Arquivo de Guilherme Scarpelli - Patobah! https://antigo.patobah.com.br/category/parceiros/guilhermescarpelli/ Site de jogos com notícias e reviews. Análises de games, tecnologia, retrogaming e entrevistas sobre o universo gamer em um só lugar. Thu, 04 Sep 2025 04:04:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/antigo.patobah.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-patobah-1000-x-1000-px-1-png.webp?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivo de Guilherme Scarpelli - Patobah! https://antigo.patobah.com.br/category/parceiros/guilhermescarpelli/ 32 32 234808719 Review de Death Relives https://antigo.patobah.com.br/review-de-death-relives-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-death-relives-2 https://antigo.patobah.com.br/review-de-death-relives-2/#respond Fri, 05 Sep 2025 15:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=57647 Mergulhe em uma jornada de mistério e terror para resgatar sua mãe. Enfrente o imponente deus asteca Xipe Totec, usando elementos de puzzle e furtividade para sobreviver neste pesadelo.

O post Review de Death Relives apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Agradecimentos à Keymailer/Game.press pela licença
Versão de Xbox Series S

Data de lançamento: 25 de julho de 2025
Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X/S e Microsoft Windows;
Desenvolvedor: Nyctophile Studios;
Distribuidor: Nyctophile Studios;
Gênero: Survival horror.

No dia 25 de julho deste 2025, chegou ao mercado o título Death Relives, sendo desenvolvido e autopublicado pelo pessoal da Nyctophile Studios.

Ele tem o diferencial para se destacar dentre o mar de possibilidades no terror indie? Vem comigo que eu te conto. Esta análise foi realizada em uma gameplay do Xbox Series S depois do seu lançamento oficial. Em nome da Safe Zone Games e Patobah, agradeço a chave disponibilizada gentilmente.


PREMISSA/NARRATIVA

Por aqui conheceremos a história de Adrian, um jovem que terá sua vida revirada de uma hora para outra. Em um dia comum como qualquer outro, Adrian precisou de carona para voltar de uma festa com os seus amigos.

Sua mãe estava ciente e combinou com o nosso garotão que ela própria o buscaria após encerramento do evento. Tudo estava indo bem até que chega um determinado momento do retorno de mãe e filho, em que uma pessoa (ou pelo menos aparenta ser uma) surge do nada na frente do veículo e acaba sendo atingida. 

A mãe de Adrian sem pensar duas vezes, deixa o veículo para prestar os primeiros socorros, Adrian em choque fica no carro assistindo o desenrolar da situação. Para o desconhecido na questão parece que as coisas não estão nada bem, ele não levanta e aparentemente está morto.

Vendo o terrível desfecho, ela volta para o carro para dar as notícias ao nosso protagonista, quando de repente o corpo se levanta, nocauteia a mulher e a leva mata a dentro. Adrian não conseguiu fazer nada pois parece que uma espécie de força sobrenatural não o deixou sair do carro.

Para onde ele a levou? O que raios aconteceu? Preciso resgatá-la! Vamos lá!

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

O game utiliza como base a jogabilidade em primeira pessoa, tendo ele elementos de puzzle e momentos de stealth. Em sua grande maioria esconder será a sua ação primária, bem como títulos como Outlast, contudo conforme vamos avançando ganhamos uma arma para o combate, sua munição é escassa, portanto não devemos contar muito com ela.

Xipe Totec: É o nosso deus asteca que fará da nossa vida um inferno. Ele é o responsável por ser o nosso Nemesis, por ser o nosso perseguidor. Durante toda a gameplay ele será a nossa preocupação, pois tudo que envolve a morte de Adrian vem das ações deste carinha aqui.

Ao contrário de muitos outros títulos que tentam esconder o monstro do jogador pelo maior tempo possível, Death Relives já tenta uma abordagem diferente, já nos deparamos com Xipe Totec muito rápido, já no tutorial do game. E em nenhum momento eles tentam esconder o visual do monstro, visto que ele é a própria capa do game, é aquilo ali mesmo, sem tirar nem por.

Aproveitando o gancho para falar do visual, acabei gostando dele, ele é imponente, tem presença de cenário e sua dublagem não fica para trás, ponto positivo ao game. As animações de morte do Adrian já não são tão bem elaboradas, a morte funciona assim: Xipe encosta no jogador e temos uma cutscene do qual não acontece no local onde você está, (vale ressaltar) temos 2 animações: uma ele arremessa 2 lanças em seu peito e a outra ele faz você levitar e quebra os seus braços, pegada Vecna de Stranger Things.

Comentei mais cedo que podemos ter um confronto direto com esta figura, durante a jogatina pegamos meio que uma arma mística asteca que serve como o ponto fraco do vilão. Sem muito segredo é só atirar e nem precisamos nos concentrar em partes específicas do corpo, onde a bala pega o dano é o mesmo. No primeiro embate, 2 balas são o suficiente para incapacitá-lo e com ele ao solo podemos dar “um fim à  sua vida”.

O motivo das aspas se deve a Xipe Totec ser imortal, quando o abatemos ele vai para uma espécie de limbo, ele fica lá por alguns minutos e acaba voltando depois. E aqui vai um grande porém, a cada vez que ele retorna, ele fica mais resistente a nossa arma, se antes ele caía com 2 tiros, agora cai com 3, com 5 e assim sucessivamente.

Puzzles: Um outro elemento que também não posso reclamar, não temos nada muito complexo, eles são entendíveis já a primeira vista e a sua resolução não fica tão distante assim das ações que podemos realizar no cenário. Se busca grandes quebra-cabeças não será por aqui que você terá uma boa experiência.

