Lincoln Takeuti, Autor em Patobah! https://antigo.patobah.com.br/author/lincolntakeuti/ Site de jogos com notícias e reviews. Análises de games, tecnologia, retrogaming e entrevistas sobre o universo gamer em um só lugar. Sun, 21 Dec 2025 20:45:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/antigo.patobah.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-patobah-1000-x-1000-px-1-png.webp?fit=32%2C32&ssl=1 Lincoln Takeuti, Autor em Patobah! https://antigo.patobah.com.br/author/lincolntakeuti/ 32 32 234808719 Review de Sleep Awake | PS5 Pro https://antigo.patobah.com.br/review-de-sleep-awake-ps5-pro-lincoln/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-sleep-awake-ps5-pro-lincoln https://antigo.patobah.com.br/review-de-sleep-awake-ps5-pro-lincoln/#respond Sun, 21 Dec 2025 20:32:33 +0000 https://patobah.com.br/?p=66988 Confira a review de Lincoln, do canal @Gameplay_e_Vida

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O Sono Faz Você Desaparecer!

Um novo jogo de terror chega ao mercado de games: Trata-se de Sleep Awake que tem como foco o terror psicológico. Aproveitando para agradecer a Blumhouse Games pela oportunidade de jogar o game.

 

Premissa

Em Sleep Awake a mensagem é direta: se você dormir, irá desaparecer! O game se passa na última cidade da humanidade, a Claustrópole, onde existe uma história bizarra na qual as pessoas são levadas a uma epidemia do sono, sendo assim, as pessoas desaparecem ao fecharem os olhos. Controlamos a protagonista Katja que está em busca de descobrir o que estaria causando todo esse caos.

 

Foco em narrativa, jogabilidade simples

A única parte que eu senti que poderiam ter feito algo melhor é quando falamos de gameplay que é muito simples (não há combate), praticamente só andamos para frente e resolvemos alguns puzzles. Entendo a proposta, mas acredito que um combate daria uma imersão maior ao jogo. Existe algumas partes que exigem o stealth, mas nada de dificuldades. O foco do jogo é na parte de narrativa, com isso temos bastante cenas que mostram mais da história.

Direção de arte

Como se trata de um jogo de terror, temos uma direção de arte sombria mas também bastante colorida que contrasta com uma atmosfera cyberpunk. Em quesito de cenários que é um dos pontos altos do game, temos uma boa variedade de ambientes.

Desempenho do game e DualSense

Sleep Awake é um game que roda de forma muito tranquila buscando entregar 60 quadros por segundo, não tive quedas de FPS jogando em um PS5 Pro (não há aprimoramento). Com relação ao controle DualSense, nós temos compatibilidade para a parte de vibração, mas sem usar os gatilhos adaptáveis (já que o game não tem combate).

Trilha sonora envolvente

A parte de trilha sonora e som ambiente do game é bem interessante pois há momentos em que o clima fica mais pesado e também podemos notar uma influência no estilo musical rock.

Uma Platina fácil e rápida

Temos aqui um bônus para os platinadores de plantão: a Platina de Sleep Awake é muito tranquila de se conquistar, basta encontrar os coletáveis e se atentar a troféu perdível. Você precisará de no máximo duas jogadas (cerca de 8 horas) para o 100% do game.

Conclusão

Se você é amante do terror psicológico, Sleep Awake é um game que irá te agradar com sua história profunda e sombria.

PATÔMETRO

85
Licença enviada por:
Blumhouse Games
Agradecemos pela oportunidade.

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Impressões de Kristala | PC (Acesso Antecipado) https://antigo.patobah.com.br/impressoes-de-kristala-pc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=impressoes-de-kristala-pc https://antigo.patobah.com.br/impressoes-de-kristala-pc/#respond Sat, 20 Dec 2025 23:14:46 +0000 https://patobah.com.br/?p=66966 Confira as impressões de Lincoln, do Canal @Gameplay_e_Vida

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O Dark Fantasy RPG de GATINHO!

