Em mais uma de nossas aventuras na BGS 25, nós conseguimos uma entrevista muito legal com a RIOT, mais focado no Wild Rift.
Essa entrevista contou com Gabriel (História e Games) na condução e com Lucas (Vilger – Toca Du Corvo) no apoio, e que nos ajudou a conquistar esse incrível bate-papo.

ENTREVISTA
Gabriel (História e Games):
É um prazer estar aqui na BGS, neste estande incrível da Samsung. Parabéns pela ativação e pelo belíssimo espaço que vocês montaram.
Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o cenário brasileiro. Como a Riot Games enxerga o mercado de jogos mobile, especialmente com a entrada maciça de títulos como Wild Rift? Qual é a percepção de vocês sobre o mercado brasileiro atualmente?
Diego Martinez:
Olha, vou te dizer que já estamos (com foco total) há cinco anos. O Wild Rift inclusive completa cinco anos neste mês.
Para responder à sua pergunta, podemos começar um pouco com os números: dos 150 milhões de pessoas que se declaram gamers no Brasil, 90 milhões se identificam como gamers na plataforma celular.
Ao analisar esses números, logo de início, percebemos um grande potencial de negócio a ser explorado. Nesse ponto, a Riot Games adiciona sua camada core: a de servir o jogador da maneira mais profunda e focada possível. O que isso significa?
Trazemos um jogo de alta qualidade. O Wild Rift utiliza uma propriedade intelectual muito forte, que é League of Legends. Ele possui um acabamento gráfico e uma produção de altíssimo nível. Além disso, é acessível, pois roda em diferentes gamas de especificações de celular.
Existe um cenário competitivo robusto, que se desdobra em diferentes frentes e formas de realizar torneios:
- Torneios Comunitários: Temos o Wild Round, que é financiado por apoiadores.
- Torneios Abertos: Estamos realizando agora um torneio aberto para todos os jogadores, que já conta com mais de quatro mil inscritos.
- Organizadores Independentes: Há organizadores de torneios que atuam de forma independente.
- Cenário Universitário: Temos a frente universitária, com mais de 400 atléticas no Brasil inteiro jogando Wild Rift em seus calendários específicos.
Tudo isso para afirmar que, por meio desses números e das ações que já estamos realizando, temos a certeza de que servir o jogador brasileiro na frente mobile se justifica. Os números aumentam, o que entregamos gera um alto nível de satisfação para o jogador e isso só nos dá mais confiança para fazer ainda mais.
Posso até citar nosso sucesso internacional: temos times brasileiros em nosso mundial de Wild Rift. No ano passado foi na China, e agora foi no Vietnã. Acabamos de anunciar os influenciadores que estão indo disputar no Vietnã, e o Brasil ficou em segundo lugar no ano passado.
Acredito que esses fatos demonstram como levamos muito a sério o cenário mobile e como o Wild Rift busca entregar a melhor experiência possível nesta plataforma.
Gabriel (História e Games):
Interessante! E como vocês enxergam a importância de um evento como a BGS para a marca?
A Riot já é super conhecida, o público já tem grande familiaridade com League of Legends e com a empresa. No entanto, qual é a principal função que um evento como este desempenha para vocês? É impulsionar novos projetos, é o cuidado e engajamento direto com a comunidade, ou é uma combinação de fatores?
Como funciona essa relação com a comunidade de vocês, que está aqui, forma filas no estande, quer jogar, tirar fotos e participar?
Diego Martinez:
Em todos os nossos jogos – seja League of Legends, Valorant, TFT ou Wild Rift – partilhamos da filosofia de criar momentos únicos para a comunidade. Para isso, no entanto, é fundamental saber onde a comunidade está.
Por muitos anos, a Riot se pautou e desenvolveu apenas seus eventos proprietários ou virtuais. Agora, começamos a confirmar o entendimento de que estar em eventos que não são necessariamente proprietários também é benéfico para a comunidade.
A BGS, sendo a maior feira de games da América Latina, possui uma tradição e uma história que precisam ser celebradas. A última vez que estivemos aqui foi há mais de dez anos. Vimos neste momento, com o Wild Rift completando cinco anos, que seria o período mais adequado para retornar.
É isso: vamos buscar onde a comunidade está. É possível que no ano que vem estejamos em outros eventos, se encontrarmos evidências de que a comunidade que servimos está lá, e se conseguirmos agregar elementos extras ao evento.
Veja bem, aqui (na BGS) trazemos gameplay, trazemos mid-gaming, trazemos jogos além do próprio Wild Rift para o público jogar. Trazemos campeonatos e jogos de trivia nos palcos da BGS, além da parceria com a Samsung. Tudo isso é experiência.
Portanto, quando conseguimos entender que somos capazes de entregar essas experiências naquele momento, não temos dúvidas de que faremos o investimento necessário para estar presentes.
