Arquivo de Asvero - Patobah! https://antigo.patobah.com.br/category/parceiros/asvero/ Site de jogos com notícias e reviews. Análises de games, tecnologia, retrogaming e entrevistas sobre o universo gamer em um só lugar. Fri, 13 Feb 2026 12:49:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/antigo.patobah.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-patobah-1000-x-1000-px-1-png.webp?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivo de Asvero - Patobah! https://antigo.patobah.com.br/category/parceiros/asvero/ 32 32 234808719 Death Stranding 2 chega aos PCs em Março https://antigo.patobah.com.br/death-stranding-2-chega-aos-pcs-em-marco/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=death-stranding-2-chega-aos-pcs-em-marco https://antigo.patobah.com.br/death-stranding-2-chega-aos-pcs-em-marco/#respond Fri, 13 Feb 2026 12:49:51 +0000 https://patobah.com.br/?p=69970 Death Stranding 2 chegando aos pc's

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A aguardada sequência de Death Stranding 2 já tem data marcada para desembarcar nos computadores. O lançamento da versão para PC está confirmado para 19 de março de 2026, fruto da colaboração entre a Kojima Productions e a Sony.

A adaptação promete aproveitar o potencial da plataforma, trazendo suporte a taxas de quadros desbloqueadas, compatibilidade com monitores em formato ultra-wide e recursos avançados de upscaling e geração de frames. A expectativa é de que o desempenho e a fidelidade visual superem a edição original dos consoles.

Lançado inicialmente em 2025, Death Stranding 2 dá continuidade à jornada de Sam em uma missão que volta a colocar o destino da humanidade em risco. A nova aventura amplia o universo criado por Hideo Kojima, aprofundando temas como conexão, isolamento e sobrevivência em um mundo fragmentado.

A pré-venda da versão para PC teve início ontem (12), abrindo caminho para que os jogadores já garantam acesso antecipado ao título antes da estreia oficial em março.

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Review de Yakuza Kiwami 1 + 2 | PC https://antigo.patobah.com.br/review-de-yakuza-kiwami-1-e-2-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-yakuza-kiwami-1-e-2-pc https://antigo.patobah.com.br/review-de-yakuza-kiwami-1-e-2-pc/#respond Wed, 24 Dec 2025 14:05:19 +0000 https://patobah.com.br/?p=67162 Confira a review de Asvero, do Canal @asvero69

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Yakuza, ou como é mais chamado hoje em dia, “Like a Dragon”, é uma franquia com um peso enorme na cultura pop japonesa e que tem uma imensidão de fãs no Ocidente também. Mesmo tendo jogado apenas o Like a Dragon: Pirate Yakuza (quem diria, o Majima pirata foi minha porta de entrada), eu já conhecia bastante da estética nipônica e um pouco sobre os personagens da franquia. Mas nunca tinha parado realmente para jogá-los, então decidi entender de onde vem todo o peso desse nome do jeito certo: jogando. Mergulhei nos remakes recentes, Yakuza Kiwami 1 e 2, desenvolvidos pela Ryu Ga Gotoku Studio e publicados pela SEGA. Como nunca joguei as versões originais do PlayStation 2, minha análise é totalmente baseada no que esses títulos entregam para o padrão de hoje.

 

HISTÓRIA/PREMISSA

A história desses dois jogos é, acima de tudo, sobre lealdade e as consequências de nossas escolhas. Não vou me aprofundar tanto na lore dos dois games, até porque elas são tão boas que só jogando para saber. Momentos de ação, tensão, dramas e até aquele humor pastelão japonês — que eu particularmente adoro — estão presentes o tempo todo. Além de ter uma construção de personagem muito madura, o Kiryu se tornou um dos meus protagonistas favoritos dos games.

> No Kiwami 1, conhecemos o Kazuma Kiryu. Ele assume a culpa por um crime que não cometeu e passa 10 anos na prisão. Ao sair, ele se vê em meio a uma conspiração envolvendo 10 bilhões de ienes desaparecidos e uma garotinha, Haruka, que parece ser a chave de tudo. É uma história de introdução muito forte, que foca na queda e na reconstrução do protagonista.

> Já no Kiwami 2, o conflito ganha uma escala regional. A disputa entre o Clã Tojo (Tóquio) e a Aliança Omi (Osaka) coloca Kiryu frente a frente com Ryuji Goda. Diferente de muitos vilões genéricos, o Ryuji é um antagonista formidável que divide o palco com o protagonista à altura. A trama é mais densa, cheia de reviravoltas e momentos cinematográficos.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Embora ambos sejam remakes, a diferença de “pegada” entre eles é nítida por causa das tecnologias usadas.