Você já imaginou poder controlar um gatinho enquanto explora um mundo de Fantasia Sombria? Pois é, o game Kristala chega ao mercado trazendo uma proposta diferente e divertida. Aproveitando para agradecer a Astral Clocktower Studios pela oportunidade de jogar o game.

 

Premissa

Em Kristala, nós controlamos um guerreiro felino que a ele lhe foi atribuído um poder do Kristala que é uma habilidade mágica inata. O jogo se passa no mundo de Ailur, que acabará de passar por uma guerra de poder.

 

Criação de personagem e classe

Temos o sistema de criação de personagem onde podemos escolher as cores do nosso guerreiro felino, seu nome, optando entre femea ou macho e ainda a sua classe (força, destreza, magia etc).

Jogabilidade de Soulslike

O gameplay mescla elementos de RPG com Soulslike, pode ser punitivo a depender da dificuldade escolhida: existe a dificuldade adaptativa (conforme suas habilidades), dificuldade padrão (feito para a maioria dos players) e a dificuldade mais punitiva. É possível evoluir os atributos do nosso guerreiro felino ao descansar em um Santuário. Também podemos fazer upgrades em nossos equipamentos. Além disso, temos os famosos anéis e talismãs para equipar no nosso personagem e assim adquirir algumas vantagens.

Direção de arte

Jogos de RPG e Soulslike são conhecidos por sua forte direção de arte e em Kristala isso não é diferente. O game é muito bonito e tem uma paleta de cores bem chamativa o que combina perfeitamente com o ambiente do game.

Desempenho do game e trilha sonora

Temos aqui um ponto negativo do game, pois as quedas de FPS são constantes. O PC Gamer que joguei está equipado com a seguinte configuração: AMD Ryzen 5 9600x, DDR5, SSD Nvme e uma RTX 2070S.

Um ponto positivo do game é sua trilha sonora, algo que é comum nesse gênero de RPG. As batalhas de chefes possuem uma parte musical épica.

Conclusão

Kristala foi feito para os amantes de RPG e Soulslike. Vale a pena criar o seu guerreiro felino e explorar esse mundo mágico.

Licença enviada por:
Astral Clocktower Studios
Agradecemos pela oportunidade.

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Review de The Last of Us Part I: Remake | PS5 Pro https://antigo.patobah.com.br/review-de-the-last-of-us-part-i-remake-ps5-pro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-the-last-of-us-part-i-remake-ps5-pro https://antigo.patobah.com.br/review-de-the-last-of-us-part-i-remake-ps5-pro/#comments Fri, 14 Nov 2025 23:13:08 +0000 https://patobah.com.br/?p=63730 Lançado em 2022, The Last of Us Part I é um Remake que traz muitas novidades mantendo a essência do game original.

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Premissa

Em um mundo repleto de pessoas infectadas após a pandemia causada pelo fungo cordyceps, , o contrabandista Joel Miller, aceita a tarefa de levar consigo a adolescente Ellie Williams, que é considerada a peça chave para a cura de todo o caos apocalíptico que o mundo vive. Com isso, embarcamos em uma jornada dramática e marcante.

Remake com muitas novidades

The Last of Us Part I é um remake que foi modernizado e refeito do zero com novas tecnologias. As melhorias são de um acréscimo muito importante como:

  • Gráficos melhorados
  • Modelos 3D atualizados
  • Cenas ultra-realistas
  • Texturas detalhadas
  • Iluminação melhorada
  • Expressões faciais aprimoradas
  • Acessibilidade com muitas opções
  • Performance *PS5 Pro entrega 60 FPS com visuais aprimorados

Jogabilidade

Em um primeiro momento eu havia feito uma crítica a parte de jogabilidade do Remake, pois acreditava que os personagens poderiam se agachar como é no The Last of Us Part II. Mas logo mudei de opinião pois no Part I o level design permite que possamos avançar sem precisar agachar, diferentemente do que ocorre no Part II.

Ainda sobre a parte de gameplay, temos a bancada de upgrades de armas com as novidades de animações, assim como é no Part II.

Trilha sonora épica se mantém

No tocante a parte musical do game, The Last of Us Part I manteve o trabalho impecável do músico e compositor Gustavo Santaolalla. Inclusive a trilha sonora do jogo é um dos momentos mais marcantes da franquia.