Gabriel (História e Games):
Perfeito. Algo que me chamou muito a atenção no estande de vocês — e que se destaca em relação a outros — é a relação carinhosa e próxima que vocês mantêm com os cosplayers que vêm participar. Inclusive, uma amiga nossa esteve aqui ontem fazendo um cosplay exatamente no estande de vocês.
Gostaria de saber: como a Riot Games enxerga a comunidade de cosplay especificamente para trabalhar com as marcas League of Legends e Wild Rift? Qual é a filosofia por trás desse trabalho e dessa proximidade com essa parcela da comunidade?
Diego Martinez:
Nós enxergamos os cosplayers, em primeiro lugar, como artistas, e temos uma dívida de carinho muito grande com eles. Isso porque eles conseguem traduzir e se expressar, trazendo para a comunidade a presença e a proximidade de um campeão ou personagem das nossas histórias.
Essa filosofia de cuidado se estende a todos os nossos jogos: LoL, Valorant, TFT e Wild Rift. Aqui (no evento), trouxemos três cosplays oficiais que simbolizam três campeões que fazem parte da renovação do patch 5.0, o patch de aniversário do Wild Rift: Nidalee, Vi e Kog’Maw.
Para nós, este momento em que conseguimos nos aproximar ainda mais da comunidade, em que o público deseja tirar fotos e ver seu campeão ou campeã sendo representado na figura de um artista, será sempre parte da nossa filosofia.
O cosplay é um membro integrante e um defensor (advogado) fundamental do nosso senso de criação de comunidade e de fazer com que o público se sinta cada vez mais pertencente.
Gabriel (História e Games):
Uma pergunta talvez difícil, vocês estão aqui em um estande conjunto com a Samsung. Por que a Samsung? Qual é a importância e a sinergia dessa parceria para a Riot Games?
Diego Martinez:
A Samsung é nossa parceira de Wild Rift desde o início deste ano. É uma parceira incrível que nos proporciona a possibilidade de oferecer aos nossos usuários a experiência de jogar em celulares de alta capacidade — tanto de processamento quanto de armazenamento.
Essa parceria também é acessível, pois a Samsung possui diferentes linhas de produtos, o que se identifica totalmente com nossos valores: entregar jogos que sejam acessíveis e que permitam a integração com diferentes pontos de contato. No caso do celular, o jogador está usando uma ferramenta de comunicação integrada. O Wild Rift, por exemplo, tem integração com várias redes sociais. Para que tudo isso funcione, é preciso criar condições para que esse ecossistema seja melhor aproveitado.
Portanto, não houve dúvida nenhuma quando nos aproximamos da Samsung para firmar essa união.
Começamos com três Wild Rounds — nosso campeonato de influencers de Wild Rift —, onde a Samsung esteve presente oferecendo experiências e o primeiro contato com seus celulares de ponta. Tivemos uma experiência mais recente com eles no Runeterra Fan Fest, que foi a final do LTA de League of Legends e LoL Esports, e agora finalizamos o ano na BGS. Estamos muito felizes por termos sido convidados pela Samsung para estarmos aqui com Wild Rift.
Gabriel (História e Games):
Excelente. Diego, para encerrar: um recado para o público que adora LoL e é fã da Riot. Qual é a sua mensagem final para eles?
Diego Martinez:
Acho que, em primeiro lugar, é preciso agradecer. Se não fosse pela comunidade, não teríamos a menor condição de ser o que somos hoje. A Riot Games tem uma dívida muito grande com essa comunidade.
O que eu pediria e diria é para a comunidade nunca deixar de expressar o que sente, de nos dar feedback. Ao longo dos nossos quase 15 anos de existência, a Riot sempre confirmou a importância da comunidade e do seu feedback. Quantas vezes, em qualquer um dos nossos jogos, nos adaptamos, alteramos ou ajustamos algo que a comunidade pediu?
Estar aqui [na BGS] é mais um atendimento à comunidade, que sempre esteve presente aqui e sentia a falta da Riot. Por isso, estamos aqui também.
Portanto, mais do que um recado meu, na verdade, é um agradecimento por tudo que a comunidade faz por nós, por nos dar espaço para continuarmos entregando a melhor experiência.
Fica aqui o meu convite para continuarem interagindo conosco e com nossos produtos. Há muita coisa legal por vir. Temos o Wild Rift como nosso maior expoente no celular, mas também estamos chegando agora com o 2XKO para o cenário de jogos de luta, temos o Valorant como nosso expoente para jogos de tiro tático, sem falar no League of Legends, que é nosso longevo representante no MOBA, e o TFT.
É isso. Esperamos ter muitos anos pela frente para continuar entregando as melhores experiências e contar sempre com o feedback da comunidade.
Siga Wild Rift no Instagram: @wildriftbr
Deixo aqui o nosso agradecimento a equipe da RIOT e também ao Diego Martinez por dedicar esse tempo a nossa equipe.
