HISTÓRIA/PREMISSA
A história passa-se 600 anos após a chegada do Rei Artur à ilha de Avalon. Originalmente, os humanos fugiram da Morte Vermelha nas suas terras natais e conquistaram a ilha, expulsando os seus habitantes originais, os Precursores.
Para sobreviver em Avalon, a humanidade depende dos Menires — estátuas guardiãs mágicas criadas por Merlin que afastam a Estranheza, uma névoa caótica que distorce a realidade, cria monstros e enlouquece quem nela toca.
Os Menires se apagaram, a Morte Vermelha regressou e a Estranheza está consumindo as últimas povoações humanas.
Você inicia o jogo, preso e doente em um asilo em uma ilha remota. Um estranho vem lhe salvar e você acaba vinculado a um fragmento da alma do falecido Rei Artur. Essa conexão lhe cura, mas coloca a voz do rei em sua cabeça.
Seu objetivo é explorar Avalon, descobrir o que fazer com o Rei Artur e com o estranho que o salvou e com isso selar o destino da ilha.
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
Tainted Grail bebe fortemente das fontes de Skyrim e da Bethesda. O jogo tem mecânicas extremamente semelhantes e vou falar sobre elas a seguir. Poderia até dizer que ele é um clone de Skyrim em um universo diferente.
O jogo começa no mesmo estilo de Morrowind (também da Bethesda). Você está preso. Nesse momento você passa pelo processo de criação do personagem, que embora simples dá conta do recado.
As mecânicas iniciais são explicadas e o jogo começa. A ilha inicial é um tutorial e tão logo você chegue em Avalon é que a aventura começa de verdade.
Aqui vem a primeira “inspiração” dos jogos da Bethesda. Você ganha experiência de forma passiva, simplesmente executando certas coisas repetidamente, tal como correr ganha atletismo, andar agachado ganha furtividade, usar magias ganha magia, abrir fechaduras ganha roubo, usar certo tipo de arma aumenta a experiência naquela arma e assim por diante. Isso é totalmente Bethesda.
A outra forma de ganhar experiência é como a maioria dos jogos, de forma ativa, fazendo missões e matando inimigos.
O visual, a câmera, tudo lembra muito Skyrim, com exceção da história e personagens que como já falamos é no universo de Avalon. Embora seja possível jogar em terceira pessoa, me parece que foi feito para primeira pessoa e foi onde senti maior imersão.
As missões são muito bem guiadas e explicadas no jogo. Tudo fica bem-marcado no mapa e não tem muito o que errar. Eu particularmente gosto disso, mas entendo que tem pessoas que gostam de missões que exijam maior investigação.
Cuidado que em muitas missões, você tem que ler os documentos, não basta pegá-los!
As missões secundárias são bem sem imaginação, daquelas bem tradicionais e já ultrapassadas. Fale com pessoa A, leve isso para a pessoa B, mate tal monstro e por aí vai. E olha, tem bastante desse conteúdo adicional que se tornou repetitivo após as 30-40 horas de jogo. Tanto que no final, eu desisti e fui direto para a missão principal porque o jogo já tinha passado do ponto. Sabe aquela série que você gosta, mas resolvem fazer mil temporadas e fica evidente que exageraram? Foi o sentimento que eu tive.
E aqui é um ponto que separa os jogos normais dos excepcionais. O tamanho do jogo deve ser adequando ao seu conteúdo. Encher linguiça para mim é um mal dos jogos atuais da Ubisoft, por exemplo. E aqui, fiquei com a sensação de enrolarem o jogo em demasia.
A exploração é bacana, o mundo bem interessante e aqui mais uma inspiração da Bethesda. A medida que você anda pelo mapa, aparecem pontos de interrogação para te guiar à locais inexplorados. São três mapas bem grandes.
O cavalo eu achei inutilizável. Parece que o cavalo estava rodando em um frame rate diferente, chegou até a me dar enjoo. Simplesmente não usei. Fiz tudo correndo e usando os pontos de viagem rápida que são bem abundantes.
Os chefes são fáceis e sem inspiração. Depois que você montar o seu build, provavelmente vai matar os chefes sem esforço.
O seu personagem tem os atributos tradicionais de força, destreza, resistência, espiritualidade (magia), percepção (ligado aos críticos e furtividade) e praticidade (habilidades de crafting, culinária e alquimia).
Eu montei um build de força, mas saiba que tem um softcap no nível 20. A partir desse ponto você pode continuar atribuindo pontos, mas o benefício passa a ser insignificante. Foquei em força e arma de duas mãos.