O Kiwami 1 utiliza um sistema de combate mais focado em estilos. Você alterna entre quatro posturas de luta (Brawler, Rush, Beast e Dragon). Isso dá uma dinâmica estratégica legal, já que cada inimigo exige uma abordagem diferente. O ponto alto da diversão é o sistema “Majima Everywhere”, onde o Majima te persegue pela cidade das formas mais absurdas possíveis para te forçar a evoluir.

O Kiwami 2 já é um salto para a Dragon Engine, a mesma usada nos jogos mais atuais da série. O combate aqui é mais unificado e fluido. O que mais impressiona é a física: as lutas podem começar na rua e terminar dentro de uma loja, quebrando prateleiras e destruindo o cenário de forma orgânica. Não existem telas de carregamento para entrar em estabelecimentos ou iniciar brigas, o que deixa o ritmo do jogo muito melhor.

Um grande destaque do gameplay são também os seus minigames fantásticos. É cada um mais divertido que o outro e eles te prendem por um bom tempo se você focar em fazê-los. Eu particularmente amo o karaokê desses jogos, só tem musicão no catálogo!

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

A direção de arte é o que realmente te transporta para o Japão. Kamurocho e Sotenbori são bairros vibrantes, cheios de letreiros em neon, sons de fliperama e uma atmosfera noturna impecável.

No Kiwami 1, os gráficos são competentes e limpos. Já no Kiwami 2, o detalhamento sobe de nível. A iluminação é muito mais realista, os reflexos no chão molhado são bonitos de ver e as expressões faciais nas cenas de corte são impressionantes, conseguindo passar a emoção dos personagens sem precisar de exageros.

CONCLUSÃO

Para quem está chegando agora, como eu, os remakes Kiwami são a forma definitiva de conhecer o Kiryu. O primeiro jogo estabelece o coração da franquia com uma história emocionante, enquanto o segundo refina a fórmula com um motor gráfico moderno e um ritmo de jogo superior. São títulos que mostram por que Yakuza deixou de ser um jogo de nicho para virar esse fenômeno mundial.

PATÔMETRO | Yakuza Kiwami 1

85

PATÔMETRO | Yakuza Kiwami 2

70
Licença enviada por:
SEGA Brasil
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Review de Elden Ring: Nightreign – The Forsaken Hollows | PC https://antigo.patobah.com.br/review-de-elden-ring-nightreign-the-forsaken-hollows/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-elden-ring-nightreign-the-forsaken-hollows https://antigo.patobah.com.br/review-de-elden-ring-nightreign-the-forsaken-hollows/#respond Tue, 23 Dec 2025 00:22:13 +0000 https://patobah.com.br/?p=67067 Confira o que Asvero achou do conteúdo The Forsaken Hollows

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NOVOS HERÓIS

Com bem menos de um ano desde o seu lançamento, Elden Ring: Nightreign recebe sua primeira grande expansão: The Forsaken Hollows. Antes de continuar, quero agradecer imensamente à Bandai Namco por ter me enviado a chave do jogo no lançamento e, agora, a DLC, permitindo que eu trouxesse esta análise para vocês.

Na DLC, a mecânica principal se mantém, mas com leves alterações. A primeira grande mudança — e que muitos jogadores pediam há muito tempo — é um mapa totalmente novo. A nova área chama-se Shifting Earth (Terra Mutável), trazendo um bioma que lembra muito as áreas subterrâneas do Elden Ring base.
Além dessa adição tão aguardada, tivemos, claro, novos Nightlords (os chefes) e novos personagens jogáveis. Vou explicar como funcionam os dois novos heróis:

> Undertaker: A belíssima freira combatente (referência à WWE? Talvez!) utiliza uma maça gigantesca. O foco dela é controle de grupo e redistribuição de recursos para a equipe, atuando como um híbrido de tanque e suporte.> Scholar: É a típica classe “maguinho” para os íntimos. Ele mistura ataques rápidos de esgrima com dano mágico, focando em explorar a fraqueza elementar de cada inimigo.

NOVOS BOSSES

Falando do que os fãs mais gostam: os novos chefes! Assim como no jogo base, tivemos adições nostálgicas para quem é fã da franquia Souls. O grandioso e sofrido Cavaleiro Artorias, que brilhou na DLC de Dark Souls 1, reaparece aqui e continua “farmando aura” como sempre. Também tivemos o Demon Prince… e já aviso: se você pegar uma run onde ele for o primeiro boss, sugiro recomeçar (risos).