Dito isso, temos um grande problema do game em si, exemplifico: sem dar sua resolução, temos neste game um puzzle que envolve luzes e o seu espelhamento. Os objetos que temos que mexer para direcionar a luz é acionado com o botão A. Porém, a gente não pode mexer para a esquerda, nem para a direita, apertamos o A e a “manivela” gira sempre em um sentido horário, portanto se a gente passa do ponto, temos que esperar ele dar a volta completa e só depois mandar ele parar.

Sabe essa volta completa? Demora, demora e demora… E pensa comigo, se o vilão está perto então, só Jesus na causa. E outro fator bastante “engraçado”, sabe de onde a fonte da luz está vindo? De uma porta comum, sabe o que acontece? Xipe Totec que anda livremente por aí cheio de amor para dar, acaba abrindo essa porta, cortando assim a sua fonte de luz!

Então temos que ir lá na porta, fechá-la e só assim teremos luz novamente! Algo bobo mas que parece que os desenvolvedores não pensaram pois isso acontece com muita frequência (e isso que estamos falando de um jogo curto).

Fantasmas e sementes: Se Totec é o único que pode nos abater, ele tem alguns ajudantes para esta missão. Espalhado pela mansão de onde o game é ambientado, temos alguns fantasminhas que servem com alertas para o nosso algoz. Após a visualização de Adrian eles emitem sons, eles atordoam e fazem de tudo para facilitar o abate.

Para ir contra estes fantasmas, Adrian utiliza meio que uma capa de invisibilidade do Harry Potter, dificultando a percepção e assim fazendo com que Adrian possa finalizá-los com uma execução se atingidos pelas costas.

Com a execução em questão, os fantasmas deixarão no chão uma poça de sangue que pode ser absorvida por uma seringa, esta seringa alimenta um sonar asteca do qual está acoplado ao braço esquerdo de Adrian. Este sonar nos auxilia a localizar o perseguidor no cenário, acompanhando em tempo real os seus passos e nos mostrando se ele está próximo.

É um título que precisa de muitos ajustes, bug visual, bug de performance, bug que nos impede de prosseguir, matam a experiência.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

O game é desenvolvido sobre o motor gráfico da Unreal Engine 5, a primeiro momento parece ser belo mas os glitches visuais acontecem aos montes. Temos por aqui as famosas texturas carregando na sua cara e também temos pixels escuros saltitando que nem loucos, tudo é visível e acontece com muita frequência.

Antes de entrarmos na mansão onde o game irá permenacer ao longo de nossa jogatina, temos um percurso aberto que vai do carro até a entrada. Nesse cenário aberto o desempenho do título é algo sofrível, mexer a câmera de um lado para o outro já se torna uma tarefa árdua.

As sombras e contornos implantados aqui sofrem junto, não fiquem reparando na sombra de Adrian pois vocês vão cair na risada e definitivamente perder a imersão que este título precisa. E agora algo bem sério, faço está análise sem conseguir finalizar o game! Não por minha culpa ou por não estar afim de chegar ao fim, na minha jogatina no Xbox o jogo está com um bug de progressão nos minutos finais. Busquei atualizações, tentei reinstalar, procurar outras saídas e não obtive sucesso.

Ao que tudo indica parece que é só a versão dos consoles, pois na Steam não li ninguém falando a respeito. Fui procurar detonados para conseguir ver o meu final e faltavam 15 minutos do momento de onde eu encontrei este bug para o final do game.

CONCLUSÃO

Death Relives tem ao meu ver muitos elementos do qual eu acabei gostando, Xipe Totec é legal, as fugas e os esconderijos são variados e temos aos montes, os puzzles (quando funcionam) são divertidos e a história conseguiu me cativar. O terror misturado com essa questão do asteca funcionou bem, sempre que penso no tema vem algo mais de aventura a mente e o terror eu senti que caiu muito bem.

Agora tecnicamente é um título que precisa de muitos ajustes, bug visual, bug de performance, bug que nos impede de prosseguir, matam a experiência. Vou dividir essa nota em 2 momentos, antes deste bug de progressão ele era para mim uma experiência 5/10. Pós esse acontecimento não posso deixar de pesar a mão pois é algo que pra mim considero como uma das piores coisas que podem acontecer com um game.

Eu poderia sim passar um pouco de pano se a gente tivesse falando de uma experiência antes do seu lançamento oficial, mas não é o caso, estamos falando de algo que foi lançado no final de julho e até hoje não temos solução e não sei nem se vai ter. Uma pena.

O post Review de Death Relives apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/review-de-death-relives-2/feed/ 0 57647
Review do Passe de Batalha BlackCell – Call of Duty: Black Ops 6 e Warzone https://antigo.patobah.com.br/passe-de-batalha-blackcell-call-of-duty-black-ops-6-e-warzone/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=passe-de-batalha-blackcell-call-of-duty-black-ops-6-e-warzone https://antigo.patobah.com.br/passe-de-batalha-blackcell-call-of-duty-black-ops-6-e-warzone/#respond Mon, 25 Aug 2025 22:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=56547 Descubra todas as novas skins de operadores, armas e benefícios. Será que vale a pena o investimento?

O post Review do Passe de Batalha BlackCell – Call of Duty: Black Ops 6 e Warzone apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Agradecimentos à Activision/Blizzard Brasil pela chave de imprensa
Versão de Xbox Series S

Data de lançamento do passe: 7 de agosto de 2025;
Plataformas: PC, Xbox Series e PlayStation 5;
Desenvolvedor: Treyarch, Raven Software, Beenox, High Moon Studios, Activision Shanghai, Sledgehammer Games, Infinity Ward, Demonware, Toys for Bob;
Distribuidor: Activision;
Gênero: FPS.


