bem.

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Conclusão

WoW Classic oferece uma experiência desafiadora e imersiva, onde cada escolha importa. A rivalidade entre Aliança e Horda, as raças e classes únicas, e o mundo vasto de Azeroth fazem do jogo uma jornada inesquecível. Escolha sua raça, defina sua classe e embarque nesta aventura épica! 

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Cubic Odyssey – Uma verdadeira odisseia cubica pelo espaço https://antigo.patobah.com.br/cubic-odyssey-uma-verdadeira-odisseia-cubica-pelo-espaco/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cubic-odyssey-uma-verdadeira-odisseia-cubica-pelo-espaco https://antigo.patobah.com.br/cubic-odyssey-uma-verdadeira-odisseia-cubica-pelo-espaco/#respond Wed, 21 May 2025 17:45:18 +0000 https://patobah.com.br/?p=49067 Explore, construa e sobreviva em mundos voxel únicos enquanto enfrenta uma ameaça cósmica em Cubic Odyssey, uma aventura espacial cheia de possibilidades.

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Chave recebida via colab com Safezone Games

Cubic Odyssey é um jogo de ação e aventura com elementos de RPG e sobrevivência em mundo aberto, com um estilo visual baseado em voxels. O jogo foi desenvolvido pela equipe da Atypical Games e distribuído por Gaijin Entertainment. Seu lançamento aconteceu em 14 de maio de 2025.

“Explore, construa e sobreviva em mundos voxel únicos enquanto enfrenta uma ameaça cósmica em Cubic Odyssey, uma aventura espacial cheia de possibilidades”

PREMISSA/NARRATIVA

Imagine cair de paraquedas em um sistema solar onde cada planeta parece ter saído de uma caixa de LEGO galáctica… só que cheia de perigos. Essa é a premissa de Cubic Odyssey. O jogo te joga (quase literalmente) no espaço desconhecido depois de um pouso forçado em um mundo alienígena voxelizado e cheio de mistérios.

Sem cutscenes dramáticas, sem tutoriais maçantes, o jogo dá um tapinha nas suas costas e diz: “Vai lá, campeão. Se vira”. E esse é justamente o charme: o universo é seu, com ameaças, tesouros e ruínas esperando para serem descobertos. Mas há um pequeno (grande) problema: uma praga cósmica chamada Escuridão Vermelha está se espalhando como fofoca em cidade pequena, infectando tudo e todos.

Você pode construir, explorar, minerar, voar por entre planetas e até declarar guerra a seres corrompidos por essa ameaça. Mas no fim, tudo gira em torno de como você quer sobreviver – ou não – nessa odisseia cúbica.

Trailer oficial

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Aqui o jogo brilha. Cubic Odyssey mistura exploração planetária, crafting profundo, mecânicas de combate, narrativa emergente e até gestão de recursos espaciais. Parece ambicioso demais? Pode até parecer, mas o mais surpreendente é que tudo isso funciona bem integrado.

Você começa com quase nada, só seu traje espacial e um punhado de esperança. Aos poucos vai minerando, coletando recursos, construindo ferramentas, montando uma base e… do nada você já está criando uma estação espacial com raio trator, refinaria de elementos e um foguete que faria Elon Musk chorar de inveja.

O sistema de crafting é robusto, mas intuitivo. Tem profundidade para agradar jogadores mais técnicos, mas sem transformar tudo numa planilha do Excel. O combate é simples, mas funcional. As criaturas corrompidas pela Escuridão Vermelha variam de insetos espaciais a coisas que você vai desejar nunca ter acordado. O jogo ainda te permite tomar decisões morais, como eliminar a infecção à força ou deixar que ela transforme o universo numa rave vermelha apocalíptica.

Existem três modos principais:

  • Sobrevivência: foco na história, nos perigos e na progressão clássica com recursos limitados.
  • Criativo: liberdade total para construir, voar e fazer arte em voxel.
  • Aventura: você começa sem rumo e tudo é descoberto organicamente, no melhor estilo “a jornada importa mais que o destino”.

