Agradecimentos à Keymailer/Game.press pela chave
Versão de PC
Análise escrita por: Maronezi

Oi! Me chamo Maronezi e tive o prazer de escrever minha primeira review — e nada melhor do que começar falando de Atomic Owl. Espero que gostem!
PREMISSA/NARRATIVA
Hidalgo então é aprisionado em uma árvore afastada, onde permanece preso por dois anos. Até que, de repente, sua espada ganha vida e começa a falar com ele, despertando o início da nossa grande aventura.
Personagens
O grupo principal de amigos é formado por:
Hidalgo (você)
Redvolt
Goliam
Kaze
Única crítica sobre a historia: é um pouco apressada, quase “rushada”, sem dar tanto espaço para mais explicações ou desenvolvimento.
GAMEPLAY/JOGABILIDADE
Armas
Martelo: perfeito para quando preciso ganhar distância e ainda causar um bom dano.
Espada (padrão): ótima para combates rápidos; cada hit aumenta +1 de dano no inimigo.
Flatterwing: grande poder de impacto, excelente para interromper ataques carregados e ainda mais letal quando o inimigo já está com pouca vida.
Corrente (estilo Castlevania): lembra bastante o clássico chicote da franquia Castlevania. Achei maravilhosa para empurrar inimigos e manter distância, mas acabei não usando por muito tempo.
Armadura
Um detalhe que merece destaque é a Void Crow Armor. Que armadura! Além de extremamente forte, é rápida — e para mim, armadura com ataque veloz é sempre um sonho em qualquer jogo.
Mecânica Rogue-like
O jogo traz elementos de Rogue-like, um estilo que, sinceramente, eu não estava muito acostumado a jogar. Mas foi uma das formas mais interessantes de provar o gosto desse modo: repetição, aprendizado e começar tudo de novo para ficar cada vez mais esperto.
Boss Fights
As lutas contra chefes merecem um destaque especial. Cada amigo possui ataques próprios e estilos únicos, deixando as batalhas não só desafiadoras, mas também memoráveis.
Goliam: ataques pesados, mas relativamente fáceis de memorizar. Foi o primeiro boss que derrotei sem muita dificuldade, mas já deu para perceber que o jogo não seguiria tão tranquilo assim.
Kaze: aqui o negócio complicou. Rápida, ágil e com golpes quase impossíveis de prever. Mesmo quando você já espera o ataque, acaba tomando o hit. Foi uma das lutas que mais me fez passar raiva.
Redvolt: veloz e insano, com lâminas rápidas que pressionam o jogador o tempo todo. Apesar de ser “papel” (sofrendo bastante dano), ele não para de atacar, e quando você percebe, já está com 2 de HP, tentando adivinhar o próximo movimento.
Omega Wing (Final Boss): essa luta foi de tirar o fôlego. Muita coisa acontecendo na tela e pouco tempo para reagir na primeira tentativa. A sensação de não saber o que fazer é intensa, mas a mecânica Rogue-like mostra sua força: morrer, voltar e aprender. Mesmo após derrotá-lo, a história não acaba de vez — o jogo ainda te leva para mais fases, onde reencontramos os amigos já libertos da maldição. A segunda batalha contra ele não foi tão difícil, já que você passa a prever boa parte dos ataques, mas ainda assim mantém a grandiosidade.
No geral, as boss fights são um dos pontos mais altos do jogo, misturando desafio, estilo e muita personalidade.
Simplesmente uma das melhores jogabilidades que já experimentei. A movimentação é fluida, rápida e ágil, deixando o combate dinâmico e viciante.
DIREÇÃO DE ARTE/ASPECTOS TÉCNICOS
O mais interessante é como até inimigos comuns, que não são chefes, carregam identidade própria. Depois de morrer algumas vezes para o mesmo inimigo, você já consegue identificá-lo só pelo brilho e pela forma como a arma dele funciona.
Pontos Negativos
O único grande ponto negativo é o fato de boa parte da equipe ser brasileira e ainda não ter tradução para PT-BR. Isso realmente fez falta: não sou muito bom em inglês e, por causa disso, não consegui entender bem a história em alguns momentos. De qualquer forma, serviu para aprender palavras novas — mas fica aqui o conselho de coração para que adicionem a tradução futuramente.
CONCLUSÃO