Tivemos também um boss inédito, o Straghess, o Traidor. Ele é desafiador e possui uma identidade visual marcante com um moveset devastador, mas, em termos de dificuldade, ainda não chega aos pés de Heolstor, the Nightlord (o boss final do jogo base). O título segue com a direção de arte impecável da FromSoftware, trilhas sonoras memoráveis e designs incríveis.

ATENÇÃO GALERA DO PC!

Infelizmente, o jogo continua mal otimizado. Tive sérios problemas de crash, o que inclusive atrasou esta análise. Processadores Intel de última geração (14ª geração) possuem mais núcleos do que o jogo consegue administrar. Relatos no Reddit indicam que processadores com mais de 6 núcleos estão sujeitos a travamentos intensos. Recomendo que limitem os núcleos do processador e tenham, no mínimo, 32GB de RAM se estiverem usando Windows.

CONCLUSÃO

A expansão é um conteúdo pago e, ao meu ver, o preço está um pouco acima da realidade para alguns jogadores. Se você é um grande fã e gostou do jogo base, a compra é certa. Se você gosta de Souls, mas o modelo roguelike não te agrada, sugiro esperar uma promoção. Embora traga bastante conteúdo e toque na nostalgia, a DLC deve render algumas semanas de diversão — a menos que você jogue com amigos; com uma equipe fechada, a vida útil do jogo aumenta consideravelmente.

PATÔMETRO

80
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Bandai Namco
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One Piece: Pirate Warriors 4 | PC (Upgrade de geração) https://antigo.patobah.com.br/one-piece-pirate-warriors-4-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=one-piece-pirate-warriors-4-pc https://antigo.patobah.com.br/one-piece-pirate-warriors-4-pc/#respond Sun, 07 Dec 2025 22:37:37 +0000 https://patobah.com.br/?p=65608 Confira a review de Asvero.

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Novo jogo

One Piece: Pirate Warriors 4 fez algo que não é comum: voltar aos holofotes depois de cinco anos do seu lançamento! O jogo traz duas grandes novidades: a chegada às plataformas de nova geração e o lançamento do Pacote de Personagens nº 7, inspirado no arco Egghead. Como o jogo já foi lançado, esta review vai focar 100% no novo conteúdo disponibilizado recentemente e nas versões da nova geração!

Atualização

Com a versão para PS5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, o jogo finalmente entrega o desempenho que o gênero musou pede:

* 60 FPS constantes, deixando o combate muito mais agradável
* Melhorias visuais perceptíveis em cores, nitidez e efeitos
* Carregamentos muito mais rápidos graças ao SSD

Para quem ainda estava no PS4/Xbox One, o upgrade realmente transforma o jogo.

Mais contéudo

Além do lançamento para nova geração, também foi lançada uma DLC focada nos personagens do novo arco do anime, trazendo três novos personagens jogáveis:

* Rob Lucci (CP0) — veloz, com golpes amplos e destrutivos
* S-Snake (Seraphim) — mistura lasers com a clássica petrificação de Hancock
* Jewelry Bonney — focada em transformações e ataques em área

Eles chegam com animações próprias, combos longos e força acima da média, sem aquele reaproveitamento de movimentos típico de algumas DLCs.
Infelizmente, não foi incluída uma história nova ou algo parecido: você pode usar esses novos personagens apenas no Modo Tesouro!

Concluindo

A resposta para a pergunta “vale a pena?” depende de dois fatores: se você é fã de One Piece e se gosta de jogos de “esmagar botão”. É um estilo que pode enjoar facilmente, mas quem gosta muito da obra pode prolongar a diversão por conta da variedade de personagens para testar. A atualização deixou o jogo original mais bonito, fluido e convidativo. E ainda vale ressaltar que há mais novidades no horizonte: o Pacote nº 8, com Eneru, King e Z, já está previsto para 2026.