Ah, e vale destacar: a transição entre solo, atmosfera e espaço é um dos pontos altos. Sair da superfície e voar direto para a órbita sem corte é uma delícia que não cansa nunca.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

A estética voxel já virou quase um gênero à parte, mas Cubic Odyssey consegue usar isso a seu favor. Cada planeta tem uma identidade visual própria, com ambientes alienígenas que vão de florestas fluorescentes a desertos com cristais gigantes, tudo em blocos bem definidos e cheios de personalidade.

O jogo tem um ar de “sci-fi retrô moderno”, se é que isso faz sentido. Os efeitos de luz e sombra são muito bem usados, especialmente durante ciclos de dia e noite ou em tempestades cósmicas que surgem do nada para te lembrar que o universo não está de brincadeira.

A trilha sonora é um show à parte: minimalista, mas eficaz. Aqueles sons etéreos que parecem sussurrar “perigo” e “descubra” ao mesmo tempo, criando uma imersão absurda. Combina com o silêncio espacial e dá aquele clima contemplativo ideal para quem gosta de se perder olhando o horizonte digital.

E tecnicamente? Bem otimizado, mesmo ainda em desenvolvimento ativo. Roda bem em setups intermediários, com boas taxas de quadros e quase nenhum bug sério. Para um jogo desse escopo, vindo de um estúdio indie, isso é mais raro que oxigênio em Plutão.

CONCLUSÃO

Cubic Odyssey é um verdadeiro presente para quem gosta de jogos de exploração espacial com liberdade criativa. Ele mistura o melhor de vários mundos: o crafting de Minecraft, a vastidão de No Man’s Sky, a atmosfera de Outer Wilds e a personalidade própria de um projeto feito com paixão.

Não é um jogo que te pega pela mão. Ele te solta no universo e espera que você aprenda, experimente, erre feio e depois acerte bonito. Mas é justamente aí que mora sua alma: na liberdade, na descoberta, e em cada estrutura construída bloco por bloco com suor digital e orgulho nerd.

Claro, ainda há espaço para ajustes — como menus mais intuitivos e maior variedade de inimigos — mas o que já foi entregue é sólido, divertido e promissor.

Prepare seu traje espacial, carregue seu canhão de plasma e leve seu cubo para a aventura mais charmosa do cosmos.

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Funko Fusion: Nem a nostalgia salva essa grande decepção https://antigo.patobah.com.br/funko-fusion-nem-a-nostalgia-salva-essa-grande-decepcao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=funko-fusion-nem-a-nostalgia-salva-essa-grande-decepcao https://antigo.patobah.com.br/funko-fusion-nem-a-nostalgia-salva-essa-grande-decepcao/#respond Fri, 18 Oct 2024 13:32:52 +0000 https://patobah.com.br/?p=814 Funko Fusion: De promessa a decepção. O jogo que parou na nostalgia!

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Funko Fusion é um game que traz a magia dos populares bonecos Funko Pop! para nossa casa. Imagine um mundo onde seus personagens favoritos de filmes, séries e jogos ganham vida em forma de bonecos estilizados e se juntam em uma grande aventura! Será que um jogo que tem tudo para dar certo, pode dar errado?

História

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A história é bem básica, seguindo a idéia de um vilão que tenta tomar a coroa do administrador da fábrica de Funkos, esta fase inicial se passa dentro da fábrica de funkos onde você aprende os comandos iniciais, e, após isso rola uma batalha em que a coroa é destruída e seus pedaços são espalhados pelo universo Pop, dando início ao jogo em sí: Resgatar as coroas em diferentes universos Pop enfrentando vilões dentro de mundos de diversas franquias nostálgicas. Tinha tudo pra dar certo, OU NÃO!