A TEMPORADA

Temporada 5 de Call of Duty já disponível e com isso temos a virada de chave, trazendo novas adições, correções e um passe de batalha recheado para os seus jogadores. Não muito diferente do que já vimos em temporadas anteriores, temos por aqui o passe de batalha padrão e temos também a sua versão premium, denominada de BlackCell.

Esta adição está valendo a pena? Tentarei responder logo mais, em nome da Safe Zone Games e Patobah, agradeço gentilmente o envio do passe de batalha.

NOVIDADES

Novidades:

Já em sua ativação temos alguns desbloqueios instantâneos como é o caso de 20 vales, aumento de bônus de experiência de 10% no avanço do passe, skin de operador, desbloqueio de página e algumas skins de armas específicas.

Para uma visualização inicial um vídeo seria mais interessante, não é verdade? Vamos a ele:

VAMOS AS SUAS MINÚCIAS DOS BENEFÍCIOS BLACKCELL

Submetralhadora – KSV (disponível em BO6 e Warzone, página 1)

Skin de operador – Stone/50MBR4 (disponível em BO6 e Warzone, página 2)

Metralhadora leve – PML 5.56 (disponível em BO6 e Warzone, página 3)

Skin de operador – Toro/TKO (disponível em BO6 e Warzone, página 4)

Fuzil de assalto – Ames 85/Octano (disponível em BO6 e Warzone, página 5)

Skin de operador – Maya/Asfaltada (disponível em BO6 e Warzone, página 7)

Fuzil de precisão – Amr Mod 4/Vanglória (disponível em BO6 e Warzone, página 8)

Skin de operador – Niran/Detetive (disponível em BO6 e Warzone, página 9)

Escopeta – ASG-89/Sete Palmos (disponível em BO6 e Warzone, página 10)

Metralhadora leve – PML 5.56/Sobrecarga (disponível em BO6 e Warzone, página 11)

Skin de operador – Carver/O monge (disponível em BO6 e Warzone, página 12)

Fuzil de atirador – DM-10/Braço longo (disponível em BO6 e Warzone, página 13)

Fuzil de assalto – ABR A1/Rei dragão (disponível em BO6 e Warzone, página 14)

Skin de operador – Sims/Envenenamento (disponível em BO6 e Warzone, pós conclusão)

Falando um pouco do Solace (líder da BlackCell), seu visual é muito bem feito, seu preto com dourado e sua “aura” emanada definitivamente impõe respeito, pena que nas minhas mãos o resultado não foi tão satisfatório – noob alert.

O seu golpe finalizador invoca nada menos do que um grifo para acabar com os seus adversários, sempre começa com um simples assobio e termina com um ataque nada amigável do nosso querido ser mitológico.

Especificamente aos jogadores de Warzone, podem ficar tranquilos que por mais que seu dourado seja um pouco chamativo a sua primeira vista, no campo de batalha isso acaba ficando de lado, nada de pay-to-lose por aqui.

E se a gente estende os comentários para os outros operadores e também as skins de armas, o preto e dourado são bonitos e bem elegantes, casou bem no game e foram boas escolhas no geral.

CONCLUSÃO

No fim das contas acredito ser um pacote que pode ser sim interessante aos jogadores de Call of Duty, é um plus a mais com adições satisfatórias. No site oficial o pacote completo pode ser adquirido por R$164,90, bote na balança e analise se vale a pena para o seu caso. 

ONDE COMPRAR?

O post Review do Passe de Batalha BlackCell – Call of Duty: Black Ops 6 e Warzone apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/passe-de-batalha-blackcell-call-of-duty-black-ops-6-e-warzone/feed/ 0 56547
Review de Adore – Será que Adore tem qualidades para ser adorado? https://antigo.patobah.com.br/review-de-adore/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-adore https://antigo.patobah.com.br/review-de-adore/#respond Fri, 01 Aug 2025 23:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=54890 Seria uma tarefa simples adorar, Adore? Vem comigo que eu te conto.

O post Review de Adore – Será que Adore tem qualidades para ser adorado? apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Agradecimentos à PressEngine pela licença
Versão de Xbox Series S

Data de lançamento: 3 de agosto de 2025;
Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox Series X e Series S, Microsoft Windows, Xbox One, Mac OS;
Desenvolvedor: Cadabra Games;
Distribuidor: QUByte Interactive, Cadabra Games;
Gênero: Ação, RPG.


No dia 3 de agosto de 2025, chegará ao mercado o título Adore, sendo ele desenvolvido pelos brasileiros da Cadabra Games e publicado pela QUByte Interactive.

Seria uma tarefa simples adorar, Adore? Vem comigo que eu te conto. Esta análise foi realizada em uma gameplay do Xbox Series S antes do seu lançamento oficial. Em nome da Safe Zone Games e Patobah, agradeço a chave disponibilizada gentilmente.

Me incomodei um pouco nos combates, sobre como funciona a captura de criaturas, sua repetição em como ele se comporta e também sobre como funciona o sistema de fases e expedições.

PREMISSA/NARRATIVA

Em Adore nós conheceremos um pouco mais sobre a história sobre criaturas que habitam em um local chamado de Gaterdrik. Por lá nós tínhamos no “comando” o Deus das Criaturas, denominado Draknar.

