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Review de Shinobi: Art of Vengeance

Agradecimentos à SEGA Brasil pela licença
Versão de PlayStation 4
Análise por Fantasma

Data de lançamento: 29 de agosto de 2025
Plataformas: PlayStation 4/5, Xbox One/Series X/S e PC;
Desenvolvedor: SEGA, Lizardcube;
Distribuidor: SEGA;
Gênero: Plataforma, aventura.

Eu já havia jogado a demo de Shinobi: Art of Vengeance, e só aquele conteúdo inicial já tinha sido maravilhoso. Mas agora, com o jogo completo em mãos, posso dizer sem medo: superou minhas expectativas. Já fazia tempo que não jogava algo que me desafiasse de verdade, e esse título me entregou exatamente isso.

Saímos do vilarejo de Musashi, simples e quase decorativo na demo, para mapas cada vez mais amplos e desafiadores. Entre um checkpoint e outro, a sensação de superação esteve presente do começo ao fim, sempre reservando os momentos mais épicos para as batalhas contra chefes — um verdadeiro show à parte.


PREMISSA/NARRATIVA

Musashi é aquele típico protagonista de poucas palavras. Desde o ataque à sua vila, o jogo te coloca no mesmo estado de “perdido” que ele sente — e acredito que isso seja proposital.

No caminho, fazemos aliados improváveis, como o Shinigami, que protagoniza diálogos divertidos junto a uma outra personagem que cruza a jornada. Essa construção dá uma leveza pontual à narrativa, sem tirar o peso da missão central.

GAMEPLAY/JOGABILIDADE

Aqui o jogo brilha. No início, os combos são simples, mas conforme você libera habilidades, o combate vira praticamente um balé sangrento.
O contador de combos chegando a 95 hits sempre me dava aquela alegria, até eu tomar um golpe e perder tudo (normal pra mim, né?).

Os comandos são diretos, fáceis de aprender, mas profundos o bastante para transformar cada travessia do mapa em algo que parece saído de um anime. Fluidez total

Uma aventura de plataforma com combate fluído, espetacular e com chefes épicos!

DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS

A cada nova área do mapa que eu liberava, meu queixo caía. Desde Neo City, com um prédio da própria SEGA (um detalhe que me arrancou um sorriso imediato), até fases insanas como a perseguição contra um kaiju gigante no fundo do cenário. O uso de parallax transformou cada fase em um espetáculo visual.

Os efeitos dos Ninpou (técnicas especiais) também merecem destaque. Cada habilidade tem seu brilho único, e a de cura — que passei a usar bastante da metade para frente — foi essencial na minha jornada. Essa mistura entre vilarejos tradicionais de ninjas e inimigos com estética de alta tecnologia me fez lembrar Ninja Gaiden 3.

Desde o menu, a trilha já me prendeu, mas foi dentro do jogo que a coisa realmente brilhou.
As músicas dos chefes são intensas e únicas, deixando cada batalha ainda mais memorável.
Na fase da perseguição do kaiju, o rock acelerado me jogou totalmente na vibe — ao ponto de morrer três vezes por pura distração. E quando cheguei ao último chefe, a música trouxe aquele clima de “meu Deus, o que vem agora?”. Uma experiência sonora que elevou cada momento.

Joguei no meu PS4, e a experiência foi impecável. Não tive nenhuma queda de desempenho — tudo bem otimizado e balanceado. Esse cuidado técnico deixou o jogo ainda mais redondo.

CONCLUSÃO

Shinobi: Art of Vengeance rapidamente se tornou o *meu jogo favorito de 2025, me rendendo cerca de 15 horas só na campanha. E não para por aí: os modos *Boss Rush e Arcade, presentes desde a demo, aumentam ainda mais a duração, com cada chefe trazendo visuais e desafios únicos.

Parei de contar depois de morrer cinco vezes para o segundo boss… e o resto virou história. 😅

No fim, esse jogo é, para mim, um 10 gigante.
Agora vá, caro leitor, e descubra por si mesmo os desafios e a beleza desse mundo ninja.

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