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Gameplay

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Começo essa review de Funko Fusion dizendo com tranquilidade que o jogo tinha tudo para ser bom, se não fosse a ideia maluca de colocar uma arma nos bonecos, hordas de inimigos, arenas e criar uma gameplay extremamente confusa. Ouso dizer que nem a nostalgia salva.

Quando abri o jogo pela primeira vez e escolhi o mundo de He-man, a nostalgia bateu forte. A música, os personagens, os cenários. Nossa, já dei 6 só por isso. Porém, após algumas horas de jogo e de tentar exaustivamente entender o que o jogo queria me entregar, descobri que nem a nostalgia salva.

Essa é a parte mais confusa do jogo. O jogo é baseado em uma gameplay em terceira pessoa de exploração, solução de puzzles e combate, tudo em todo lugar ao mesmo tempo. Os inimigos ficam respawnando e aumentando em hordas o tempo todo, dificultando a solução do puzzle e a exploração do ambiente. Fica confuso e com o passar de algumas horas, enjoativo e chato.

Os objetivos do jogo não são explicados e você vai tendo que explorar e descobrir, ao mesmo tempo que você precisa sobreviver aos inimigos que não param de respawnar e atirar em você, ao mesmo tempo que você precisa administrar os portais, ao mesmo que precisa defender o local que você está jogando, ao mesmo tempo que… ufa, cansei só de lembrar. Você conseguiu entender? Pois é, eu também não.

Direção de arte

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Gráficos A 10:10 Games, como sempre, foi primorosa na construção dos universos nostálgicos de Funko Fusion. Tudo é muito Funko, muito colorido, muito nostálgico. As luzes, os Funkos, as cores, a composição e o level design dão o tom de que estamos diante de um jogo feito com carinho. O que deixa um gosto amargo também, pois isso só reforça o grande potencial que o jogo tinha.

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Trilha Sonora: A trilha sonora é baseada nas trilhas de cada universo Pop dentro do jogo, aumentando a nostalgia. De fato as composições dos universos, gráficos e trilha sonora nos fazem perceber que estamos diante de uma obra em que, infelizmente, faltou algo muito importante: PERSONALIDADE!

Funko Fusion é muito bom em jogar a nostalgia na sua cara com gráficos, composição e trilha sonora cativantes. Porém, o jogo fica parado na nostalgia e não consegue ir além. O jogo perde a oportunidade de construir algo único e cativar os jogadores logo de cara. A opção de armas é uma escolha que, ao meu ver, foi mal pensada Existe um espaço para um jogo de plataforma em um estilo bem único dentro da abordagem Funko Pop, que teria funcionado melhor.

Vale salientar que o jogo lançou com bastante bug de progressão e um patch de atualização foi anunciado.

Quacks: 2/5

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Review de 30XX: Uma justa homenagem a Mega Man X? https://antigo.patobah.com.br/review-de-30xx/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-30xx https://antigo.patobah.com.br/review-de-30xx/#respond Tue, 15 Oct 2024 18:50:38 +0000 https://patobah.com.br/?p=794 30XX é um jogo de plataforma rogue-lite do desenvolvedor independente Batterystaple Games e a sequência de 20XX

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30XX é um jogo de plataforma rogue-lite desenvolvido e distribuido por Batterystaple Games, onde busca capturar a essência dos clássicos Mega Man X, com mecânicas, personagens e cenários que lembram muito os clássicos jogos da série da Capcom.

História/enredo

O jogo 30XX se passa mil anos após os eventos de seu predecessor espiritual, 20XX, em um futuro distante e caótico onde a humanidade enfrenta as consequências de sua própria evolução tecnológica. A Terra, outrora um planeta próspero, foi transformada por incontáveis inovações científicas que resultaram na criação de formas de vida robóticas. Essas criações, no entanto, acabaram por se voltar contra seus criadores, mergulhando o mundo em um ciclo de destruição.

