Jogamos Hell is Us, Control, Cronos: The New Dawn, Resident Evil 2 Remake e Dragon’s Dogma II
Fala, galera! Astrobit na área, e hoje eu vou trazer pra vocês o Atacadão Patobah, com os jogos que joguei em setembro de 2025 — e já adianto: alguns podem te surpreender. Em ordem, dei prioridade aos jogos que combinassem com meu estilo de gameplay. Alguns deles eu já havia zerado em outras plataformas e, desta vez, decidi rejogar na Steam.
Hell is Us
Vamos começar pelo lançamento que não prometeu nada e entregou tudo: Hell is Us!
Lançado este ano e com uma temática filosófica bem complexa, Hell is Us aborda temas atuais como guerra civil, polarização da sociedade, religiosidade extrema, entre outros assuntos que carregam a alma do jogo.
Ele é uma mistura de diversos gêneros e, ainda assim, consegue ter identidade própria em sua gameplay. Vai de soulslike a plataforma, aventura, terror, sci-fi e investigação — entregando tudo com equilíbrio e uma história bem contada que une narrativa e storytelling de forma perfeita. Tem documentos (na medida certa, sem cansar), arquivos de áudio, cutscenes cinematográficas envolventes e, em momento algum, você fica perdido na trama.
Recomendo fortemente que você separe um tempo na agenda e jogue Hell is Us!




Control
O próximo da lista é Control — o aclamado jogo da Remedy, que faz parte do Remedyverso e aparece também em uma das DLCs de Alan Wake 2. É um título cheio de personalidade e que mostra como a Remedy sempre esteve comprometida em entregar qualidade visual e história envolvente com seu jeito peculiar de narrar tramas.
A gameplay de ação é frenética, atribuindo ao personagem não apenas intensos combates com armas de fogo, mas também o uso de poderes que vão desde arremessar objetos como um Jedi até flutuar pelos cenários. Se você gosta de ação, trama envolvente e mistério, Control é uma ótima pedida.
Essa foi a segunda vez que zerei Control — desta vez pela Steam, onde tenho focado em construir minha biblioteca.




Cronos: The New Dawn
Em seguida, mergulhei em Cronos: The New Dawn. Lançado pela Bloober Team, o mesmo estúdio responsável pelo remake de Silent Hill 2, Cronos demonstra criatividade e inovação no gênero, apresentando identidade própria — mas tropeça, ao meu ver, no storytelling. Esse é meu único ponto de crítica, já que considero essencial para jogos com histórias ricas que dependem de uma boa narrativa.
Cronos tem uma história digna de cinema, mas a escolha de apresentá-la por meio de inúmeros documentos e arquivos de áudio, com poucos diálogos, cutscenes e interações com NPCs, acaba prejudicando o ritmo. A maioria das cutscenes não é cinematográfica, muito por conta do orçamento do estúdio, o que dificulta o aprofundamento da narrativa. Ainda assim, o jogo oferece um dos melhores gameplays de survival horror e uma ambientação fenomenal.




Resident Evil 2 Remake
Seguindo a linha de suspense, sci-fi e terror, embarquei na jornada de Claire em Resident Evil 2 Remake — um dos maiores jogos do gênero.
A campanha da Claire tem um tom emocional mais dramático. Visualmente, o jogo brilha até hoje como remake, e a gameplay continua sendo uma das melhores. Jogar com a Claire foi até mais divertido do que jogar com o Leon, mas eu aconselho: façam como eu e joguem as duas campanhas. Isso vai render mais horas de diversão e oferecer uma visão completa da lore.




Dragons Dogma II
E, pra fechar setembro com grande estilo, saímos dos gêneros mais pesados mentalmente e embarcamos na aventura épica de Dragon’s Dogma II — o RPG da Capcom que melhora o primeiro jogo em tudo, mas ainda mantém escolhas que considero extremamente questionáveis quando se trata da Capcom.
O jogo te coloca em um início épico logo de cara, revelando uma trama de conspiração que leva o jogador a uma grande investigação, com missões que vão desde sabotagens até infiltrações em bailes de máscaras.
Porém, a Capcom aprontou das suas novamente. Sem dar spoilers, sugiro que você pesquise por “como fazer o final verdadeiro” na internet. Mesmo que você zere o jogo, há opções escondidas que revelam um end game com mais 12 a 15 horas adicionais. Legal? Talvez. Mas confesso que tenho preguiça dessas escolhas criativas de esconder conteúdo do jogador — e depois ele descobrir por outros players que o jogo ainda tinha mais história, sendo esse conteúdo considerado pela Capcom o “final verdadeiro”. Outra expressão que me causa preguiça.
Apesar disso, Dragon’s Dogma II é fascinante, incrível e merece toda a sua atenção.




E aí, o que acharam do Atacadão de setembro?