Novidades para o DualSense

Tivemos algumas novidades para o controle DualSense que vale a pena destacar:

  • Gatilhos adaptáveis: Usando os botões L2 e R2 podemos sentir uma imersão conforme os momentos que estamos enfrentando. É diferente quando você puxa a corda do arco e quando você dispara com uma shotgun, permitindo experimentar um combate mais realista possível.
  • Feedback Tátil: É um recurso de extrema importância pois permite jogadores com deficiência auditiva sentir os ritmos de fala dos personagens. Podemos citar ainda a vibração de alta fidelidade, que permite sentir o impacto dos tiros.

DLC Left Behind continua

O capítulo da DLC Left Behind em que controlamos a Ellie, permanece intacto. As únicas diferenças são mesmo as melhorias visuais e de jogabilidade.

Bugs originais corrigidos, mas…

Os bugs do jogo original foram corrigidos, mas, como em todo lançamento, podemos nos deparar com novos bugs. Ainda assim, não é nada que possa atrapalhar a nossa experiência, porém, cabe ressaltar.

CONCLUSÃO

The Last of Us Part I Remake traz um game modernizado e refeito do zero mantendo a essência marcante que o consagrou.

PATÔMETRO

90

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Review de Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage | Xbox Series X https://antigo.patobah.com.br/vf-worldstage-xbox/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vf-worldstage-xbox https://antigo.patobah.com.br/vf-worldstage-xbox/#respond Thu, 30 Oct 2025 13:00:47 +0000 https://patobah.com.br/?p=62337 Virtua Fighter renasce com força total

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Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage chega com tudo, entregando muita diversão e porradaria aos jogadores. O novo título é uma versão definitiva da saga R.E.V.O. Nós jogamos e aproveitamos para agradecer à SEGA pela confiança no nosso trabalho. Agora iremos contar o que achamos do novo game.

REVITALIZADO

A franquia Virtua Fighter ficou um tempo na geladeira e aproveita agora a onda de lançamentos da SEGA para poder chegar em grande estilo. O game agora conta com novidades muito interessantes que revitalizam a franquia e deixam os jogadores imersos em combate.

PORRADARIA E DIVERSÃO

Com as novas atualizações, agora podemos jogar o game de luta com melhorias gráficas em 4K e alta resolução, suporte a rollback netcode e cross-play, permitindo jogar entre várias plataformas, além de um novo modo single-player chamado de “World Stage”.

Falando sobre o ponto mais importante dessa atualização de Virtua Fighter 5 R.E.V.O., podemos citar o novo modo single-player “World Stage”. Aqui, os jogadores entram em uma jornada solo com o objetivo de enfrentar muitos adversários e, consequentemente, evoluir seu perfil.

Os jogadores podem concluir desafios e avançar de estágio, desbloqueando uma grande variedade de itens de personalização.

O combate está bem fluído, e apesar de estar acostumado ao estilo de Mortal Kombat, achei interessante a proposta desse novo Virtua Fighter 5. Tive um pouco de dificuldades, mas é tudo questão de adaptação.

ONLINE

Se tem algo importante em todo jogo de luta, é o famoso modo online, ou mais conhecido dos jogadores: as ranqueadas.

Em Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage, temos um ponto muito positivo a se destacar: trata-se do suporte para rollback netcode, que melhora a latência, permitindo ao jogador ter uma experiência melhorada nos combates online.

O game está tendo um desempenho muito bom, não percebi quedas de FPS jogando em um Xbox Series X.

NOVO MOTOR

O game está muito bonito, vale ressaltar que remasters normalmente não trazem muitas melhorias, mas essa nova versão de Virtua Fighter 5 melhora bastante nesse aspecto, pois utiliza um novo motor gráfico.

A direção de arte do jogo é caprichada, tudo é muito colorido e chama atenção.

CONCLUSÃO

Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage é uma revitalização da franquia. Se você é fã de porradaria, não pode ficar de fora dessa.