Nesse cenário pós-apocalíptico, dois heróis, Nina e Ace, ressurgem como as últimas esperanças para salvar a humanidade e restaurar a ordem. Nina, equipada com um arsenal poderoso, e Ace, habilidoso no combate corpo a corpo, unem forças para enfrentar as ameaças robóticas e descobrir a verdade por trás do caos que assola o mundo. Cada personagem traz habilidades únicas para enfrentar os desafios que variam a cada nova tentativa, já que as fases são geradas de forma procedural.

A narrativa de 30XX é rica em temas de autossuficiência tecnológica, alienação da humanidade e as consequências de uma evolução descontrolada. Conforme os jogadores avançam pelos diversos níveis do jogo, eles descobrem fragmentos do passado sombrio que levou à queda da civilização. Esses fragmentos revelam a história de uma sociedade que ultrapassou os limites éticos em sua busca por progresso, criando máquinas com capacidades além do que a mente humana poderia prever. As máquinas, por sua vez, passaram a ver os seres humanos como obsoletos, desencadeando uma guerra silenciosa que culminou no colapso da civilização.

Além disso, 30XX explora temas de dualidade: entre progresso e destruição, heróis e vilões, e até mesmo entre os próprios protagonistas, Nina e Ace, que representam duas abordagens distintas de luta contra a opressão robótica. A história é revelada de forma sutil ao longo do jogo, principalmente através de detalhes de cenário, diálogos curtos e o confronto com chefes que personificam o desespero da humanidade perdida.

Jogabilidade/gameplay

A jogabilidade de 30XX é uma mistura refinada de ação, plataforma e elementos roguelike, claramente inspirada pela série Mega Man X, mas com uma abordagem moderna e dinâmica. O jogo apresenta mecânicas rápidas e precisas, exigindo reflexos rápidos e domínio dos controles enquanto os jogadores enfrentam hordas de inimigos e obstáculos em níveis gerados proceduralmente. Cada partida oferece uma experiência única, já que os estágios mudam a cada nova tentativa, incentivando a experimentação e a habilidade do jogador.

Os protagonistas, Nina e Ace, oferecem estilos de combate distintos. Nina utiliza um Armadilhotron, um canhão versátil que permite disparar diferentes tipos de projéteis, adaptáveis a situações variadas, o que a torna ideal para jogadores que preferem o combate à distância e o uso estratégico de habilidades. Sua jogabilidade é mais voltada para encontrar ângulos e ataques eficientes contra chefes e inimigos ao longo dos níveis.

Por outro lado, Ace adota um estilo de combate mais agressivo e de curta distância, utilizando sua Espada Éter, uma arma de combate corpo a corpo que pode ser combinada em uma série de golpes devastadores. Ele é perfeito para jogadores que gostam de se aproximar do perigo, desferindo combos rápidos e eficientes. A diferença entre os dois personagens dá ao jogo uma camada extra de replayability, permitindo que os jogadores explorem abordagens diferentes em cada jogada.

Os elementos roguelike de 30XX aparecem não só na geração procedural dos níveis, mas também na progressão. O jogador tem a opção de jogar no modo “Roguelike”, onde os recursos e habilidades são reiniciados após cada morte, desafiando os jogadores a se adaptarem às mudanças constantes. Há também o modo “Mega Mode”, que oferece uma experiência mais tradicional, onde os jogadores podem reiniciar as fases após uma derrota, sem perder todo o progresso, apelando para aqueles que preferem um estilo de jogo menos punitivo.

Além da ação frenética, a jogabilidade de 30XX brilha em seu design de níveis e no sistema de power-ups. Cada estágio é repleto de desafios de plataforma complexos, com armadilhas, saltos precisos e momentos de combate que exigem habilidade e coordenação. Os power-ups encontrados ao longo do jogo oferecem uma diversidade de upgrades temporários ou permanentes, como melhorias de saúde, armas e habilidades especiais, que permitem aos jogadores personalizar seu estilo de jogo e se adaptar aos desafios.