Draknar é um verdadeiro pilar para que as coisas se mantenham em ordem, contudo já no comecinho da jornada ele acaba perecendo. Em seus últimos minutos utiliza seus esforços para se lançar sobre um aprendiz dos adoradores, falo do nosso protagonista Lukha.

Sobre as instruções de Draknar, Lukha tentará salvar a sua região de um terrível destino, as criaturas estão sendo amaldiçoadas e somente com a volta de Draknar elas encontrarão um final feliz.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Sobre a perspectiva da câmera isométrica e com vários elementos de títulos roguelite, o game tenta uma abordagem diferente quando pensamos em um jogo de captura de monstros e similares. Se a nossa percepção já nos guia direto para um combate de turno, Adore vem para um combate em tempo real.

Por exemplo, cada um de nossos comandos principais (X, Y, B e A – manete Xbox) fazem a invocação de uma criatura, vale ressaltar, elas são invocadas e seguirão ao ataque na direção que o jogador esteja olhando. Ela vai, dá um ou 2 tapas no adversário e volta para a base.

A invocação em si gasta energia do Lukha, fazendo com que ela seja pensada e utilizada com bastante sabedoria. Lukha é frágil mas também pode ser bem ágil devido aos seus rolamentos, a ideia aqui é tentar se posicionar bem para evitar uma possível morte precoce.

Como funciona a captura? Bom, em partes específicas dos cenários nós conseguimos meio que um tipo de energia especial. A energia em questão nos dá o direito de capturar 1 monstrinho, 1 energia = 1 monstro, ou uma barra (existem criaturas chamadas de abençoadas, uma criatura assim possui 2 barras de vida).

Nos moldes de um título de captura aqui não será diferente, criatura machucada podemos fazer a ação de forma mais tranquila, ela 100% dará um pouco de trabalho mas ainda assim pode ser capturada. Com a energia em punho, Lukha lança um raio e este raio deve se manter sobre ela num determinado tempo.

Elucidando um pouco mais, o raio vai abrir uma área específica em um formato de cone, devemos ficar nesse perímetro mas não espere vida fácil. Ficamos de cara a cara com a criatura, tomando todo tipo de ataque e simplesmente não conseguimos fazer muita coisa, pois qualquer rolamento já saímos da área e o tempo começa tudo novamente (pelo menos não perdemos a energia, mas perdemos muita vida nessa brincadeira).

O grande destaque por aqui são as possíveis combinações que podemos criar. Uma mesma criatura pode receber um elemento de fogo ou um elemento de natureza, isso faz com que ela utilize suas habilidades de uma maneira completamente distinta. Portanto investir em capturas de criaturas repetidas pode ser sim uma ótima forma de você ter o domínio como um todo.

Na teoria tudo maravilhoso, tudo supimpa mas eu acho que na prática ele fica devendo um pouco em cada um dos pontos abordados anteriormente, vamos iniciar pelo combate. Ideia ousada deixar que as criaturas controladas por inteligência artificial lidar com as outras criaturas por você, qualquer probleminha por aqui impactaria completamente a experiência do jogador.

Não vou falar que tive um grande problema mas também está longe de ser perfeito. Por muitas vezes elas ficam presas em paredes e não consegue atingir o seu inimigo, fora as vezes em que estamos lidando com 2 ou mais criaturas, nossos monstrinhos ficam meio perdidos e se invocamos 2, cada 1 bate em um mob, ninguém morre e ficamos rendidos por falta de energia momentânea.

Outro grande detalhe, elementos roguelite! Títulos simulares prezam por uma gameplay satisfatória e fluida, em Adore não temos essa satisfação neste aspecto da gameplay. Legal tentar criar sinergias e tudo mais mas isso não segura e logo se torna uma experiência bastante repetitiva. Elemento este que é bastante acentuado também pelos mapas, temos pouquíssimas variações e eles são facilmente reconhecidos de ponta a ponta.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

Tecnicamente temos aqui um título impecável, zero problemas com crashs, FPS constante e sem quedas, seus carregamentos são ágeis, seja no começo mas também na hora de se deslocar de uma parte específica para a outra (dentro de um mesmo cenário), parte crucial para limpar as “dungeons”.

Sobre o motor gráfico da Unity ele consegue ser bastante satisfatório, mesmo bem antes do seu lançamento oficial. Sua arte e a sua trilha são boas, não conquistam mas também não comprometem, mas a variação das fases é algo que poderia ser melhor trabalhado (falando tanto das normais e também sobre as expedições, tudo é muito igual).

CONCLUSÃO

Adore é um título onde na teoria tem muitos elementos que chamam bastante a minha atenção, eu de fato estava bastante animado para ele visto que ele estava sendo bem falado por pessoas a minha volta.

Mas na prática eu senti que faltou alguns pontos de atenção. Me incomodei um pouco nos combates, sobre como funciona a captura de criaturas, sua repetição em como ele se comporta e também sobre como funciona o sistema de fases e expedições, isso vai acumulando e tornando a experiência maçante e não tão cativante assim.

Uma pena pois eu definitivamente estava pronto para adorar, Adore.

O post Review de Adore – Será que Adore tem qualidades para ser adorado? apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/review-de-adore/feed/ 0 54890
Review de Demolish & Build 3 – Um desastre completo https://antigo.patobah.com.br/review-de-demolish_and_build3/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-demolish_and_build3 https://antigo.patobah.com.br/review-de-demolish_and_build3/#respond Tue, 29 Jul 2025 23:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=54659 Uma tragédia em forma de jogo.