PATÔMETRO

90
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SEGA
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Review de Tormented Souls 2 | PC https://antigo.patobah.com.br/review-de-tormented-souls-2-steam-goty/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-tormented-souls-2-steam-goty https://antigo.patobah.com.br/review-de-tormented-souls-2-steam-goty/#respond Fri, 24 Oct 2025 19:00:30 +0000 https://patobah.com.br/?p=61917 Bela sequência se consagra como franquia!

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Bela sequência se consagra como franquia!

Primeiramente, gostaríamos de agradecer à publicadora PQube e à desenvolvedora Dual Effect pelo envio da chave e pela confiança em nós.
Em uma época de ouro com tantos títulos importantes dentro do gênero Survival Horror, a nova jornada de Caroline Walker chega com muitas novidades e se consagra como uma franquia importante.
O Survival Horror está mais forte do que nunca. Jogamos e deixaremos aqui a nossa mais sincera e honesta opinião.

Premissa assustadora

Tormented Souls 2 é a continuação direta de Tormented Souls, lançado em 2021.
Agora, controlamos novamente a protagonista Caroline Walker.
Desta vez, Caroline parte rumo a um convento junto de sua irmã mais nova, Anna Walker.
Chegando lá, elas se deparam com algo bizarro e aterrorizante — e tudo rapidamente se transforma em um pesadelo.

A bela evolução da franquia

São poucos os jogos que trazem novidades reais quando se fala em continuações diretas, mas Tormented Souls 2 mostra uma bela evolução, ponto a ponto:

> Gameplay – Agora temos atalhos equipáveis, permitindo acesso rápido a armas e itens de cura. Isso é extremamente importante, pois não é mais necessário abrir o inventário constantemente, como no primeiro jogo.

> Caroline mais ágil – Agora é possível mirar e atirar enquanto anda, tornando o combate mais fluido e dinâmico.

> Puzzles difíceis e criativos – Se o primeiro jogo já trazia desafios engenhosos, aqui eles estão em outro nível. Os quebra-cabeças são numerosos, variados e bem elaborados, mostrando o talento da Dual Effect.

> Variedade de armas – No jogo anterior havia apenas quatro armas; agora, temos mais do que o dobro, incluindo um martelo gigante (não, o “Souls” é apenas no nome). Além disso, há mais opções de upgrade.

> Mapas abertos – Embora não seja mundo aberto, há muito mais áreas para explorar, como ruas, escolas e catacumbas. O jogo tem o dobro da duração do anterior.

> Boss fights – No primeiro Tormented Souls havia apenas uma luta de chefe, no final do jogo. Agora, há vários chefes marcantes, cada um com cenas e apresentações épicas, tornando os confrontos memoráveis.

O clima fúnebre por trás da arte e sonoridade

Tormented Souls 2 é lindo e aterrorizante ao mesmo tempo.
Os gráficos, a direção de arte e a trilha sonora se unem para criar uma atmosfera sombria, claustrofóbica e angustiante.

Durante a jogatina, é possível apreciar cenários detalhados, com excelente uso de iluminação e texturas.
A trilha sonora é pesada e fúnebre, reforçando o sentimento de terror psicológico.
Posso afirmar com tranquilidade que foi uma das experiências mais intensas que já tive no gênero — em jogos, filmes ou séries.

Desempenho no PC

Com 25 horas jogadas em um PC equipado com RTX 2070 Super, Ryzen 5 9600X, 32 GB DDR5 e SSD NVMe de 1 TB, o jogo rodou em 4K no Ultra, com desempenho excelente na maior parte do tempo.
Houve pequenas quedas de FPS, mas nada que comprometesse a experiência.

A Dual Effect fez um trabalho técnico muito competente.

Conclusão

Tormented Souls 2 marca uma nova era do Survival Horror, com seu terror fúnebre, bizarro e criativo.
É o momento de consagração da franquia, consolidando Caroline Walker como uma das protagonistas mais marcantes do gênero moderno.

PATÔMETRO

100
Licença enviada por:
PQube
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Review de Silent Hill f | PS5 Pro https://antigo.patobah.com.br/review-de-silent-hill-f-ps5-pro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-silent-hill-f-ps5-pro https://antigo.patobah.com.br/review-de-silent-hill-f-ps5-pro/#respond Wed, 01 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=59942 Silent Hill f marca o retorno épico da franquia com gráficos incríveis, trilha sonora de Akira Yamaoka e uma narrativa sombria no Japão dos anos 60.