Os confrontos com chefes são outro destaque de 30XX. Cada chefe tem padrões de ataque e habilidades únicas, forçando os jogadores a aprender seus movimentos e responder de forma criativa para derrotá-los. A variedade de chefes mantém a experiência emocionante, com cada vitória oferecendo uma sensação de progresso e conquista.

O jogo também conta com modos cooperativos, permitindo que dois jogadores assumam o controle de Nina e Ace simultaneamente, seja localmente ou online. A cooperação entre os dois heróis adiciona uma nova camada de estratégia e diversão, principalmente ao sincronizar ataques e movimentos para superar os desafios mais difíceis juntos.

Direção artística

A direção de arte de 30XX é um dos pilares que definem a identidade do jogo, trazendo um visual vibrante e retrô que presta homenagem à era dos jogos de plataforma clássicos, enquanto moderniza a estética com toques de futurismo. Desenvolvido em pixel art, o jogo captura a essência nostálgica de títulos icônicos dos anos 90, mas com um nível de detalhe e refinamento que eleva a experiência visual para os padrões contemporâneos.

Cada ambiente no jogo é desenhado de forma a transmitir a decadência e o caos de um futuro distópico, onde a tecnologia saiu do controle. As cores são ousadas e vivas, alternando entre tons neon e paletas mais escuras, refletindo tanto a esperança quanto o perigo iminente no mundo que Nina e Ace exploram. Há um contraste harmonioso entre áreas tecnologicamente avançadas e os cenários destruídos e consumidos pela deterioração, criando uma sensação de um mundo em constante conflito entre inovação e ruína.

Os personagens e inimigos são todos desenhados com uma estética única e cheia de personalidade. Nina e Ace são visualmente distintos, com designs que não só refletem suas habilidades de combate, mas também se destacam no estilo pixel art de alta qualidade, com animações fluidas e expressivas. Cada inimigo e chefe tem um design próprio, com detalhes que os tornam visualmente reconhecíveis e condizentes com seus padrões de ataque e comportamento. Isso contribui para uma experiência visualmente coesa, onde a arte reforça a jogabilidade, tornando cada encontro memorável.

Outro aspecto de destaque é a variedade nos cenários. As fases geradas proceduralmente mantêm uma consistência visual graças a uma arte modular, onde diferentes elementos de cenário se combinam para criar ambientes que parecem orgânicos, mesmo mudando a cada nova jogada. Desde fábricas abandonadas até florestas mecanizadas, cada estágio traz seu próprio conjunto de elementos visuais únicos, oferecendo ao jogador uma sensação de descoberta constante, sem perder a familiaridade com o estilo do jogo.

A direção de arte também se destaca no uso da animação. Apesar da estética pixelada, o movimento dos personagens e inimigos é suave e dinâmico, com transições e efeitos que dão uma sensação de fluidez à ação. Isso é especialmente notável nos momentos de combate, onde as explosões, raios de energia e efeitos de partículas complementam o estilo visual retrô, mas com um acabamento moderno que agrada aos olhos.

30XX não se limita a emular o passado, ele o transforma com uma visão estética ousada e imersiva. O estilo artístico não apenas apela para os fãs de pixel art, mas também oferece uma estética visual robusta que amplia a narrativa do jogo. A fusão entre o passado e o futuro, representada na arte, reforça a própria trama do jogo, que gira em torno das consequências de um futuro moldado por tecnologia descontrolada.

Além disso, a trilha sonora e os efeitos sonoros trabalham em sinergia com a direção de arte, criando uma atmosfera que se sente viva e vibrante. A música eletrônica acelerada complementa o visual dinâmico, enquanto os sons de combate e movimentos adicionam uma camada extra de imersão ao jogo, tornando a experiência audiovisual impactante.