O post Review de Demolish & Build 3 – Um desastre completo apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Agradecimentos à PressEngine pela licença
Versão de Xbox Series S
Por: Guilherme (Aniallo)

Data de lançamento: 19 de junho de 2023 (PC);
Plataformas: PlayStation 5, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox Series X e Series S, Microsoft Windows, Xbox One (versões com outros nomes);
Desenvolvedor: Demolish Games SA;
Distribuidor: Demolish Games SA;
Gênero: Simulação.


No dia 11 de julho deste 2025, chega ao mercado a versão de consoles de Demolish & Build 3. O título já estava disponibilizado na plataforma Steam desde setembro do ano passado.

Seu port foi bem feito? Vem comigo que eu te conto. Esta análise foi realizada em uma gameplay do Xbox Series S após o seu lançamento oficial. Em nome da Safe Zone Games e Patobah, agradeço a chave disponibilizada gentilmente.

Uma tragédia em forma de jogo.

PREMISSA/NARRATIVA

É até um pouco estranho este tópico para um jogo como este mas eu posso tentar. Neste simulador nós iremos assumir o controle de um dono de uma recém empresa de demolição. Seu sonho está apenas no começo, ele busca por meio de várias tarefas recebidas uma verba satisfatória para que assim ele consiga crescer e tornar a sua firma bem reconhecida no mercado.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

O título utiliza da perspectiva em primeira pessoa, sendo ela um simulador bem aos moldes de um Supermarket Simulator. A câmera só será alterada ao entrar em um maquinário específico, onde temos a utilização da terceira pessoa.

As tarefas são repassadas ao jogador por meio de mensagens que vão chegando em seu celular, elas podem ser visualizadas no canto superior esquerdo da hud ou ao abrir o aparelho móvel, podendo dar zoom e mexer em outros elementos.

Falei mais cedo sobre ser um port dos PCs mas você se sente jogando um port na verdade de um título que veio diretamente do celular. Ele é mobile em muitos aspectos, visualmente fraquíssimo e nem de perto ele atinge os gráficos demonstrados nos trailers por exemplo.

Seus comandos são terríveis em todos os aspectos possíveis, desde a movimentação a posição no controle, vamos a um exemplo: ao entrar no veículo, se a gente puxa pra si a câmera em primeira pessoa a analógica da direita não mexe a câmera do jogador, precisamos apertar o L3 e só assim o foco em mexer a câmera é liberado.

O game é completamente quebrado, ao derrubar algumas paredes elas ficam simplesmente presas ao veículo do jogador, impossibilitando ou dificultando a navegação pelo péssimo cenário criado. Falando justamente na parede, temos aqui uma física que falha vergonhosamente. Ao meu ver a questão da física era para ser um dos grandes pontos fortes de um produto assim, eu poderia simplesmente relevar gráfico e afins, mas aqui não tem como ignorar.

Me corrijam se eu estiver enganado, mas se não me engano jogos simuladores como esse presam por 2 aspectos (podendo ser juntos ou não), são eles: realidade/simulação ou diversão, concordam comigo? Por aqui conseguimos uma tragédia em ambos os cenários, um game verdadeiramente terrível.

Por último mas não menos importante, o jogo não tem save state disponível, portanto se você meio que avançou bastante em sua tarefa do momento, tente ao máximo finalizá-la. Pois se você não o faz quando voltar terá que fazer tudo novamente.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

Ele não crashou na jogatina, serve como ponto positivo?

CONCLUSÃO

Demolish & Build 3 é um desastre completo. Falho em divertir o jogador, falho no quesito simulação visto que a sua fisicalidade é bem defasada. Seus comandos não são nenhum pouco responsivos, não sei se a versão da Steam com o seu mouse e teclado são assim, mas no controle definitivamente é algo.

Se você gosta de simuladores e projetos similares talvez você se divirta nem que seja um pouquinho com ele, mas logo ele cansa e você não vai querer olhar para ele nunca mais. Rende uma jogatina “honesta” de 1/2h talvez?

O máximo que consigo elogiar por aqui é o pt-br estar disponível, agradeço por pelo menos isso.

O post Review de Demolish & Build 3 – Um desastre completo apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/review-de-demolish_and_build3/feed/ 0 54659
Review da DLC Siren’s Rest, de Still Wakes the Deep – A profundeza lhe chama https://antigo.patobah.com.br/review-da-dlc-sirens-rest-de-still-wakes-the-deep/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-da-dlc-sirens-rest-de-still-wakes-the-deep https://antigo.patobah.com.br/review-da-dlc-sirens-rest-de-still-wakes-the-deep/#respond Tue, 01 Jul 2025 19:33:48 +0000 https://patobah.com.br/?p=52563 Chegou o momento de fechar de vez esse capítulo.

O post Review da DLC Siren’s Rest, de Still Wakes the Deep – A profundeza lhe chama apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Licença recebida via PressEngine
Versão de Xbox Series S

No dia 18 de junho deste 2025, chega ao mercado a primeira DLC de Still Wakes the Deep, o que na minha visão foi uma das grandes surpresas do ano de 2024.

A expansão em questão é chamada de  Siren’s Rest, ela se passa 10 anos após os eventos do jogo base. Já fica o alerta que tentarei ser o mais cuidadoso com possíveis spoilers, mas infelizmente uma hora ou outra terei que tocar em algum assunto importante da trama.

Tá valendo a pena esse conteúdo? Vem comigo que eu te conto. Esta análise foi realizada em uma gameplay do Xbox Series S após o seu lançamento oficial. Em nome da Safe Zone Games e Patobah, agradeço a chave disponibilizada gentilmente.

Chegou o momento de fechar de vez esse capítulo.