O post Review de Silent Hill f | PS5 Pro apareceu primeiro em Patobah!.

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A franquia Silent Hill passou 12 anos na geladeira. Seu último título havia sido Silent Hill: Book of Memories em 2012. O tempo passou, e em 2024 a série renasceu com dois grandes lançamentos: Silent Hill: The Short Message e Silent Hill 2 Remake. Agora, temos um novo game que marca definitivamente o retorno épico da franquia — uma obra-prima bizarra e apaixonante: Silent Hill f. Jogamos e trazemos aqui nossa opinião mais sincera.

HISTÓRIA/PREMISSA

Silent Hill f marca a estreia da protagonista mais jovem da franquia: Shimizu Hinako, uma adolescente de apenas 13 anos, que vive em Ebisugaoka, Japão, em 1960. Sua jornada é mergulhar nos mistérios da névoa e encarar um conto bizarro, intenso e perturbador do início ao fim.

Como é característico da franquia, o jogo explora temas pesados e delicados, envolvendo a narrativa e os traumas dos personagens.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Logo ao assumir o controle de Hinako em combate, percebemos que o jogo oferece uma memória afetiva para os fãs antigos da franquia: o combate é cadenciado e mais travado, no estilo clássico de survival horror.

Há uma boa variedade de armas — faca, martelo, machado, cano, foice — que podem se quebrar caso não sejam reparadas com o kit apropriado. Também é possível equipar talismãs, que concedem benefícios, além de um sistema de upgrades para evoluir atributos essenciais à sobrevivência.

Itens são escassos, por isso é preciso cautela: não abuse das curas e evite confrontar todos os inimigos. Joguei a versão de PS5 Pro no modo melhorado, que apresentou algumas quedas de FPS, mas nada que comprometesse a experiência.

DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA

O capricho na direção de arte e gráficos, este foi um dos pontos mais marcantes da experiência. Morei por 20 anos no Japão e posso dizer: Silent Hill f transmite uma nostalgia absurda.

A Konami conseguiu alinhar gráficos e direção de arte de maneira impecável. O jogo é ainda mais belo que Silent Hill 2 Remake. O contraste entre a estética japonesa e a essência sombria da franquia cria algo único e profundo.

Essa combinação é o que diferencia Silent Hill f dos demais títulos da série, tornando-o um dos mais especiais visualmente.

Silent Hill sempre se destacou pela originalidade, e a trilha sonora é parte fundamental disso. Em Silent Hill f, o lendário Akira Yamaoka retorna, elevando a atmosfera do jogo a outro nível.

Trilha sonora de impacto. As músicas transmitem emoção, tristeza e aflição, variando de forma perfeita conforme os momentos da história. É impossível não se conectar com a parte musical do jogo — ela intensifica o medo e a experiência como um todo.

CONCLUSÃO

Silent Hill f é o título mais diferenciado da franquia e marca o início de uma nova era. A Konami acerta em cheio ao entregar uma obra-prima bizarra, pesada e apaixonante.

É a fórmula perfeita do medo.

PATÔMETRO

100

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Invocação do Mal 4: Uma despedida digna do casal Warren! https://antigo.patobah.com.br/invocacao-do-mal-4-uma-despedida-digna-do-casal-warren/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=invocacao-do-mal-4-uma-despedida-digna-do-casal-warren https://antigo.patobah.com.br/invocacao-do-mal-4-uma-despedida-digna-do-casal-warren/#respond Sun, 07 Sep 2025 02:00:54 +0000 https://patobah.com.br/?p=57898 Invocação do Mal 4: O Último Ritual encerra a saga de Ed e Lorraine Warren com uma despedida emocionante e digna.

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O quarto filme do Universo de Invocação do Mal está entre nós: ‘’Invocação do Mal 4: O Último Ritual’’ dirigido pelo cineasta Michael Chaves foi lançado no dia 4 de Setembro e encerra de forma digna a história de Ed e Lorraine Warren.