PATÔMETRO

70
Licença enviada por:
Bandai Namco
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Winter Survival recebe nova atualização no Acesso Antecipado com melhorias, ajustes e novidades para jogadores https://antigo.patobah.com.br/winter-survival-recebe-nova-atualizacao-no-acesso-antecipado-com-melhorias-ajustes-e-novidades-para-jogadores/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=winter-survival-recebe-nova-atualizacao-no-acesso-antecipado-com-melhorias-ajustes-e-novidades-para-jogadores https://antigo.patobah.com.br/winter-survival-recebe-nova-atualizacao-no-acesso-antecipado-com-melhorias-ajustes-e-novidades-para-jogadores/#respond Fri, 05 Dec 2025 12:35:37 +0000 https://patobah.com.br/?p=65463 Survival Realista chega a Steam

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Winter Survival, desenvolvido pela DRAGO Entertainment, recebeu uma nova atualização no Acesso Antecipado no dia 16 de setembro de 2025, trazendo uma série de melhorias que refinam a experiência de jogo. A atualização foca em qualidade de vida, ajustes de equilíbrio e recursos inéditos que tornam a sobrevivência intensa, porém mais acessível para novos jogadores.

O que é Winter Survival?
Winter Survival é um jogo de sobrevivência em mundo aberto ambientado em um ambiente montanhoso brutal e implacável. O jogador assume o papel de um sobrevivente isolado que precisa enfrentar frio extremo, fome, ameaças animalescas — incluindo um urso que se torna um inimigo recorrente — e a deterioração da própria sanidade. Misturando elementos de exploração, crafting, combate e narrativa, o título busca entregar uma experiência realista e emocionalmente intensa, onde cada decisão pode ser a diferença entre viver ou morrer. Atualmente, o jogo está disponível em Acesso Antecipado na Steam, permitindo que a comunidade acompanhe sua evolução e participe do desenvolvimento.

Principais novidades da atualização
A mais recente versão adiciona mudanças importantes que aprimoram a jogabilidade e deixam a experiência mais fluida.

• Nova dificuldade “Fácil”: uma opção pensada para quem deseja focar na história e na atmosfera de sobrevivência, com punições reduzidas e ritmo mais acessível.
• Interface redesenhada: menus reorganizados e uma navegação mais intuitiva tornam ações como criar itens e gerenciar inventário mais simples e rápidas.
• Cartas de status revisadas: indicadores de condição do personagem agora são mais claros, facilitando a leitura de efeitos positivos e negativos em tempo real.
• Sanidade aprimorada: o sistema mental do personagem recebeu ajustes para entregar feedback mais preciso e progressão mais coerente, evitando frustrações sem reduzir o impacto emocional do recurso.
• Combate cinematográfico com o urso: as batalhas contra o urso foram retrabalhadas para oferecer animações mais fluidas, eventos sequenciais mais coesos e sensação reforçada de perigo.
• Coleta de recursos balanceada: janelas de saque e tempo de desaparecimento dos itens foram ajustados para manter a imersão sem prejudicar o ritmo do jogo.

A atualização também trouxe melhorias gerais nos efeitos de insanidade, deixando-os mais claros e equilibrados, mas ainda mantendo o clima tenso e imprevisível que caracteriza Winter Survival.

Disponibilidade
Winter Survival está disponível para PC via Steam em Acesso Antecipado, pelo valor de R$ 54,99. Versões para consoles estão planejadas para o futuro. Jogadores interessados podem adicionar o título à lista de desejos na Steam e acompanhar novas atualizações conforme o desenvolvimento avança.

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Review de Blood of Mehran | PS5 https://antigo.patobah.com.br/review-de-blood-of-mehran-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-blood-of-mehran-pc https://antigo.patobah.com.br/review-de-blood-of-mehran-pc/#respond Sat, 11 Oct 2025 15:00:26 +0000 https://patobah.com.br/?p=60619 Blood of Mehran entrega uma jornada de vingança linear em um mundo visualmente encantador, mas tropeça em seus próprios golpes.

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Blood of Mehran é um hack and slash que parece ter saído diretamente da era de ouro do PlayStation 3 e que também parece um jogo foi desenvolvido para a mesma. Desenvolvido pela Permanent Way Game Co., o jogo tenta reviver o estilo de ação linear e cinematográfica que marcou clássicos como Assassin’s Creed, Heavenly Sword e Prince Of Persia.
O jogo traz muito aquela clássica experiência: um conto de vingança ambientado em uma região do Oriente Médio, com visual atrativo, trilha sonora boa mas pé no chão e combates cheios de adversidades que não são nem sempre tão precisos quanto poderiam ser.

HISTÓRIA/PREMISSA

A narrativa se passa no reino fictício de Aura, inspirado na Antiga Mesopotâmia e nos contos de fantasia persa, como As Mil e Uma Noites.
Você controla Mehran, um guerreiro lendário que tenta viver em paz após anos de batalhas, mas é forçado a retornar à violência quando um rei tirano destrói sua vida e tira dele o que mais ama.
A partir daí, o jogo mergulha em uma jornada de vingança intensa, onde Mehran confronta não apenas inimigos poderosos, mas também o peso emocional de suas escolhas.
A história aborda uma estrutura tradicional e previsível, sem grandes reviravoltas.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Blood of Mehran é um jogo de ação em terceira pessoa, com foco no combate corpo a corpo rápido.