PREMISSA/NARRATIVA

Com o desfecho da Beira D no game original, muitas perguntas ficam no ar não só para os players que jogatinaram essa maravilhosa história, lá dentro deste universo existem pessoas próximas e também parentes que buscam a sua paz interior tentando desvendar o que realmente aconteceu.

Por aqui conheceremos Mhairi e sua equipe de mergulho, seu objetivo é claro e bastante nobre: descer até os destroços do Beira D e fechar de vez esse capítulo de muita dor e angústia.

Mas que barulho é esse? Que movimentação suspeita é essa? Talvez não tenha sido uma boa ideia, quem sabe possa ser até a última…

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Diferente da jogabilidade apresentada anteriormente, em sua DLC em grande parte do tempo nós estaremos em uma exploração aquática bem aos moldes de um Subnautica, por exemplo. Sua gameplay em primeira pessoa é mantida, podemos nadar com mais intensidade a qualquer momento, além de poder pegar impulso em objetos no chão em determinadas situações.

Temos alguns equipamentos auxiliares para a nossa exploração, como é o caso de uma lanterna, uma chave de fenda para auxílio de portas e armários bloqueados e uma espécie de maçarico para eliminar algumas crostas em portas e dutos que se encontram em nosso caminho.

Pensando em uma exploração mais tranquila e no tempo do jogador, não precisamos nos preocupar com a respiração, do começo ao fim temos ao nosso lado um cilindro de oxigênio que não nos abandona.

E por falar em abandono, o que vai embora com bastante velocidade neste título é a iluminação. O fundo do mar faz juz ao que se espera e tudo é bem escuro. A lanterna terá que ser utilizada ao máximo sempre que possível. Deu problema? Mais para frente teremos acesso a sinalizadores que deverão ser utilizados com uma frequência considerável, visto que é uma mecânica fundamental para a conclusão e por conta disso os desenvolvedores optaram por dar aos jogadores o manuseio de forma infinita deste recurso.

Além dos objetos citados anteriormente, também temos em nosso inventário uma câmera para registrar cada corpo que vamos encontrando durante a nossa trajetória. A fotografia e os pertences que podemos encontrar são um “charme” a parte. Ligar um determinado objeto a pessoas já conhecidas pelo jogo base causa um misto de emoções.

Aos jogadores mais aficionados por exploração ou fazer os 100% de um game, pode se divertir bastante nessa procura. Tem alguns que ficam bem escondidos e poderão passar despercebidos em uma primeira jogatina.

E sobre o monstro? Bom… o monstro aqui é bem diferente de aparência mas a sua lógica de racionício segue a mesma. Viu o bicho? Corre e busque esconderijo, já neste caso, nade e busque refúgio.

Ele é rápido não tente um embate direto, voltamos aos sinalizadores para chamar a atenção e como Ronaldinho Gaúcho, jogamos para um lado e corremos para o outro, sem erro e com muita emoção.

As plataformas simplesmente não existem mais? Um dos grandes pilares de Still Wakes the Deep para mim foi a mescla do horror com a plataforma. Andar em locais estreitos ou fazer um pulo mais desafiador foi uma baita experiência.

Infelizmente Siren’s Rest tem bem pouco deste recurso por ser no fundo do mar, mas os desenvolvedores conseguiram algumas brechas em momentos chaves para o jogador matar um pouco dessa vontade.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

Sobre o motor gráfico da Unreal Engine 5 a The Chinese Room fez um ótimo trabalho. O que ele tem de bonito tem de intimidador. A Beira D já era incrível de se explorar normalmente, agora vendo o que sobrou no fundo do mar ela segue sendo bem cativante, se é que cativante seja um bom adjetivo para utilizar por aqui.

No Xbox Series S sua experiência foi bem tranquila, seja no jogo base ou em sua DLC. Sem problemas de crashs, quedas de fps ou similares. O carregamento pós morte poderia ser um pouco mais ágil mas nada que me incomodou.

CONCLUSÃO

Still Wakes the Deep: Siren’s Rest consegue de forma sucinta ser uma boa adição a este universo. A título de curiosidade, finalizei a campanha do jogo base com 5h de jogatina, vim para a DLC esperando algo em torno de 30 minutos ou 1h no máximo.

E não foi o caso, finalizei com 2h e não coletei todos os pertences.  Estamos falando de uma DLC que está sendo comercializada por R$37,00 (no Xbox e Steam, PS por R$69,90), um valor ao meu ver bem honesto para o material entregue.

Voltar para este universo foi uma grata surpresa que eu realmente não sabia que precisava. Estou completamente vendido, se o game conseguir atingir um público ainda maior tem tudo para se tornar um grande nome no mercado. Joguem Still Wakes the Deep, joguem Siren’s Rest!

O post Review da DLC Siren’s Rest, de Still Wakes the Deep – A profundeza lhe chama apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/review-da-dlc-sirens-rest-de-still-wakes-the-deep/feed/ 0 52563
Nintendo Switch 2 chega a marca de 3.5m de unidades vendidas https://antigo.patobah.com.br/nintendo-switch-2-chega-a-marca-de-3-5m-de-unidades-vendidas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nintendo-switch-2-chega-a-marca-de-3-5m-de-unidades-vendidas https://antigo.patobah.com.br/nintendo-switch-2-chega-a-marca-de-3-5m-de-unidades-vendidas/#respond Thu, 12 Jun 2025 00:56:22 +0000 https://patobah.com.br/?p=50793 As vendas do Nintendo Switch 2 pelo mundo!