Mesmo cheio de qualidade, nem tudo são flores. Embora os níveis sejam gerados de forma procedural, o que aumenta a rejogabilidade, é perceptivel que a variedade de cenários e inimigos pode ser limitada após múltiplas jogadas. Dependendo da sorte com o RNG (Random Number Generator), algumas fases podem parecer repetitivas visualmente e em termos de design de desafios.

Conclusão

30XX é um título que consegue capturar a essência dos clássicos de ação e plataforma, como Mega Man X, enquanto inova com elementos modernos, como a geração procedural de níveis e mecânicas roguelike. Com controles precisos, design de níveis criativo e uma direção de arte vibrante, o jogo oferece uma experiência emocionante e nostálgica para os fãs do gênero, ao mesmo tempo em que desafia novos jogadores a testarem suas habilidades em um ambiente sempre mutável.

Apesar de alguns pontos negativos, como a repetição em certos elementos de cenário, 30XX brilha em seu núcleo: uma jogabilidade fluida, cheia de ação e plataformas, aliada a uma trilha sonora eletrizante e visuais cativantes. O jogo também se destaca pelo modo cooperativo, que adiciona uma camada extra de diversão para quem gosta de jogar em dupla, seja localmente ou online.

Para aqueles que buscam uma experiência que mescla o retrô com o novo, 30XX oferece horas de desafio e diversão. Se você é fã de jogos rápidos e intensos com uma boa dose de estratégia, este título é uma escolha certeira. Recomendo.

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Review de Hot Lap Racing: Desafie a velocidade neste “Simcade” único https://antigo.patobah.com.br/review-de-hot-lap-racing/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-hot-lap-racing https://antigo.patobah.com.br/review-de-hot-lap-racing/#respond Wed, 02 Oct 2024 15:37:16 +0000 https://patobah.com.br/?p=782 Hot Lap Racing é um “simcade” lançado para PC via Steam e Nintendo Switch.

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Hot Lap Racing é um jogo de corrida “simcade” lançado para PC via Steam e Nintendo Switch. Desenvolvido por Zero Games Studio e distribuído pela Maximum Entertainment, o game apresenta uma física única, desenvolvida exclusivamente para ele. Você será apresentado a história do automobilismo, do GT à Fórmula 1.

História (Modo carreira)

Como todo bom jogo de corrida, existe uma história no modo carreira, e nele, você começa como um jovem piloto aspirante e percorre o caminho até se tornar uma lenda das pistas. O modo apresenta uma variedade impressionante de carros históricos e modernos, com mais de 50 veículos representando diferentes categorias, como Fórmula 1, endurance e GT.

Durante sua carreira, você enfrentará campeões reais e lendários do esporte, em uma série de pistas icônicas e licenciadas, como Salzburgring e Jarama. Além disso, a progressão é marcada pela necessidade de dominar diferentes classes de veículos e se destacar em cada uma delas. Esse modo é ideal para aqueles que querem experimentar a evolução do automobilismo, competindo contra pilotos que marcaram história e se desafiando em diferentes eras e categorias.

Jogabilidade (Gameplay)

A jogabilidade de Hot Lap Racing oferece uma experiência de corrida estilo “simcade”, uma mistura entre simulação e arcade, utilizando um motor de física próprio. O jogo busca capturar a história do automobilismo com carros licenciados e pistas que abrangem várias eras e categorias do esporte, desde Fórmula 1 até carros de turismo e endurance. Com mais de 50 carros diferentes e 15 pistas disponíveis, cada corrida traz uma variedade significativa de desafios​.

Porém, a jogabilidade apresenta uma série de problemas, especialmente no que diz respeito à dirigibilidade dos carros. A sensação de controle é considerada bastante rígida, com uma direção quase “binária”, dificultando a realização de manobras suaves. Isso pode resultar em momentos frustrantes, pois há uma falta de opções de ajuste fino no controle, como configurações de zona morta ou sensibilidade dos analógicos​.