Combate

O sistema de combate oferece três estilos principais:
* Espada e escudo, para equilíbrio entre defesa e ataque;
* Espadas duplas, com foco em agilidade e combos;
* Arco e flecha, para ataques à distância.

A variedade é bem-vinda, mas o impacto dos golpes nem sempre convence — a falta de peso e resposta dos inimigos tira um pouco da satisfação das batalhas.

Furtividade e exploração

Em alguns momentos, o jogo introduz mecânicas simples de furtividade, permitindo eliminar inimigos silenciosamente.
Essas mecânicas trazem uma boa pausa entre as lutas que são bem maçantes no início , assim como os trechos de plataforma e escalada, que lembram Prince of Persia (2008). O sistema de evolução do personagem é feita por meio de uma árvore de habilidades. É bem simples você derrota inimigos e desbloqueia novas habilidades para usar no combate. Há também armaduras e equipamentos que alteram atributos como vida e chakra (energia especial usada para golpes poderosos).

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

A direção de arte é, sem dúvida, o ponto mais forte do jogo.

A recriação da Mesopotâmia é visualmente deslumbrante: bazares cheios de vida, templos e dunas banhadas por pores do sol alaranjados.

A trilha sonora é bastante dedicada e traz aquela mistura de instrumentos tradicionais persas com batidas modernas. Por outro lado, o jogo entrega animações faciais bem datadas e a movimentação do personagem e npc’s são bem “toscas”, o que ao meu ver não se justifica mesmo sendo um orçamento AA.

CONCLUSÃO

Blood of Mehran é uma tentativa de homenagem aos jogos de ação clássicos, mas suas falhas ofuscam um possível brilho.
Ele não tenta reinventar o gênero e entrega uma jornada bem simplória, o visual é encantador, mas não salva o game de suas falhas, como o combate pouco impactante e com um péssimo polimento.
O jogo até pode trazer algum teor de nostalgia e com isso talvez até consiga te prender nele, mas confesso que não foi meu caso.

PATÔMETRO

58
Licença enviada por:
Blowfish Studios
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Review de Hordes of Hunger | PC https://antigo.patobah.com.br/review-de-hordes-of-hunger-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-hordes-of-hunger-pc https://antigo.patobah.com.br/review-de-hordes-of-hunger-pc/#respond Tue, 16 Sep 2025 15:00:53 +0000 https://patobah.com.br/?p=58642 Um rogue-lite survivor-like sombrio e ambicioso, com batalhas contra hordas infinitas, progressão viciante e direção de arte medieval melancólica.

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Hordes of Hunger é um jogo que se encaixa no popular gênero survivor-like ou bullet heaven, conhecido por sua jogabilidade focada em sobreviver a ondas infinitas de inimigos, enquanto o personagem evolui progressivamente. Lançado em acesso antecipado em 2023, o game é um indie desenvolvido e publicado pelo estúdio Ankama Games.


HISTÓRIA/PREMISSA

A protagonista é Mirah, uma guerreira que se encontra em um mundo assolado por uma entidade sombria conhecida como “a fome viva”. Essa força maligna corrompe a terra e convoca legiões de criaturas. A história não é apresentada de forma direta ou linear. Em vez disso, o jogo adota uma abordagem mais sutil, onde o lore e os detalhes da trama são descobertos por meio de diálogos esparsos com outros sobreviventes, descrições de itens e eventos que ocorrem durante as partidas. Em resumo, a narrativa não é o foco, mas sim um pano de fundo para a jogabilidade acontecer solta.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

A jogabilidade gira em torno do combate em larga escala contra hordas de inimigos. O jogador controla Mirah em visão em terceira pessoa, mas também pode alternar para uma perspectiva mais isométrica, o que facilita a movimentação e a visualização do campo de batalha. Os comandos são diretos e responsivos, focados em ataques básicos, esquivas e no uso de habilidades especiais desbloqueadas ao longo de cada horda.

Ao derrotar inimigos, o jogador acumula pontos de experiência, que podem ser gastos em upgrades e novas habilidades. Essa mecânica de progressão é o coração do jogo: o objetivo é ficar cada vez mais poderoso para enfrentar ondas maiores e mais desafiadoras. Algo comum nesse estilo é montar builds variadas, e o interessante é que você pode personalizá-las a cada nova partida. Além do combate, há elementos de exploração de cenários e o resgate de NPCs, que podem desbloquear novos recursos, como a preparação de refeições que concedem bônus.