O post Nintendo Switch 2 chega a marca de 3.5m de unidades vendidas apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Nesta quarta-feira (11), foi postado nas redes sociais da Nintendo que o Nintendo Switch 2 chegou a marca de 3.5 milhões de unidades vendidas em apenas 4 dias.

A marca em questão faz com o que o novo console da empresa seja o mais vendido não só na história da Nintendo mas também esteja a frente se comparado a seus concorrentes.

A título de curiosidade, o PlayStation 5 vendeu 3.4m em 1 mês, o PlayStation 4 2.5m em 15 dias e o Nintendo Switch 2.7m em 1 mês.

Se a Nintendo conseguir segurar as vendas lá em cima o console tem tudo para ser um dos maiores já lançados.

O post Nintendo Switch 2 chega a marca de 3.5m de unidades vendidas apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/nintendo-switch-2-chega-a-marca-de-3-5m-de-unidades-vendidas/feed/ 0 50793
Avaliações de MindsEye no Steam são negativas a primeiro momento https://antigo.patobah.com.br/avaliacoes-de-mindseye-no-steam-sao-negativas-a-primeiro-momento/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=avaliacoes-de-mindseye-no-steam-sao-negativas-a-primeiro-momento https://antigo.patobah.com.br/avaliacoes-de-mindseye-no-steam-sao-negativas-a-primeiro-momento/#respond Tue, 10 Jun 2025 22:57:07 +0000 https://patobah.com.br/?p=50698 Jogadores não estão curtindo muito...

O post Avaliações de MindsEye no Steam são negativas a primeiro momento apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Nesta terça-feira (10), tivemos o lançamento oficial do título MindsEye, game do qual conta com a direção do icônico Leslie Peter Benzies na equipe (um dos principais desenvolvedores da franquia Grand Theft Auto).

No exato momento da postagem, MindsEye se encontra com 408 avaliações na Steam, 38% apenas são positivas, fazendo com que ele fique com a avaliação vermelha e com a flag do “Ligeiramente negativas”.

Em sua grande maioria as críticas enumeram falhas relacionadas a bugs e má performance, algo que vem se tornando bastante recorrente a games desenvolvidos na Unreal Engine 5, motor gráfico utilizado no título em questão.

As avaliações por parte da crítica especializada ainda não foram divulgadas, o motivo foi a falta do acesso antecipado. Deverão ser postadas ainda nesta semana.

MindsEye está disponível para PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC.

O post Avaliações de MindsEye no Steam são negativas a primeiro momento apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/avaliacoes-de-mindseye-no-steam-sao-negativas-a-primeiro-momento/feed/ 0 50698
Eternal Evil – O nome de um jogo nunca fez tanto sentido https://antigo.patobah.com.br/eternal-evil-o-nome-de-um-jogo-nunca-fez-tanto-sentido/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=eternal-evil-o-nome-de-um-jogo-nunca-fez-tanto-sentido https://antigo.patobah.com.br/eternal-evil-o-nome-de-um-jogo-nunca-fez-tanto-sentido/#respond Mon, 09 Jun 2025 15:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=50499 Inspira… expira... inspira… expira.

O post Eternal Evil – O nome de um jogo nunca fez tanto sentido apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Agradecimentos a Qube Games por disponibilizar a chave.

No dia 30 de maio deste 2025, chega ao mercado as versões de Xbox Series S/X e PlayStation 5 de Eternal Evil. A título de curiosidade, o game foi lançado originalmente em novembro de 2022 de forma exclusiva para os PCs.

Sua chegada aos consoles de mesa está valendo a pena? Vem comigo que eu te conto. Esta análise foi realizada em uma gameplay do Xbox Series S após o seu lançamento oficial. Em nome da Safe Zone Games e Patobah, agradeço a chave disponibilizada gentilmente.

Inspira… expira… inspira… expira.

PREMISSA/NARRATIVA

Nada como um bom universo apocalíptico não é verdade? Por aqui conheceremos o desfecho de uma pequena cidade que está sendo tomada por criaturas vampirescas denominadas de Ghouls. Sua sede por sangue é feroz, fazendo com que a contaminação se espalhasse de uma forma inimaginável.

Os humanos remanescentes tentam se unir e cooperar para que assim eles possam resistir perante a esta grande ameaça. Os Ghouls são as únicas ameaças? Não conte com isso, existirão alguns animais no mínimo peculiares no caminho dos nossos protagonistas.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

O título adota para si a câmera em primeira pessoa, onde podemos: correr, mirar, agachar, usar lanterna e passar raiva.

Nitidamente o desenvolvedor (projeto de 1 única pessoa) se inspirou em survival horrors como base para o seu projeto, especificamente Resident Evil. Desde o seu início, já temos como um dos cenários possíveis como destino do jogador, uma espécie de mansão.

As semelhanças não param por aí, a lógica dos puzzles e o sistema de portas bloqueadas por chaves de cores específicas, seguem a mesma linha de raciocínio dos jogos criados pela Capcom.

Um ponto específico que o Eternal se destoa é no quesito da escassez. Se não bem administrado os seus recursos terão fim de uma forma muito mais abrupta do que em outros jogos do gênero.

Agora um ponto positivo para o seu desenvolvedor, logo ao startar o game, temos algumas opções que servem como facilitadores para o seu jogador, uma acessibilidade interessante até. Podemos marcar a opção onde começamos com uma arma de munição infinita, opção que aumenta a nossa maleta e opção que deixa mais visível alguns objetos do qual podemos interagir no cenário.

Acho que isso é o máximo que eu consigo dizer de positivo sobre este projeto. Volto a frisar, muito bacana o desenvolvedor ter mirado um escopo como este, mas o resultado atingido foi simplesmente terrível.