Outro aspecto que merece destaque é a IA, que, apesar de prometer desafios, muitas vezes não consegue entregar uma experiência de competição acirrada. Em muitas corridas, especialmente se você conseguir uma boa largada, pode ser fácil vencer com uma vantagem considerável. No entanto, o jogo se redime com a diversidade de carros e pistas, permitindo ao jogador experimentar diferentes categorias e carros históricos, o que adiciona valor para os fãs de automobilismo.

Direção de arte

O game tem uma abordagem estilizada e detalhada, oferecendo uma combinação visual robusta de pistas icônicas e carros realistas (dentro do possível) de diversas eras do automobilismo. Os gráficos do jogo foram desenhados para capturar o brilho dos carros de corrida, desde os modelos clássicos de Fórmula 1 até carros endurance modernos. As pistas recriam locais mundialmente conhecidos, como Zolder e Salzburgring, além de locais personalizados, o que dá um toque de autenticidade e imersão.

O design sonoro é um dos pontos de destaque. Os motores são cuidadosamente reproduzidos para refletir a potência de cada carro, variando conforme a época e a categoria. Cada mudança de marcha e cada aceleração traz um nível de realismo que, junto aos sons ambientais das pistas, reforçam a imersão. A trilha sonora mantém a adrenalina elevada durante as corridas, complementando perfeitamente a atmosfera competitiva do jogo.

As animações também se destacam, especialmente no modo carreira, com detalhes nítidos que mostram o desgaste progressivo dos veículos durante as corridas, tornando a experiência visualmente rica e envolvente.

Pontos de observação

A dirigibilidade dos carros é uma grande questão. A física peculiar dá uma impressão rigida, dificultando manobras precisas e fluidas, o que afeta a experiência, especialmente em curvas.

O visual não é tão impressionante quanto poderia ser, as limitações técnicas do Nintendo Switch são compreensíveis, mas mesmo no PC, o visual, mesmo no limite das configurações, acaba pecando bastante, um ponto que pode incomodar também são as colisões, que não tem um comportamento tão “real” e se souber usar, você tem muita vantagem contra as IAs nas curvas.

Conclusão

Hot Lap Racing é uma boa tentativa de capturar a essência do automobilismo, oferecendo uma vasta seleção de carros e pistas icônicas que vão agradar aos fãs do gênero. A história no modo carreira e a variedade de veículos e circuitos proporcionam uma experiência enriquecedora para quem deseja reviver a evolução do esporte. No entanto, a jogabilidade ainda precisa de ajustes, especialmente no que diz respeito à dirigibilidade e ao comportamento da IA, que podem prejudicar a imersão em momentos cruciais. De todo modo, recomendo.

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SafeZone: AbleGamers Brasil realiza evento anual no sábado, saiba mais! https://antigo.patobah.com.br/safezone-ablegamers-brasil-realiza-evento-anual-no-sabado-saiba-mais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=safezone-ablegamers-brasil-realiza-evento-anual-no-sabado-saiba-mais https://antigo.patobah.com.br/safezone-ablegamers-brasil-realiza-evento-anual-no-sabado-saiba-mais/#respond Sat, 21 Sep 2024 14:48:27 +0000 https://patobah.com.br/?p=764 Transmissão será ao vivo e arrecadará fundos para a ONG's. Acompanhe e Doe.

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No próximo sábado, dia 21 de setembro, a AbleGamers Brasil promove a 8ª edição do AbleGamersBR 2024, um evento online que visa arrecadar fundos e conscientizar sobre a inclusão de jogadores com deficiência. Com transmissão ao vivo das 13h às 21h nos canais da Twitch e YouTube, o evento acontece no Alienware Training Facility, sede da Team Liquid, e contará com uma série de atividades e convidados especiais.

Leia a matéria completa no site do parceiro Safezone Games, clicando no link abaixo.

https://safezonegames.com/ablegamers-brasil-realiza-evento-anual-no-sabado

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