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

A direção de arte de Hordes of Hunger é melancólica e medieval, com cenários de cidadelas tomadas pelo caos e destruição. Os designs dos inimigos, no entanto, acabam se tornando repetitivos. Já a trilha sonora, com suas melodias sombrias e arrastadas, complementa perfeitamente a atmosfera do jogo.

CONCLUSÃO

Hordes of Hunger se destaca como um survivor-like até que bem ambicioso que, mesmo em seu estágio de acesso antecipado, já oferece uma experiência bastante completa. Sua forte atmosfera, combinada com uma jogabilidade de progressão viciante e uma direção de arte imersiva, cria um pacote promissor. Apesar da narrativa fraca e da repetição exagerada, que limita parte do potencial do game, vale lembrar que se trata de um projeto indie, com bastante espaço para evoluir e surpreender.

PATÔMETRO

68
Licença enviada por:
Kwalee
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Review de Abyssus https://antigo.patobah.com.br/review-de-abyssus/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-abyssus https://antigo.patobah.com.br/review-de-abyssus/#respond Wed, 27 Aug 2025 22:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=56817 Conheça Abyssus, um FPS cooperativo com elementos roguelite e uma estética "brinepunk".

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Agradecimentos à The Arcade Crew pela chave de imprensa
Versão de PC

Data de lançamento: 30 de outubro de 2024 (PC);
Plataformas: PC;
Desenvolvedor: DoubleMoose Games;
Distribuidor: The Arcade Crew;
Gênero: FPS cooperativo, roquelite.


PREMISSA/NARRATIVA

Abyssus é um jogo de tiro em primeira pessoa (FPS) com elementos roguelite e foco em modo cooperativo, desenvolvido pela DoubleMoose e publicado pela The Arcade Crew. Um dos seus maiores destaques é pela sua ambientação “brinepunk”, uma mistura única de visual subaquático, tecnologia retro-sci-fi e elementos temáticos de uma civilização afundada.

O enredo de Abyssus é mais um pano de fundo para a ação do que uma narrativa muito bem escrita , pelo menos ela te dá um “norte” do que está acontecendo. A história se passa em um futuro onde a humanidade, depois de um evento catastrófico, se encontra submersa e lutando pela sobrevivência em uma cidade oceânica chamada New Atlantis.

Você e sua equipe são “Pilgrims” (Peregrinos), exploradores ousados que mergulham nas ruínas de uma antiga cidade afundada conhecida como Abyssus. O objetivo principal não é apenas a exploração, mas a busca por um “Anthem” (Hino) lendário, uma canção mística que supostamente detém o poder de ressuscitar a cidade e trazer esperança para a humanidade.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

O foco de Abyssus é sua jogabilidade rápida e frenética, que se parecem muito com títulos como DOOM e até mesmo BioShock por sua ambientação. O jogo se baseia em uma estrutura de “runs”, onde você e sua equipe de até quatro jogadores mergulham nas ruínas geradas proceduralmente, enfrentando hordas de inimigos e chefes.

Combate: A jogabilidade é considerada satisfatória e responsiva. Cada arma possui um disparo primário e secundário, e você pode aprimorá-las com 45 mods diferentes, permitindo uma grande variedade de builds.

Progressão Roguelite: A cada run, você coleta “relics” (relíquias) e “blessings” (bênçãos) que oferecem melhorias temporárias. Embora a morte seja permanente na run atual, o jogo tem um sistema de meta-progressão que permite que você leve certas melhorias para as futuras partidas, como qualquer roguelite.

Modo Cooperativo: O co-op é o ponto mais forte do jogo. Mas não pude experimentar de maneira eficaz, já que achar partidas com brasileiros foi quase impossível para mim, e jogando solo percebi que o jogo fica mais punitivo com o tempo o que me fez perder muito do meu interesse.

Abyssus é uma aposta bacana para quem busca um jogo de tiro cooperativo com elementos roguelite e uma ambientação original.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

A estética “brinepunk” é sem dúvidas a que eu mais gosto em jogos. Combinar ruínas antigas, tecnologia ala gambiarra e um ambiente submerso, cria uma atmosfera bem única e com sua autenticidade, não se parece com nada que já vimos em algo do gênero.