Fica nítido que o passo foi muito, mas muito, mas muito maior do que suas próprias pernas poderiam alcançar. Sua jogabilidade é péssima, a ponto do nosso personagem ficar colidindo com objetos como cadeiras, mesas e etc… a cada colisão ficamos meio que abaixando na fase, ficando com a impressão de que estamos sempre quicando igual dançarinas.

Os Ghouls que não sabem se são vampiros ou zumbis são terríveis! Temos muitos problemas com hitbox por aqui, seja para gente acertar os inimigos e também na hora de evitar os golpes, muitos hits que não deveriam atingir acabam nos acertando.

Bugs são visíveis a todo momento, um que acontece com bastante frequência são nos objetos que nós podemos interagir. O comando RB aparece para a interação e o comando não vai sair da nossa tela, mesmo que já tenhamos nos afastado bastante do objeto ele insiste em continuar na hud.

ASPECTOS TÉCNICOS

Infelizmente o título em questão fica muito abaixo no quesito otimização. Com diversos bugs espalhados durante a jogatina, temos comandos não responsivos, problemas no carregamento de texturas e problemas no áudio.

CONCLUSÃO

Eternal Evil tinha tudo para ser uma grande homenagem a títulos já consagrados no passado. Já sobre o seu resultado temos um produto muito abaixo em todos os sentidos. A homenagem se torna um pesadelo não só para o seu gênero, mas para o mundo dos games.

Por mais que eu pare para pensar sobre como o desenvolvimento solo possa ser algo complicado, eu simplesmente não consigo suavizar as coisas por aqui. Me pego pensando se foi falta de prática na hora do desenvolvimento ou se ele foi entregue dessa forma por querer, meio que feito de qualquer jeito sabe?

Intragável acho que é a palavra que resume bem a minha experiência. Decidi acreditar na primeira opção e desejo ao desenvolvedor que ele possa ter sucesso em seus novos projetos, pois este aqui eu gostaria de esquecer da minha memória.

O post Eternal Evil – O nome de um jogo nunca fez tanto sentido apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/eternal-evil-o-nome-de-um-jogo-nunca-fez-tanto-sentido/feed/ 0 50499
Novas informações sobre o 007 First Light são reveladas https://antigo.patobah.com.br/novas-informacoes-sobre-o-007-first-light-sao-reveladas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=novas-informacoes-sobre-o-007-first-light-sao-reveladas https://antigo.patobah.com.br/novas-informacoes-sobre-o-007-first-light-sao-reveladas/#respond Thu, 05 Jun 2025 23:06:07 +0000 https://patobah.com.br/?p=50230 Bond, James Bond!

O post Novas informações sobre o 007 First Light são reveladas apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Nesta quinta-feira (05), foi postado no site do PlayStation Blog e também no Gematsu, algumas informações mais aprofundadas sobre o novo título do 007.

Por lá, tivemos a possível revelação sobre o ator que interpreta essa nova etapa do agente no mundo dos games. Estamos falando de Patrick Gibson, ator irlandês que hoje está com o seus 30 anos. Seu trabalho mais recente está sendo em Dexter: Pecado Original, série que mostra um pouco mais sobre o começo da trajetória de um dos serial killers “mais queridos” da cultura pop.

A história a ser contada no game será completamente original, mostrando o jovem James Bond no seu auge dos 26 anos e como um ato heroico o levou ao programa de treinamento do 00.

Suas missões/locais a serem visitados são descritos como de tirar o fôlego, fora que, também teremos acesso a dirigibilidade de veículos icônicos da franquia (algo que já tivemos um mini trechinho divulgado no evento do State of Play).

Você poderá interagir com personagens já característicos como é o caso do(a) M, Q e Moneypenny. As missões podem ser repetidas com alguns modificadores, para que o jogador possa testar os seus limites e as suas habilidades.

007 First Light está previsto para ser lançado no ano de 2026, disponível para PlayStation 5, Xbox Series S/X, Nintendo Switch 2 e PC.

O post Novas informações sobre o 007 First Light são reveladas apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/novas-informacoes-sobre-o-007-first-light-sao-reveladas/feed/ 0 50230
Ghost of Yotei terá apresentação dedicada em julho https://antigo.patobah.com.br/ghost-of-yotei-tera-apresentacao-dedicada-em-julho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ghost-of-yotei-tera-apresentacao-dedicada-em-julho https://antigo.patobah.com.br/ghost-of-yotei-tera-apresentacao-dedicada-em-julho/#respond Thu, 05 Jun 2025 00:53:53 +0000 https://patobah.com.br/?p=50142 Gostinho de quero mais!

O post Ghost of Yotei terá apresentação dedicada em julho apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
Nesta quarta-feira (04), tivemos a realização de uma nova State of Play. Dentre os anúncios apresentados, tivemos um pequeno teaser de Ghost of Yotei mencionando que o título terá uma apresentação exclusiva para si agora em julho.

Perdeu o vídeo? Segue abaixo:

(Via: Divulgação – PlayStation)

Não temos uma data precisa até então, mas muito possivelmente a data será revelada ainda neste mês de junho pelo que se espera. Deu para matar pelo menos um pouco da sua curiosidade player?

Ghost of Yotei está previsto para ser lançado no dia 2 de outubro de 2025, disponível para PlayStation 5.

O post Ghost of Yotei terá apresentação dedicada em julho apareceu primeiro em Patobah!.

]]>
https://antigo.patobah.com.br/ghost-of-yotei-tera-apresentacao-dedicada-em-julho/feed/ 0 50142