(Créditos de imagem: Ingresso.com)

PREMISSA

A história se passa no ano de 1986 com o casal Ed Warren (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) tentando levar uma vida simples, longe daquilo que fizeram a vida toda: investigação paranormal. Mas a aposentadora do casal Warren não dura muito, logo eles se veem obrigados a voltar ao trabalho diante do grito de socorro de uma família na Pensilvânia.

(Créditos de imagem: Collider)

NOVOS PERSONAGENS E DESENVOLVIMENTO

A obra nos apresenta a família Smurl, residente na Pensilvânia que começam a ser assombrados por uma entidade sobrenatural. Temos também Tony Spera (Ben Hardy) um ex-policial e namorado de Judy Warren (Mia Tomlinson) filha de Ed e Lorraine Warren. A trama e o seu desenvolvimento passa pela família Smurl e Judy Warren, que é peça chave nesse caso.

Fotografia sombria

Como já é de costume no Universo de Invocação do Mal, o quarto título da saga apresenta uma fotografia muito sombria e pesada. Isso contrasta bastante com o cenário e o sofrimento da família Smurl.

(Créditos de imagem: Collider)

Trilha sonora marca a atmosfera

Um dos pontos positivos, a trilha sonora enriquece a obra, tem seus momentos mais profundos e sombrios. Em dois momentos específicos tudo fica também até mais emocionante.

Despedida digna do casal Warren

Invocação do Mal 4 conseguiu mostrar momentos emocionantes e tensos envolvendo o casal Warren. É uma jornada que não poderia se encerrar de qualquer jeito, acredito que conseguiram fazer uma bela homenagem a toda a trajetória até aqui. O filme deixa muito claro que essa será a despedida e tudo se torna mais marcante com as brilhantes atuações (mais uma vez) de Patrick Wilson e Vera Farmiga, sempre dando um show de elegância e talento. Confesso que me emocionei bastante com esse filme.

(Créditos de imagem: Collider)

CONCLUSÃO

Invocação do Mal 4: O Último Ritual não é o melhor filme do Universo criado por James Wan, mas a obra consegue mexer com o sentimento dos fãs e entrega uma despedida emocionante e marcante de Ed e Lorraine Warren.

(Créditos de imagem: Collider)

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Review de Cronos: The New Dawn https://antigo.patobah.com.br/review-de-cronos-the-new-dawn/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-de-cronos-the-new-dawn https://antigo.patobah.com.br/review-de-cronos-the-new-dawn/#respond Wed, 03 Sep 2025 14:01:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=57465 Agradecimentos à Bloober Team pela chave de imprensaVersão de PlayStation 5 (Pro) Data de lançamento: 5 de setembro de 2025;Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series S/X;Desenvolvedor: Bloober Team;Distribuidor: Bloober Team SA;Gênero: Terror, horror, sobrevivência, terceira pessoa. A década de 90 foi marcante em se tratando de jogos do gênero Survival Horror. Aqui, […]

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Agradecimentos à Bloober Team pela chave de imprensa
Versão de PlayStation 5 (Pro)

Data de lançamento: 5 de setembro de 2025;
Plataformas: PC, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series S/X;
Desenvolvedor: Bloober Team;
Distribuidor: Bloober Team SA;
Gênero: Terror, horror, sobrevivência, terceira pessoa.

A década de 90 foi marcante em se tratando de jogos do gênero Survival Horror. Aqui, nessa época, nasceram franquias que se tornaram consagradas e hoje são referências, podemos citar duas: Resident Evil e Silent Hill. De lá pra cá, foram lançados muitos jogos de terror, sempre tendo inspirações nessas duas franquias gigantescas. Agora, em 2025 os amantes do terror aguardam a chegada de uma nova IP: Cronos: The New Dawn, um novo game do estúdio Bloober Team, que está se tornando uma especialista em Survival Horror. O game chegará no dia 5 de Setembro e nós do Patobah! tivemos a felicidade de conhecer esse trabalho de forma antecipada, a qual agradecemos muito e contaremos como foi a nossa experiência. 