CONCLUSÃO

Apesar da geração procedural de fases, o jogo se torna repetitivo com o tempo, especialmente para jogadores solo como foi meu caso. Abyssus é uma aposta bacana para quem busca um jogo de tiro cooperativo com elementos roguelite e uma ambientação original. Se você gosta de jogos como Deep Rock Galactic ou Vermintide e tem amigos para mergulhar nessa jogatina com você, Abyssus pode ser uma boa pedida para uma diversão a curto prazo.

ONDE COMPRAR?

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Review de Killing Floor 3 – Um Massacre de Otimização? https://antigo.patobah.com.br/review-de-killing-floor-3/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-killing-floor-3 https://antigo.patobah.com.br/review-de-killing-floor-3/#respond Tue, 12 Aug 2025 23:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=55605 Não é um jogo ruim, longe disso, mas é, inegavelmente, um jogo inacabado.

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Licença recebida via Keymailer/Game.press
Versão de PC

Data de lançamento: 24 de julho de 2025;
Plataformas: Playstation 5, Xbox Series e PC;
Desenvolvedor: Tripwire Interactive;
Distribuidor: Tripwire Interactive;
Gênero: FPS, hordas.

Killing Floor 3, o mais novo capítulo dessa série que muitos, inclusive eu, sempre gostaram bastante, especialmente o segundo jogo da franquia, chegou para testar a fidelidade dos fãs. Mas será que a Tripwire Interactive acertou com este novo título? Desenvolvido e publicado pela Tripwire Interactive, e lançado em 24 de julho de 2025, o jogo prometeu elevar a experiência de brutalizar zeds a um novo patamar. Infelizmente, as ressalvas foram maiores e, em muitos aspectos, o prometido não foi totalmente cumprido.


PREMISSA/NARRATIVA

A premissa central de Killing Floor 3 continua no mesmo esquema: uma luta desesperada pela sobrevivência contra as hordas de monstros criados pela megacorporação Horzine. O jogo oferece missões com objetivos que servem para contextualizar um pouco mais a história, mas, é difícil imaginar alguém jogando um game desse gênero pela sua narrativa. A maioria dos jogadores busca apenas um banho de sangue para aliviar os ânimos, e o jogo entrega isso, mesmo que com alguns percalços.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

A jogabilidade central de Killing Floor sempre girou em torno de trabalho em equipe, gerenciamento de recursos, sobrevivência contra ondas de inimigos e, claro, muitas armas. Em KF3, essa fórmula fica difícil de ser plenamente aproveitada quando é quase impossível encontrar partidas cheias de jogadores. Passei a maior parte do tempo jogando solo, o que compromete bastante a experiência cooperativa que é o coração da série.

As classes de personagem, ou Perks, que definem o papel de cada jogador, voltaram com um visual renovado. A única exceção é o Commando, que mantém a mesma estética. Cada classe tem sua importância na partida e suas habilidades únicas, seja para controlar grupos de inimigos, montar armadilhas ou curar os outros jogadores.

No entanto, o maior descontentamento está na variedade de armas. A impressão é que a variedade foi drasticamente diminuída em favor de um sistema de customização. Embora a ideia de adaptar seu arsenal ao seu estilo de jogo seja boa, na prática, ela acaba limitando as opções de armas disponíveis.

O combate em Killing Floor 3 é tão visceral quanto sempre foi, mas a inteligência artificial dos Zeds (os monstros) é o que realmente define a dificuldade. Eles são mais espertos e coordenados do que nos jogos anteriores. Zeds menores tentam flanquear você, enquanto os maiores e mais resistentes avançam diretamente. Nas dificuldades mais altas, eles se tornam implacáveis, explorando qualquer falha na sua formação ou falta de comunicação com o time.

Cada tipo de Zed tem um comportamento específico que requer uma abordagem tática. Por exemplo, os Scrakes e Fleshpounds continuam sendo ameaças gigantescas que demandam foco de fogo e trabalho em equipe para serem derrubados. A IA aprimorada os torna ainda mais perigosos, mas, ao mesmo tempo, a falta de uma comunidade ativa para partidas cheias diminui a chance de experimentar esses desafios em sua totalidade.

Não é um jogo ruim, longe disso, mas é, inegavelmente, um jogo inacabado.

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

A atmosfera de horror, que já era uma parte fundamental da série, foi bem intensificada, com uma grande variedade de cenários totalmente devastados. A aparência dos Zeds, que sempre foi um ponto alto, diminuiu um pouco em termos de grotesco. Eles receberam um visual mais “clean” em comparação com os modelos anteriores. Embora ainda sejam intimidadores, a sensação de pavor causada pelo design bizarro e perturbador dos jogos passados foi suavizada.