Quando você sobe de nível, além de atribuir pontos de atributos, você ainda escolhe uma habilidade nas árvores de habilidades o que dá bastante diversidade ao estilo de jogo.
DIREÇÃO DE ARTE/TÉCNICA
Tainted Grail bebe fortemente das fontes de Skyrim e da Bethesda. O jogo tem mecânicas extremamente semelhantes e vou falar sobre elas a seguir. Poderia até dizer que ele é um clone de Skyrim em um universo diferente.
O jogo começa no mesmo estilo de Morrowind (também da Bethesda). Você está preso. Nesse momento você passa pelo processo de criação do personagem, que embora simples dá conta do recado.
As mecânicas iniciais são explicadas e o jogo começa. A ilha inicial é um tutorial e tão logo você chegue em Avalon é que a aventura começa de verdade.
Aqui vem a primeira “inspiração” dos jogos da Bethesda. Você ganha experiência de forma passiva, simplesmente executando certas coisas repetidamente, tal como correr ganha atletismo, andar agachado ganha furtividade, usar magias ganha magia, abrir fechaduras ganha roubo, usar certo tipo de arma aumenta a experiência naquela arma e assim por diante. Isso é totalmente Bethesda.
A outra forma de ganhar experiência é como a maioria dos jogos, de forma ativa, fazendo missões e matando inimigos.
O visual, a câmera, tudo lembra muito Skyrim, com exceção da história e personagens que como já falamos é no universo de Avalon. Embora seja possível jogar em terceira pessoa, me parece que foi feito para primeira pessoa e foi onde senti maior imersão.
As missões são muito bem guiadas e explicadas no jogo. Tudo fica bem-marcado no mapa e não tem muito o que errar. Eu particularmente gosto disso, mas entendo que tem pessoas que gostam de missões que exijam maior investigação.
Cuidado que em muitas missões, você tem que ler os documentos, não basta pegá-los!
As missões secundárias são bem sem imaginação, daquelas bem tradicionais e já ultrapassadas. Fale com pessoa A, leve isso para a pessoa B, mate tal monstro e por aí vai. E olha, tem bastante desse conteúdo adicional que se tornou repetitivo após as 30-40 horas de jogo. Tanto que no final, eu desisti e fui direto para a missão principal porque o jogo já tinha passado do ponto. Sabe aquela série que você gosta, mas resolvem fazer mil temporadas e fica evidente que exageraram? Foi o sentimento que eu tive.
E aqui é um ponto que separa os jogos normais dos excepcionais. O tamanho do jogo deve ser adequando ao seu conteúdo. Encher linguiça para mim é um mal dos jogos atuais da Ubisoft, por exemplo. E aqui, fiquei com a sensação de enrolarem o jogo em demasia.
A exploração é bacana, o mundo bem interessante e aqui mais uma inspiração da Bethesda. A medida que você anda pelo mapa, aparecem pontos de interrogação para te guiar à locais inexplorados. São três mapas bem grandes.
O cavalo eu achei inutilizável. Parece que o cavalo estava rodando em um frame rate diferente, chegou até a me dar enjoo. Simplesmente não usei. Fiz tudo correndo e usando os pontos de viagem rápida que são bem abundantes.
Os chefes são fáceis e sem inspiração. Depois que você montar o seu build, provavelmente vai matar os chefes sem esforço.
O seu personagem tem os atributos tradicionais de força, destreza, resistência, espiritualidade (magia), percepção (ligado aos críticos e furtividade) e praticidade (habilidades de crafting, culinária e alquimia).
Eu montei um build de força, mas saiba que tem um softcap no nível 20. A partir desse ponto você pode continuar atribuindo pontos, mas o benefício passa a ser insignificante. Foquei em força e arma de duas mãos.
Quando você sobe de nível, além de atribuir pontos de atributos, você ainda escolhe uma habilidade nas árvores de habilidades o que dá bastante diversidade ao estilo de jogo.





CONCLUSÃO
Tainted Grail é uma boa tentativa de um jogo padrão Skyrim mas que faltou polimento. Seria preferível um jogo menor e mais polido, na minha opinião.
Se você curte os jogos da Bethesda, vai se sentir em casa aqui. Se não gosta, não sei se é para você.
Levei 65 horas para finalizar Tainted Grail: Fall of Avalon e saí com a impressão que preferia que fossem 30. Saí cansado.
Quer uma nota? 76. Os problemas técnicos e um jogo esticado demais limitaram minha nota.
PATÔMETRO
