A maior feira de games da América Latina (BGS) chegou ao fim. O evento contou com diversas marcas, mas a presença da PlayStation jamais passaria despercebida. Afinal, somos o quinto maior mercado gamer do mundo, e um dos países onde o PlayStation é, sem dúvida, o console que está sempre na boca, na cabeça e na casa de quem curte games.
No Brasil, é raro alguém chegar em uma loja e simplesmente pedir ‘Quero um console de videogame’; em geral, o público chega falando ‘Quero um PlayStation’.
Portanto, causa grande estranheza termos tido apenas um estande com vídeos, fotos e brindes da marca. Tivemos, sim, jogos interativos que distribuíram assinaturas da PS Plus, o que foi, de fato, muito legal. Mas a experiência se limitou a isso.
Onde estava a verdadeira experiência PlayStation? Onde estava a chance de pegar no controle, sentir o console, vivenciar o poder dessa plataforma? Por que não havia totens para jogar Ghost of Yotei ou outros títulos, mesmo os mais antigos, que demonstrassem a perícia técnica que a PlayStation tem em suas IPs?
PlayStation é uma marca poderosa, seu nome evoca sonhos, carrega personagens icônicos e há um respeito imenso dos jogadores pelos consoles da marca. Por isso, fico com a sensação de que não fomos cuidados com o mesmo carinho que dedicamos à marca.
É uma pena não ter os consoles, controles ou mesmo os jogos à venda. Nem sequer uma experiência com o PS Portal, que muita gente ainda não teve oportunidade de conhecer. Este era o momento ideal para demonstrar e se aproximar dos seus fãs e potenciais consumidores.
Claramente, não houve um abandono da marca, mas a presença definitivamente poderia ter sido muito melhor.