PREMISSA/NARRATIVA

Em ‘’Cronos: The New Dawn’’ nós temos elementos futurísticos e sombrios como terror e suspense com uma pitada de drama. Nós controlamos a protagonista chamada ‘’A Viajante’’ que sai em busca de descobrir o que aconteceu com outros Viajantes que antes dela. O jogo se passa em duas partes: um futuro pós-apocalíptico e a Polônia no ano de 1980. Existe um contexto histórico aonde nós vimos como surgiu a praga e o cataclismo que levou o enredo para um lado extremamente sombrio e perturbador. A história é bem narrativa, envolvente e misteriosa, nos levando para um plot twist daqueles. E tudo isso aliado a uma trilha sonora impecável. 

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Como em todo bom jogo de terror, Cronos possui puzzles que vai do simples ao desafiador. A câmera em terceira pessoa funciona muito bem, não acredito que um jogo precisa ser em primeira pessoa para causar imersão e medo. Cronos é mais um game que prova isso. O combate é muito satisfatório e as formas de destruir os inimigos são variadas alternando entre murros e pisões além de usar muitas armas de fogo. Além dos inimigos, as batalhas de Chefes são bem interessantes, principalmente a última. 

Temos uma boa ‘’árvore’’ de evolução aonde podemos fazer upgrade de armadura, explosivos e armas. Saber em qual partes investir os pontos de atributos faz muita diferença dependendo da dificuldade escolhida. O game também oferece um sistema de criação de itens, podemos coletar recursos para nossa sobrevivência criando desde cura até munição.

Level design: Aqui mora um dos principais pontos positivos de Cronos. Quando estou jogando um game pela primeira vez, eu sempre observo muito a parte de level design, pois entendo que um game com exploração exige um mapa bem feito. Temos que tirar o chapéu para a Bloober Team, o trabalho foi incrível. E vai além: gráficos e direção de arte andam lado a lado e complementam todo o enredo sombrio e perturbador de Cronos. 

A consagração da Bloober Team! 

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

Vivemos uma época em que muitos estúdios lançam jogos cada vez menos otimizados. Isso é um grande problema que não ocorre em Cronos. Joguei o game em um PS5 Pro (ainda sem aprimoramento) sete dias antes do seu lançamento e notei poucas quedas de FPS, que não atrapalharam de maneira alguma. O jogo corre muito bem no modo desempenho a 60 FPS e a perda visual praticamente não existe.

CONCLUSÃO

Em outras palavras, ‘’Cronos: The New Dawn’’ nasceu das trevas, é a consagração da Bloober Team e foi um game feito com muito carinho e amor para os verdadeiros fãs de Survival Horror.

ONDE COMPRAR?

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Ruffy and the Riverside: nostalgia, criatividade e charme em um novo jogo de plataforma 3D https://antigo.patobah.com.br/ruffy-and-the-riverside-nostalgia-criatividade-e-charme-em-um-novo-jogo-de-plataforma-3d/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ruffy-and-the-riverside-nostalgia-criatividade-e-charme-em-um-novo-jogo-de-plataforma-3d https://antigo.patobah.com.br/ruffy-and-the-riverside-nostalgia-criatividade-e-charme-em-um-novo-jogo-de-plataforma-3d/#respond Wed, 25 Jun 2025 13:00:00 +0000 https://patobah.com.br/?p=51880 Um jogo de plataforma surpreendente

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Uma carta de amor aos clássicos como Super Mario 64 e Banjo-Kazooie

Chave recebida via Pirate PR e Piphen Games

Introdução

Em um cenário onde grandes produções dominam os holofotes, é sempre uma grata surpresa quando surge um game indie que conquista pela simplicidade e carisma. Ruffy and the Riverside, desenvolvido pelo estúdio Zockrates Laboratories UG, é exatamente isso: um jogo feito à mão, com alma de clássico e coração moderno. O lançamento está marcado para o dia 26 de junho, em todas as plataformas, e promete agradar quem cresceu pulando plataformas e colecionando moedas.