A transição para a Unreal Engine 5 deveria ter sido um salto evolutivo, mas, por falta de cuidado, acabou virando uma catástrofe no lançamento. Se você esperava ambientes incrivelmente detalhados, iluminação realista e efeitos de partículas impressionantes, você recebeu tudo isso, mas com um toque de má otimização que nenhum gamer gosta. Minha experiência no PC, infelizmente, não foi das mais agradáveis. Embora alguns patches já tenham sido lançados e corrigido boa parte dos problemas, a otimização ainda não está no nível ideal.

CONCLUSÃO

Killing Floor 3 tinha o potencial de ser o jogo definitivo da série. Com toda a bagagem dos títulos anteriores e o uso de novas tecnologias para gráficos e jogabilidade, esperava-se um produto à altura. No entanto, houve uma má execução que acabou comprometendo demais o lançamento. Não é um jogo ruim, longe disso, mas é, inegavelmente, um jogo inacabado. Continuarei acompanhando as novas atualizações com a esperança de que ele se torne “redondo” e completo para todos os jogadores.

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Agradecimentos à Keymailer/Game.press pela licença
Versão de PC

Data de lançamento: 25 de julho de 2025
Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X/S e Microsoft Windows;
Desenvolvedor: Nyctophile Studios;
Distribuidor: Nyctophile Studios;
Gênero: Survival horror.


Death Relives se apresenta como um jogo de terror e sobrevivência que se baseia na rica, mas pouco explorada, mitologia asteca. Lançado em 25 de julho de 2025, o jogo foi produzido pela Nyctophile Studios e publicado por eles mesmos. O título se mostra promissor, mas, como é comum em jogos independentes, enfrenta desafios que podem limitar a experiência para jogadores que esperam uma abordagem mais tradicional de terror e sobrevivência.

PREMISSA/NARRATIVA

A trama segue a jornada de Juan, um filho que busca desesperadamente sua mãe, desaparecida após uma investigação sobre a mitologia asteca. A procura por sua mãe o leva a uma mansão onde se encontra a entidade de um deus asteca chamado Xipe Totec, a principal ameaça do jogo. Durante a trama, nós descobrimos mais sobre o passado asteca e sobre a guerra entre os espanhóis. A trama pode ser considerada um tanto batida, mas é bem rica em eventos históricos e em momentos de tensão.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

A jogabilidade é relativamente simples, mas incorpora mecânicas interessantes. Você pode andar, correr, se esconder e coletar itens, como em outros jogos de sobrevivência. Logo no início, ao se esconder da ameaça asteca, o jogo introduz um minigame de ritmo para controlar os batimentos cardíacos do protagonista, evitando que ele seja descoberto.

Inicialmente, a experiência se assemelha a um jogo de terror puro, como Outlast, onde a fuga é sua única opção. No entanto, o jogo me surpreende com um novo item: Juan adquire uma espingarda de dois canos. Essa adição quebrou um pouco a tensão para mim, porque, com uma arma em minhas mãos, eu já não tenho medo de nada. Além da arma, o jogo também conta com outras mecânicas, como a coleta de totens para desbloquear novas áreas e a utilização de um amuleto que interage com o ambiente, permitindo a visualização de passagens e pistas.

Alguém tem medo de algo com uma espingarda em mãos?

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

A direção de arte é um dos pontos mais fortes de Death Relives. Os cenários são variados e atmosféricos, transportando o jogador para ambientes distintos que reforçam a narrativa. Você explora locais que parecem prisões ou manicômios, uma mansão decrépita e até mesmo vislumbres do passado, cada um com uma identidade visual única que contribui para o clima opressor do jogo. O design de Xipe Totec é bacana, mas nada tão ameaçador, pelo menos para mim.

CONCLUSÃO

Death Relives é uma experiência com uma ideia original e uma ambientação rica, mas sua execução é inconsistente. A premissa de um jogo de terror focado na mitologia asteca é um grande atrativo, e a direção de arte e o design sonoro são bem-sucedidos em criar uma atmosfera de tensão. No entanto, a introdução de uma arma quebrou um pouco a minha expectativa, já que eu esperava algo mais no estilo “correr e se esconder”, mas acabou se transformando em um jogo de tiro com mecânicas de furtividade. A jogabilidade também sofre com bugs e repetição. Em resumo, o jogo acerta na ambientação e na proposta, mas peca na execução, entregando uma experiência que, embora única, pode não satisfazer completamente os fãs do gênero.

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