Um herói carismático e uma missão curiosa

O protagonista, Ruffy, nos convida para uma jornada diferente: explorar diversas regiões do mapa, onde cada área representa uma letra da palavra “Riverside”. A missão principal é limpar essas áreas e restaurar o equilíbrio do mundo. É uma narrativa simples, mas bem executada, servindo como pano de fundo para a verdadeira estrela do jogo: sua jogabilidade.

Jogabilidade que respeita as raízes, mas inova com criatividade

Com uma base sólida na jogabilidade dos clássicos da era Nintendo 64, Ruffy and the Riverside entrega controle preciso, pulos satisfatórios e fases variadas. O diferencial está em uma mecânica divertida: o jogador pode copiar elementos do ambiente — como madeira, água, fogo, gelo ou pedra — e usá-los para resolver desafios, desbloquear caminhos e interagir com o cenário. Além disso, há um sistema de coleta de moedas e itens escondidos, o que estimula a exploração e agrada quem gosta de vasculhar cada cantinho do mapa.

Um mundo compacto, mas cheio de personalidade

O mapa de Ruffy pode não ser imenso, mas é inteligente e bem aproveitado. Em vez de apostar em um mundo aberto genérico, o jogo traz áreas conectadas por pontos de interrogação, como em muitos RPGs clássicos. A progressão é clara e direta, com missões sempre apontando o caminho, o que torna a experiência acessível e fluida.

Direção de arte que conquista à primeira vista

O visual é encantador. Feito no estilo “papel recortado”, cada cenário parece uma ilustração viva, com cores vibrantes e personagens expressivos. Essa estética artesanal reforça o clima nostálgico do jogo, ao mesmo tempo em que cria uma identidade visual única. A trilha sonora, por sua vez, é suave, envolvente e se encaixa perfeitamente na proposta leve e divertida do game.

Conclusão

Ruffy and the Riverside pode não ser revolucionário, mas entrega exatamente o que se propõe: uma aventura nostálgica, bem feita e apaixonante. Para os fãs de plataforma 3D, é uma viagem direta para os tempos de ouro do gênero, com um toque moderno e muito carisma. Uma experiência simples, mas marcante.

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Com o destaque dos Jogos Indies, estúdios menores tem ganhado mais visibilidade

Chave cedida via Game Press

Os jogos indies tem se destacado cada vez mais na indústria dos games e isso fez com que ganhassem mais valorização e visibilidade. O jogo Mirage 7, ainda não lançado e que é desenvolvido pela Drakkar Dev e publicado pela Blowfish Studios mostra muito dessa importância dos jogos indies. Nós jogamos a demo do game e deixamos nossa sincera opinião a respeito. 

História e Gameplay

Em Mirage 7 nós jogamos com a personagem Nadira que de início, precisa sobreviver ao calor extremo do deserto. Ainda não podemos falar sobre a história, pois a demo é muito curta e guarda muito mistério e suspense sobre a narrativa. Mas sempre aparece uma voz certamente bizarra na cabeça de Nadira, a qual ainda é um grande ponto de interrogação. O game conta com bastante exploração e o nosso objetivo aqui é coletar recursos para podermos avançar. Algo interessante é que você pode coletar madeiras, couro e criar um estilingue. O combate do game é bem simples, pelo menos na demo, nós temos uma adaga a qual podemos atacar os inimigos e se esquivar dando cambalhotas. No jogo final, acredito que deverá ter mais opções de armas.

Direção de arte e gráficos

Apesar de ter explorado pouco devido ao tempo da demo, Mirage 7 aparenta ter uma direção de arte muito bonita aliado a gráficos bem definidos. Em se tratando de um game de baixíssimo custo, o trabalho está sendo muito bem feito.

Aliado de Nadira e o que esperar do game

Temos aqui algo muito interessante: trata-se de um lagarto que serve como um amigo e aliado da nossa protagonista. Com ele podemos enxergar objetos no cenário, inimigos e inclusive também é possível atacar. Mirage 7 é um game indie, que ainda não tem data de lançamento, mas por essa demo podemos dizer que trata-se de um game que merece atenção. O jogo promete trazer uma aventura sci-fi com muitos puzzles divertidos. Vale a pena ficar de olho.

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